sábado, 25 de maio de 2024

Saiba Como Vai Este País

Socialistas forçam descida do IVA que recusaram, duas vezes, quando eram Governo.      (Artur Cassiano, DN)

Em 2020, Pedro Nuno Santos era ministro das Infraestruturas e Alexandra Leitão, ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública. Pedro Siza Vieira era ministro da Economia e João Leão, ministro das Finanças. (...)

Em 2020, a proposta do PCP para baixar o IVA da eletricidade para 6% foi chumbada pelo PS, CDS, PAN e pela deputada não inscrita Joacine Katar Moreira. O PSD que chegou a anunciar um voto favorável optou pela abstenção. (...)

“Vamos votar sim a vossa proposta porque queremos mesmo baixar o IVA da energia aos portugueses”, afirmou, nesse dia 30 de junho, Duarte Pacheco, dirigindo-se ao PCP. Depois aconteceu esse volte-face. PCP, BE, IL e Chega [que tinha uma proposta igual e outra que incluía o gás natural] votaram a favor.

Dois anos mais tarde, a 16 de setembro de 2022, a maioria absoluta socialista chumbou as várias propostas de redução do IVA da eletricidade para 6%. O PAN absteve-se. PSD, CH, IL, PCP, BE e Livre votaram a favor. (...)

Hugo Carneiro, deputado do PS, fez contas às cinco medidas socialistas - “mais de 2 mil milhões de euros de impacto” -, que, no seu entender são formas de condicionar o Orçamento do Estado.

 “A irresponsabilidade já tem números que podemos identificar (…) Se continuarmos nesta empreitada do PS, o IRS Jovem, a isenção do IMT e outras medidas da AD podem ficar pelo caminho. É este o risco que os portugueses devem conhecer”, avisou.

A Frase (120)

Enquanto o foco for a regulação, a União Europeia estará " a conduzir a Europa para a irrelevância", como alertou há algumas semanas o CEO da Ericsson.     (André Veríssimo, ECO)
 
Se há algo em que a União Europeia é líder incontestada é na regulação. Tirando algumas exceções, como os impostos ou a política de defesa, onde tem competências muito limitadas, pouco existe que não se reja por regras emanadas pela tecnocracia comunitária.

A regulação tem várias vantagens. Traz segurança jurídica, reforça a confiança dos agentes económicos, garante proteção aos consumidores, cria transparência e promove a integridade dos mercados. Sem ela, não teríamos algo tão crítico para a UE como um mercado único europeu funcional e vibrante.

É também importante para forçar transformações. Sem o incentivo da regulação as metas de descarbonização na UE não passariam de meras fantasias.

O problema é quando se vai longe demais. Em excesso, a regulação impõe custos muito significativos às empresas, limita o seu crescimento, funciona como uma barreira à entrada de novas empresas no mercado e limita a inovação. (...)

Nas últimas décadas, o que sobra em regulação tem faltado em capacidade de competir em inovação tecnológica com os Estados Unidos e, mais recentemente, com a China. A lista das empresas com maior valor bolsista do mundo é reveladora. As seis primeiras são todas americanas: Microsoft, Apple, NVIDIA, Alphabet, Amazon e Meta. Alargando ao top 10, os únicos “intrusos” são a TSMC, de Taiwan, e a chinesa Tencent. (...)

A Noite Abre As Flores Em Segredo ...


 A noite abre as flores em segredo e deixa que o dia receba os agradecimentos

(Rabindranath Tagore)

sexta-feira, 24 de maio de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

Quando Não Há Incidentes, Inventam-se

De repente, o país comentador pressentiu que talvez nada tivesse existido: nem linchamento, nem criança. (*) Perguntar-me-ão: e esse país, de indignação tão pronta, não se indignou outra vez com a falsidade da notícia? Não, não se indignou. Calou-se. Passou à frente.  (Rui Ramos, OBSR)

Porquê? Porque esta notícia falsa foi uma ocasião para exalar superioridade moral contra a “xenofobia” e o “racismo”. Como tal, foi uma boa notícia falsa. Serviço público, como dizem os entusiastas.

Que sugere esta história? Que há na sociedade portuguesa, como no resto do Ocidente, uma máquina de inventar racismo, em que muita gente está ansiosa por meter a sua moeda. Se preferirem, acreditem que é apenas uma excentricidade da época. Mas não. Faz parte da luta política. Nos últimos anos, a esquerda que se diz centrista abriu-se à influência da extrema-esquerda, e facilitou-lhe a entrada nas instituições.

Quando não há incidentes, inventam-se, seguindo a velha regra do jornalista anti-clerical de Eça de Queiroz. Foi o que vimos.  

Nota (*) : A actualidade continua a não nos faltar com pequenos factos luminosos. O último foi este: em escola de Lisboa, uma “criança nepalesa de 9 anos” teria sido “linchada” por colegas da sua idade, ébrios de “xenofobia e racismo”.

Sondagem - Montenegro É O Líder Com Melhor Nota. Ventura É O Que Tem A Pior.

Em segundo lugar surge o líder do Livre, Rui Tavares, com uma nota de 9,9 pontos, um pouco à frente do secretário-geral do PS Pedro Nuno Santos. 

As avaliações ao primeiro-ministro e líderes partidários constam da sondagem feita pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica.

O chefe do Governo é o líder que reúne a percentagem mais alta de avaliações positivas (75%), dez pontos percentuais acima do que conseguia em Julho do ano passado.

Numa escala de 0 a 20, o chefe do executivo consegue uma avaliação média de 11,3 pontos, comparável com uma avaliação de 10,3 pontos de Julho registada em 2023 – a última vez em que o Cesop colocou a questão da avaliação dos líderes. A boa nota de Montenegro é reforçada pela percentagem de avaliações positivas. O chefe do Governo é o líder que reúne a percentagem mais alta de avaliações positivas (75%), dez pontos percentuais acima do que conseguia em Julho do ano passado.

O PR tem pela primeira vez nota negativa.
(Saiba todos os pormenores - Público)

Bom Dia !


Cada manhã é especial quando acordamos prontos para encarar todos os desafios 
que o destino coloca no nosso caminho. Não tenha medo da vida: 
corra em direção a ela e entregue-se! Bom dia!

quinta-feira, 23 de maio de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

Saiba Como Vai Este País, E Não Só

Não pondo em causa a competência do tenente-coronel António Gandra d’Almeida, estará à prova a sua capacidade para lidar não tanto com logística e organização, mas com as tradicionais “capelinhas” que tanto condicionam o setor da saúde. Será também um teste ao Governo.  (Diana Ramos, Negócios)

À oposição não cabe governar - O PS está a tentar desgastar o Governo, passando a ideia de que condiciona as suas decisões. É um erro… pelo qual vai pagar caro. (Camilo Lourenço, J Negócuios)

Poder pode. Mas não deve.- Se cada um de nós dá em censor da opinião alheia apenas porque estamos no tempo da indignação fácil, caímos no radicalismo de que ninguém poderá dizer nada que saia fora de uma suposta norma que é definida a montante por terceiros.   (Francisco Mota Ferreira, JNegócios)

No próximo dia 9 de junho, os portugueses vão escolher os seus representantes no Parlamento Europeu, a única oportunidade verdadeiramente democrática de ajudar a decidir o nosso futuro comum.

Estas eleições ocorrem numa altura em que a Europa enfrenta novos desafios geopolíticos. Não são desafios fáceis e os respetivos impactos, quer nos indivíduos, quer nas diversas comunidades, não são despiciendos. A Europa tem de escolher de qual dos lados do novo mundo divido se quer encontrar: se do lado da ordem liberal, na defesa da democracia pluralista, da liberdade e da dignidade humana, se do lado da ordem autoritária, fechada e intolerante.  (José Conde Rodrigues, J Negócios)



A Frase (119)

Precisamos que a polícia volte a ser parte do nosso dia a dia e que não se venha a tornar apenas uma estátua, como o ardina [vendedor de lotarias] por quem passamos no largo da Misericórdia.   (Bruno Bobone, OBSR)

Não há um polícia nas ruas de Lisboa! [ e nas ruas de todo o país)

Aquela figura de respeito de que me lembro ainda de cumprimentar, a quem nos dirigíamos quando precisávamos de alguma informação, que nos impunha o seu respeito de autoridade para que não invertêssemos a marcha onde não era permitido, enfim, a imagem de que alguém estava sempre perto para garantir que tudo vai correr bem.

A tranquilidade que caracterizou a nossa sociedade nas últimas décadas advém de um respeito que temos à autoridade, que é benevolente, que é compreensiva, e que era presente.

A falta de presença nas ruas das nossas cidades tem como resultado uma perda enorme destas características e pode destruir o ambiente que tão bem criámos e que tanto sucesso nos trouxe como destino ambicionado.

Hoje, vemos a polícia quando os próprios se manifestam – e pouco mais.