Voltamos ao paradoxo da era IA: quanto mais avançamos na automação, mais dependemos de capacidades fundamentalmente humanas. Numa sociedade saturada de conteúdo, o julgamento humano ganha centralidade. E o futuro da comunicação assentará na confiança. Afinal, dizem que é a base de qualquer relação. (Henrique Costa Santos, ECO)
Inteligência Artificial (IA) integra hoje o quotidiano das equipas de comunicação. Os ganhos são incontestáveis. Da produção de conteúdos à análise de dados, da personalização de mensagens ao planeamento estratégico ganhámos velocidade, escala e eficiência.
Contudo, a generalização desta capacidade de planear, produzir e veicular informação a esta escala tem como efeito colateral uma inundação de informação. Esta saturação de conteúdo dilui a diferenciação e aumenta o ruído. Ora, se, por um lado, nunca foi tão fácil comunicar, torna-se cada vez mais difícil confiar naquilo que lemos, vemos e ouvimos.
Contudo, a generalização desta capacidade de planear, produzir e veicular informação a esta escala tem como efeito colateral uma inundação de informação. Esta saturação de conteúdo dilui a diferenciação e aumenta o ruído. Ora, se, por um lado, nunca foi tão fácil comunicar, torna-se cada vez mais difícil confiar naquilo que lemos, vemos e ouvimos.








