terça-feira, 15 de novembro de 2016

Não Existem Palavras ...

Não existem palavras que possam expressar; aquilo que um olhar pode dizer em apenas um segundo

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Esta É A Frase ...

Para os europeus foi “um balde de água fria”. Mas os eleitores europeus nada têm a ver com os americanos. Os media europeus também não acreditaram na transformação das consciências e, possivelmente, vão continuar desatentos ao que se segue na Europa. As vitórias da extrema direita da senhora Le Pen, em França, e o bater de palmas do Reino Unido pós Brexit serão a grande dor de cabeça depois do abalar das consciências dos cidadãos.
O eixo anglo-saxónico EUA/Reino Unido e que inclui a Irlanda, irá reforçar-se. O Reino Unido está de malas feitas e vira-se para o outro lado do Atlântico. A França livra-se do pior presidente de sempre e ganha espaço a xenofobia. O mundo está a mudar para pior, pensamos todos nós. Mas o mundo sempre foi um lugar perigoso e que viveu de convergências e de acordos entre grandes potências. A era pós-Obama vai ter resposta à era Putin. A Europa arrisca-se a ser o palco de intolerâncias grandes e de conflitos civis. A Europa vai ter de dispensar mais orçamento para a defesa, vai possivelmente optar por uma união política mais integrada e vai criar verdadeiras fronteiras. O mundo recua e formam-se novos cenários geoestratégicos. E onde fica a China? Precisa de mercados abertos para continuar a crescer e vai ter de negociar e ceder mais.

Vitor Norinha, J Económico

Juros da Dívida Entram Na Zona De Perigo.O Descalabro Inaugurado Pela Geringonça Começa A Vir Ao De Cima

Juros voltaram a superar a fasquia dos 3,5%, reentrando no intervalo em que o nível de preocupação da agência DBRS aumenta. A partir dos 4%, agência já disse que ficará desconfortável com o "rating".

 Os juros ascenderam esta segunda-feira aos 3,666%, o nível mais elevado desde Fevereiro, segundo a Bloomberg.
Numa altura em que as taxas de juro de Portugal estavam pouco acima de 3%, a agência DBRS afirmou que estaria confortável desde que as taxas não superassem os 3,5% e, sobretudo, os 4%.

(continuar a ler)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Os 'SES' De Rui Rio ...

Rui Rio , está a pensar desafiar a liderança de Passos, mas ...diz que na hora de tomar a decisão vão estar muitos factores em cima da mesa.  está a pensar desafiar a liderança de Passos

“Perceber se os apoios que eu possa ter são convictos e se acreditam mesmo em mim. 
Se as outras alternativas são suficientemente credíveis e robustas para servirem o PSD e o país. 
Se há espaço para implementar o fundamental das minhas ideias e da minha maneira de ser, que como sabe tendem a ser um pouco disruptivas relativamente à política na sua forma mais tradicional. 
Se sinto condições para gerar uma dinâmica de mudança e de desenvolvimento em Portugal. E, até, se tenho os inimigos políticos correctos”.( Expresso)

Ora Bem! Melhor Dizendo - Ora Mal!

Os 'SES' de Rui Rio não nos interessa nada - para os resolver basta fazer um auto - exame de consciência.

O que verdadeiramente nos interessa é alguém determinado, que proponha ideias novas, a médio e a longo prazo, com objectivos bem definidos que prevejam a avaliação sistemática da sua execução. 

Mais, não ter medo e assumir convictamente os projectos em que acredita. Sem convicção e a medo nenhuma mensagem passa.

A Autêntica Cultura


«A autêntica cultura dá lugar ao florescimento de verdadeiros valores interiores como a ordem, a justiça, a verdade, a igualdade, a honra, a liberdade, etc. que aproximam os indivíduos. O Homem assumiu a sua condição humana quando foi capaz de observar as coisas para além das aparências, imaginar, comparar e criar símbolos.»

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Surpreendidos? Atónitos? E Que Tal O Trabalho Dos Media? Vão Continuar A Enganar Quem Os Lê?

«Trump ganhou. Nós perdemos. Por nós quero eu dizer os meios de comunicação social dos EUA e da Europa. Segundo as histórias que nós contámos aos leitores e uns aos outros o que acaba de acontecer era impossível.
As nossas sondagens e opiniões – incluindo as minhas – não só se enganaram redondamente como contribuiram para criar um perigoso unanimismo que fez correr uma cortina de fumo digno dos propagandistas oficiais dos estados totalitários.
Eu leio todas as semanas duas revistas conservadoras americanas – The Weekly Standard National Review. Leio todos os dias o igualmente pro-Republicano Wall Street Journal. Em nenhum deles fui avisado que Trump poderia ganhar.
Sinto-me vítima de uma conspiração – não da parte de Trump mas da parte dos media. Aquilo que aconteceu não foi a cobertura das eleições americanas, mas antes uma vasta campanha publicitária a favor de Hillary Clinton onde até revistas apolíticas como a Variety participaram.» (continuar a ler)

O Que Esta Madrugada Nos Mostrou

Pois bem, o que esta madrugada nos mostrou – tal como o referendo do Brexit – é que os eleitorados estão dispostos a aproveitar as eleições como armas de sentido contrário, de protesto contra o sistema, contra a globalização, contra a abertura ao exterior, contra tudo o que vem de fora, contra imigrantes ou outros credos, juntando em movimentos ou ao redor de um candidato imensas multidões de descontentes e saudosos de tempos aparentemente mais prósperos. Nada disto é novo nas democracias ocidentais e sempre esteve presente em movimentos que, mais à esquerda ou mais à direita, corporizavam todos estes sentimentos. Mas 2016 marca a entrada em força desta tendência no centro eleitoral, apagando todas as fronteiras ideológicas e encurtando as distâncias entre os extremos. O que é o extremo no Brexit? O que é o extremo no eleitor médio de Donald Trump? Ou nos eleitores que se preparam para votar contra no referendo constitucional italiano? Provavelmente será o mesmo “extremo” que se juntará em torno de Marine Le Pen nas presidenciais francesas contra a fraqueza económica da França e o peso do Islão no país. Ou os que vão votar sem vergonha no primeiro partido alemão de extrema-direita com sucesso desde 1945 nas eleições do próximo ano.

Fonte: Ricardo Costa, Expresso

Allan Lichtman, Historiador, Inventou Um Sistema Que Lhe Permitiu Acertar Nos Últimos Trinta Anos Nos Resultados Eleitorais Nos EUA Mais Uma Vez Acertou - Trump Ganhou

Desde SPredicting the Next President: The Keys to the White House 2016“.
etembro que Allan Lichtman, historiador de política americana da Universidade Americana de Washington, sabe que Donald Trump seria o próximo candidato a sentar-se na Resolute Desk. Na verdade, há trinta anos que o palpite não lhe falha e nem sequer precisa de truques mágicos para desvendar o futuro: basta utilizar o sistema que Lichtman inventou e que estuda a evolução das tendências de voto desde a independência dos Estados Unidos. Esse sistema pode ser consultado no seu novo livro, “

Claro que muito mudou desde que Allan Lichtman faz as suas análises, mas a fórmula que este professor universitário criou não se baseia nos acontecimentos do presente: todo ele depende apenas do passado. Basta responder a treze perguntas do tipo “verdadeiro ou falso”: se a resposta a seis dessas perguntas forem falsas, então o partido a que se referem vai perder as eleições presidenciais.

Desde 1984 queo sistema funciona e é posto em prática, depois de Lichtman ter feito um estudo com base nos resultados eleitorais entre 1860 e 1980. As perguntas do modelo são maioritariamente referentes à passagem que cada um dos partidos fez pela Casa Branca em mandatos anteriores.
Allan Lichtman admite que, nestas eleições, os resultados não chegaram tão cedo quanto esperava. Até setembro, sempre que o professor testava o sistema referindo-se ao partido democrata (de Hillary Clinton), as respostas às perguntas só eram negativas em cinco das treze perguntas. Ou seja, um resultado inconclusivo.

Mas tudo mudou quando Lichtman passou a analisar o candidato liberal Gary Johnson, cujos bons resultados foram vistos como um sinal de descontentamento para o partido democrata, que esteve até agora na Casa Branca. Estava então descoberta a sexta resposta negativa. E também o próximo presidente dos Estados Unidos.

Sim, mas significará isso que os escândalos sexuais e as opiniões pouco ortodoxas de Donald Trump não têm peso na fórmula? Ao Washington Post, Allan Lichtman afirma que nenhum comportamento do candidato republicano tem influência em qualquer pergunta prevista pelo sistema e, portanto, não implica de modo algum com o resultado final.

Pelos vistos, teve razão. Pela oitava vez consecutiva.

Fonte: OBSR

Não Te Irrites ...


Não te irrites, por mais que te fizerem... 
Estuda, a frio, o coração alheio. 
Farás, assim, do mal que eles te querem, 
Teu mais amável e subtil recreio... 



Mário Quintana


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Notícias Soltas

E Se Fosse Santana ? Já Sabíamos Que Não Cairia O Carmo E A Trindade, Cairia Mesmo Lisboa Inteira

E se fosse Santana Lopes a nomear uma gestão da Caixa pública com salários sumptuosos para a coisa pública?



E se fosse Santana Lopes a assinar um decreto-lei que, na versão do Ministério das Finanças, isenta os administradores da entrega de declarações de rendimentos no Tribunal Constitucional, embora na versão do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares isso não aconteça, nem na versão do PS, enquanto o primeiro-ministro diz que não sabe bem ao certo e chuta para o Tribunal Constitucional?

E se fosse Santana Lopes a ser mais ou menos publicamente chantageado pelos administradores (arrogantes, já se viu), que se recusam a entregar o papel, criando na opinião pública a ideia de que têm alguma coisa para esconder?

Já sabíamos que não cairia o Carmo e a Trindade, cairia mesmo Lisboa inteira, e nem todo o embasbacamento nacional com a Web Summit faria parar o terramoto.

Excertos do artigo de Ana Sá Lopes, Ji

A Nova Era: O Antropoceno

O impacto humano sobre a química e o clima da Terra abreviou a época geológica de 11.700 anos conhecida como Holoceno e apressou a entrada numa nova era, o Antropoceno.

O início do Antropoceno, ou "nova idade do Homem", será fixado em meados do século XX se a recomendação que os investigadores apresentaram no Congresso Geológico Internacional, na Cidade do Cabo, África do Sul, for adotada.
É provável que o processo de aprovação leve pelo menos dois anos e requeira ratificação de mais três equipas de académicos.

O próprio grupo de trabalho que apresentou a recomendação, composto por 35 elementos, levou sete anos de deliberação até reconhecer por unanimidade o Antropoceno como uma realidade e aprovou com 30 votos a favor, três contra e duas abstenções a decisão de que a transição deverá ser oficialmente registada.

"Segundo o nosso modelo de trabalho, o limite ideal é em meados do século XX", disse Jan Zalasiewicz, um geólogo da Universidade de Leicester.
"Se for adotado - e estamos muito longe disso -, o Holoceno termina e considerar-se-á formalmente que o Antropoceno já começou", acrescentou.

Os cientistas referem-se ao período a partir de 1950 como a "Grande Aceleração", e uma olhadela a gráficos que acompanham as numerosas alterações químicas e socioeconómicas torna óbvio porquê.
Concentrações no ar de dióxido de carbono, metano e ozono estratosférico; temperaturas à superfície, acidificação dos oceanos, esgotamento dos recursos da pesca marítima e perda de florestas tropicais; crescimento da população, construção de grandes barragens, turismo internacional, todos disparam a partir de meados do século XX.

Um dos principais culpados é o aquecimento global provocado pela queima de combustíveis fósseis.
Uma sintomática onda de disseminação de espécies animais e vegetais invasivas é também um legado da nossa espécie.
Mas o grupo de trabalho não está autorizado a ter qualquer destes factores em consideração a menos que eles apareçam em algum registo geológico.
Se não pode ser medido em rochas, sedimentos lacustres, calotas de gelo ou outras formações que tais -- os critérios usados para identificar dezenas de eras, períodos e épocas que remontam a quatro mil milhões de anos -, então, não conta.

Isto, contudo, não é um problema quando se trata do Antropoceno, indicou Zalasiewicz.
"Temos muito por onde escolher: há todo um manancial de potenciais sinais por aí", disse à agência de notícias francesa AFP.
Os micro plásticos, por exemplo - uma substância sintética, feita pelo homem - "são agora componentes do sedimento existente em todo o mundo, tanto na terra como no mar", apontou.
E o aumento do dióxido de carbono atmosférico está patente em calotas de gelo com dezenas de milhares de anos.

Mudanças passadas na biosfera - o reino dos seres vivos - ficam registadas em sedimentos e rochas, especialmente indícios de extinções em massa, quando até 95% de todas as formas de vida desapareceram num piscar de olhos geológico.
O desaparecimento dos dinossauros sem asas, no final do período Cretáceo é um desses marcos, embora longe de ser o mais dramático.

O termo "Antropoceno" - pela primeira vez proposto em 2002 pelo prémio Nobel da Química Paul Crutzen - tem sido adotado por ambientalistas como palavra de ordem nos protestos contra a expansão do setor petrolífero e é visto por alguns conservadores como um pretexto para o que consideram serem políticas agressivas de asfixia económica para combater as alterações climáticas.

Em relação à forma que tomarão as provas da existência desta nova idade geológica do planeta Terra, Zalasiewicz disse que ainda é muito cedo para saber, embora acrescentando que "o coral de crescimento rápido forma um arquivo em camadas que captura bem a química".

Para definir o início do Holoceno, os cientistas escolheram uma amostra retirada de uma calota de gelo, em 2003, do lençol de gelo do centro da Gronelândia, com as coordenadas 75,1 graus Norte/42,32 graus Oeste.
O pedaço de gelo está arquivado num armário frigorífico na Universidade de Copenhaga.


Lusa

Sobre O Tempo ...




O despertador desperta, 
acorda com sono e medo;. 
por que a noite é tão curta. 
e fica tarde tão cedo? 

Millôr Fernandes 

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Será Que Aprendemos A Lição Com A Crise?

Carlos Tavares conclui que há ainda muitos comportamentos de risco no mercado, semelhantes aos que aconteciam há oito anos.

"Não há bons modelos que resistam às más pessoas". Esta é uma das conclusões do "paper" publicado por Carlos Tavares, onde explora se aprendemos com as lições da crise. Mais de oito anos depois da crise financeira, o ainda presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) realça que há comportamentos preocupantes, semelhantes aos que aconteciam em 2007-2008.

A crise financeira de 2008 abalou os mercados mundiais e forçou as autoridades a repensar os modelos de supervisão e regulação. Apesar de um forte esforço regulatório, Carlos Tavares mostra em cinco pontos como pouco ou nada mudou desde a crise que estalou nos EUA no Verão de 2007. E os comportamentos de risco permanecem nos mercados. (continuar a ler)

O Peso Da Abstenção Nos Resultados Eleiturais

Nos Estados Unidos como em Portugal e, crescentemente, na maior parte dos países que têm a liberdade de votar, a enorme crise da representação política que reina entre nós, são os abstencionistas que fazem, por defeito, os resultados eleitorais. Assim como o actual presidente português, com a sua badalada vitória, acabou por ter os votos de menos de um quarto dos eleitores inscritos, o abstencionismo também é muito alto nos Estados Unidos, embora a comparência às eleições presidenciais ('turn out'), seja mesmo assim, superior à nossa. O que não deixa de ser inquietante é que os destinos da humanidade estejam, sem exagero, nas mãos dos abstencionistas, como os destinos dos portugueses, mas a verdade é que assim é! 

Este é o estado a que políticos e seus partidos conduziram a participação cívica: tudo se resume a pagar com impostos o desgoverno que praticam. A certa altura, as pessoas cansam-se.

Manuel Villaverde Cabral, OBSR, via Manuel Falcão, JNegócios  

Entrelinhas ...


Entre o sonho e o real,
Aqui estou eu.

Entre o que sou e o que almejo;
Entre o que ainda não sei que sei;
Entre o que hoje quero, mas só amanhã poderei.

LA 

domingo, 6 de novembro de 2016

Poderá O Ser Humano Conseguir Viver No Espaço ?

Memoria Espacial

Quais e quantas lembranças os astronautas conseguiriam ter após retornar de uma viagem a Marte?

Parece uma pergunta irrelevante, mas esta é uma das maiores preocupações dos especialistas devido a um fenómeno conhecido como "cérebro espacial" (space brain), que descreve os sintomas após uma exposição prolongada aos raios cósmicos.
Esses raios carregam tanta energia que podem penetrar o casco de uma nave espacial. De acordo com cientistas da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA), a exposição a partículas carregadas de alta energia - os raios cósmicos não são exatamente raios, mas partículas - pode causar danos de longo prazo ao cérebro.

Inflamação no cérebro

Entre os efeitos do cérebro espacial estão alterações cognitivas e demência. Possíveis danos causados pelos raios cósmicos ao corpo já eram conhecidos, mas acreditava-se que eram de curto prazo.
Os testes realizados na Terra não conseguem estudar os efeitos da radiação espacial sobre os astronautas porque o escudo magnético da Terra nos protege deles.
[Imagem: NASA]
Nas experiências em camundongos, porém, Charles Limoli e sua equipe descobriram que os níveis de inflamação no cérebro continuavam significativamente elevados e danosos aos neurónios mesmo após seis meses, afectando o comportamento, memória e a aprendizagem.
"São más notícias para astronautas que embarcarem numa viagem de ida e volta a Marte de dois ou três anos", comentou Limoli.

Extinção do medo

Para o Limoli, entre outros possíveis problemas decorrentes do fenómeno do cérebro espacial estão a diminuição do rendimento, ansiedade, depressão e alterações na hora de tomar decisões.Os pesquisadores também descobriram que a radiação afecta a "extinção do medo", processo pelo qual o cérebro reprime experiências desagradáveis e estressantes do passado - por exemplo, quando alguém sofre uma queda de cavalo e volta a montar."Muitas dessas consequências adversas podem continuar e progredir ao longo da vida. O ambiente espacial traz perigos únicos para os astronautas", afirmou Limoli.
"O défice na extinção do medo pode torná-los (astronautas) propensos à ansiedade," assinalou Limoli. "Isso poderia ser problemático em uma viagem de três anos de ida e volta a Marte."

Protecção ou prevenção

Os raios cósmicos descarregam muita energia ao chocar com o corpo humano. Na Estação Espacial Internacional, onde os astronautas vivem entre seis meses a um ano, eles estão protegidos porque se encontram ainda dentro da magnetosfera da Terra, que actua como escudo contra radiação. O mesmo não aconteceria numa aventura rumo à Marte.
Construir naves espaciais com uma capa protectora dupla pode não ser útil, pois nada parece resistir a essas partículas de alta energia. Por isso, os especialistas sugerem o desenvolvimento de tratamentos preventivos para protecção do cérebro.

Esta É A Frase ...

O governo procura o que lhe falta: euros e votos. A aliança dá-lhe os votos, mas gasta-lhe os euros. O governo sabe que, se conseguir euros, acabará por ter votos. Mas também sabe que se conseguir muitos euros os seus aliados tiram-lhe os votos. Os euros podem produzir votos, mas os votos não produzem euros.

António Barreto, DN