Recentemente, investigações científicas conduzidas por virologistas confirmaram que os morcegos continuam a representar ameaças preocupantes para a Saúde Pública a nível global. Há sinais de alerta que exigem vigilância e medidas de prevenção, visto que podem originar doenças graves e a ocorrência de epidemias (incluindo de expressão pandémica).As fezes que eliminam, tal como a urina e a saliva, podem transmitir infeções a outros animais e a pessoas suscetíveis. Por isso, em epidemiologia, os morcegos são considerados reservatórios, uma vez que armazenam, na natureza, os agentes patogénicos, nomeadamente uma multiplicidade de vírus.
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quarta-feira, 6 de maio de 2026
Os Morcegos E A Saúde Pública
Recentemente, investigações científicas conduzidas por virologistas confirmaram que os morcegos continuam a representar ameaças preocupantes para a Saúde Pública a nível global. Há sinais de alerta que exigem vigilância e medidas de prevenção, visto que podem originar doenças graves e a ocorrência de epidemias (incluindo de expressão pandémica).As fezes que eliminam, tal como a urina e a saliva, podem transmitir infeções a outros animais e a pessoas suscetíveis. Por isso, em epidemiologia, os morcegos são considerados reservatórios, uma vez que armazenam, na natureza, os agentes patogénicos, nomeadamente uma multiplicidade de vírus.
sábado, 18 de abril de 2026
Novas Espécies De Aranhas Descobertas No Alentejo
Uma das seis aranhas encontradas na Herdade da Ribeira Abaixo é do género Scytodes e tem “o traço distintivo de cuspir teia com veneno para aprisionar as presas”, pertencendo ao grupo da “aranha que serviu de inspiração para a história do Homem-Aranha”, o super-herói da Marvel Comics criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1962.
Das restantes cinco aranhas, “duas das espécies pertencem ao género Dysdera (que inclui as aranhas-de-tenaz que se alimentam de bichos-de-conta); outras duas pertencem ao género Harpactea (mais pequenas, escuras e elegantes que as do género Dysdera)” e “há uma espécie classificada dentro do género Pelecopsis (típicas caçadoras furtivas)”, adianta o comunicado.
Agora em laboratório, Pedro Cardoso trabalha com Miguel Sousa, investigador do CE3C e aluno de mestrado em Biologia da Conservação na FCUL, no processo de descrição científica das espécies descobertas. “Temos a certeza de que são espécies que ainda não eram conhecidas e queremos continuar com a descrição científica de cada uma delas” (Público)
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Esta É A Frase (65)
A transição energética europeia não é apenas uma mudança tecnológica. É também uma redefinição geográfica do sistema energético do continente. Num continente historicamente dependente de energia externa, esta transformação representa uma mudança estrutural na forma como a Europa garante a sua autonomia estratégica, estabiliza os custos da energia e reduz a exposição a choques geopolíticos.
(Tópicos do texto de Tiago Morais, J Económico)
sexta-feira, 6 de março de 2026
O Nível Do Mar Continua A Subir Com Efeitos Devastadores
Um novo estudo publicado na revista Nature conclui que a maioria das avaliações científicas sobre o impacto da subida do nível do mar pode estar a subestimar de forma significativa a altura real da superfície oceânica e, consequentemente, o risco costeiro em todo o planeta. A diferença média global ronda os 30 centímetros, mas em regiões como o Sudeste Asiático e o Indo‑Pacífico, a diferença pode ser mais de um metro. Os autores falam numa “falha interdisciplinar” com consequências profundas para milhões de pessoas.
Estes efeitos devastadores já são sentidos com maior intensidade e frequência em especial nos países que têm grande parte do seu território abaixo do nível medio do Mar, como por exemplo as Maldivas, Bangladesh ou Kiribati. A cada ano que passa, as tempestades são cada vez mais severas.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Esta É A Frase (34)
Se pudéssemos adaptar para o presente corporativo uma versão condensada da obra de Pombal em “Dez Mandamentos”, as suas diretrizes claras, pragmáticas e eficazes seriam mais que uma lanterna no caos. Seriam a base atemporal para empresas que buscam um plano de continuidade que garanta reconstrução rápida e eficiente, mas também longeva:
1. Centralização decisória: em momentos críticos, garante rapidez, coerência e segurança das pessoas.
2. Priorização da funcionalidade: restabelecer operação e receita antes de pensar em refinamentos.
3. Padronização para escalar: modularidade acelera e reduz custos
4. Inovação orientada ao risco: reconstruir igual ao que caiu é erro estratégico..
6. Financiamento estruturado: sem funding não há resiliência.
8. Combate ao oportunismo: crises atraem predadores; governança robusta os afasta.
9. Planejamento de longo prazo mesmo na urgência: unir resposta imediata e visão futura
10. Reconstrução da confiança: marcas e instituições precisam restaurar reputação, não apenas ativos físicos. (...)
sábado, 21 de fevereiro de 2026
É Positivo
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
É Positivo
Em tempos de cheias, Setúbal tem saído ilesa. É defendida por um parque que é também uma bacia de retenção. Graças à construção da bacia de retenção no Parque Urbano da Várzea, desde 2018 que não se registam episódios de cheias na baixa.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Esta É A Frase (29)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Esta É A Frase (17)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Programa De Ação Para O Restauro Ecológico De Rios E Ribeiras.
O Pró-Rios foi hoje apresentado em Lisboa numa sessão presidida pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que especificou que ao todo estarão afetos a obras em cursos de água 187 milhões de euros, o que da uma média de 46 milhões de agora até 2029.
Só para os rios e ribeiras do Algarve e Alentejo estão previstos 52,5 milhões de euros, disse Maria da Graça Carvalho, que pediu ambição e rapidez na apresentação e concretização dos projetos.
Deverão ser intervencionados mil quilómetros de rios e ribeiras, em mais de 80 intervenções, segundo a estimativa hoje apresentada.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Esta É A Frase (272)
Nestes cenários, a probabilidade de ondas de calor letais sobe de forma acentuada e, em algumas regiões do planeta, esses efeitos poderão tornar-se permanentes. Entre as zonas mais ameaçadas estão o Golfo Pérsico, a América Central, o norte da América do Sul, a península Indiana, a costa leste da China e o sudoeste da Ásia, regiões densamente povoadas. A atitude atual, que na prática adia a ação necessária para manter o aquecimento global nos 1,5 ºC, terá impacto rápido e profundo no nosso futuro. (...)
domingo, 26 de outubro de 2025
A Frase (234)
(Mafalda Sarmento. J Negócios)
2030 não é o fim: é o ponto de viragem para o futuro que ainda queremos - A presidente Ursula von der Leyen defende que o futuro da Europa dependerá da sua capacidade de unir ambição climática, justiça social e autonomia estratégica.Mas, segundo o Sustainable Development Report 2025, a cinco anos do prazo final, o balanço é amargo. Apenas 17% das metas estão no bom caminho, quase metade avança lentamente e uma em cada cinco regrediu. O progresso é desigual, as crises multiplicam-se e a confiança na cooperação internacional enfraquece. Ainda assim, nunca a ideia de uma agenda comum para o planeta foi tão necessária.
Talvez, como escreveu a Nature Sustainability, “não consigamos fazer em cinco anos o que não fizemos em dez”, mas ainda podemos — como lembrou María Cortés Puch — “usar o melhor mapa que já tivemos para reencontrar o caminho.”
domingo, 21 de setembro de 2025
A Frase (213)
quinta-feira, 28 de agosto de 2025
A Frase (202)

Num tempo em que os impactos das alterações climáticas são cada vez mais visíveis seria de esperar uma melhor resposta coletiva: agir para travar as crises climática e de biodiversidade. No entanto, há um obstáculo silencioso que mina essa urgência: a desinformação climática.
Esta desinformação ganha terreno sobretudo em contextos de incerteza, crise ou perante fenómenos extremos: as pessoas estão mais vulneráveis a discursos que apelam à emoção e menos propensas a filtrar o que leem ou ouvem. Assim proliferam teorias da conspiração, meias-verdades e narrativas que desviam o foco das soluções baseadas na ciência.
Hoje, a desinformação sobre o clima vai além do negacionismo e assume formas mais subtis: questiona a eficácia das soluções, distorce factos para alimentar narrativas polarizadoras ou propõe falsas alternativas com aparência técnica e inovadora. Este tipo de discurso tem consequências profundas: enfraquece a confiança nas medidas necessárias, atrasa decisões políticas e divide a sociedade.
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
A Frase (189)
Em 2024, por exemplo, várias medidas de gestão de combustível e de reorganização da paisagem ficaram aquém das metas, o que significa que parte do “plano de batalha” não foi executado a tempo.
Esta discrepância entre planeado e realizado continua a ser um dos calcanhares de Aquiles do sistema: investe-se mais, planeia-se melhor, mas nem sempre se cumpre no terreno. planeamento antecipado, capacidade de mobilização, treino especializado, disciplina no terreno e avaliação permanente. (Valentina Marcelino, DN)domingo, 17 de agosto de 2025
Descoberta A Faísca Que Desencadeia Ondas De Calor Marinhas No Mediterrâneo
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| Górgonas-púrpuras, animais primos dos corais, que são afectados pelas ondas de calor no Mediterrâneo Dugornay Olivier/IFREMER |
O trabalho de cientistas italianos pode permitir desenvolver um sistema de alerta precoce destes fenómenos, que têm um severo impacto sobre a vida marinha.
Descoberta a faísca que desencadeia ondas de calor marinhas no Mediterrâneo
Intrusões de ar quente na Europa proveniente do continente africano têm um impacto muito maior do que o aumento da temperatura do ar. Desencadeiam também ondas de calor marinhas no Mediterrâneo, cuja frequência, duração e intensidade estão a aumentar, nas últimas duas décadas.
Descoberta a faísca que desencadeia ondas de calor marinhas no Mediterrâneo
Um novo estudo, conduzido por cientistas ligados ao Centro Euromediterrânico para as Alterações Climáticas (em Itália), e publicado esta semana na revista científica Nature Geoscience, analisou centenas de episódios de ondas de calor marinhas no mar Mediterrâneo, usando dados de satélite. Concluiu que na sua origem estão sistemas de alta pressão atmosférica semipermanentes, a que se dá o nome de cristas subtropicais
Estas cristas subtropicais formam-se frequentemente sobre o oceano, perto dos 30 graus de latitude (Portugal está nos 39 graus, virado para o Atlântico, mas ainda sob influência do clima mediterrânico), em ambos os hemisférios. Influenciam a dinâmica da circulação atmosférica e do clima regional, contribuindo para a formação de padrões climáticos como o El Niño, no Pacífico.
O que os cientistas agora concluíram é que estas cristas subtropicais – também conhecidas como anticiclones africanos - fazem mais do que pôr a temperatura do ar a subir. A sua persistência cria as condições para a formação de ondas de calor marinhas. Podem ser vistas como a faísca para a subida da temperatura das águas, que pode causar grande mortalidade entre os seres vivos.
O trabalho da equipa permite pensar que será possível desenvolver sistemas de alerta precoce para ondas de calor no Mediterrâneo, e também estratégias para reduzir o seu impacto sobre a vida marinha e a economia.
sexta-feira, 25 de julho de 2025
«Ao Deus-dará»
“Estes crimes geram prejuízos que, muitas vezes, ultrapassam em larga escala o valor dos bens furtados, colocando em risco a sustentabilidade da atividade agrícola nacional”, adverte-se no mesmo comunicado.
O Chega defende depois “o reforço da fiscalização junto dos intermediários de venda de produtos agrícolas, metais e maquinaria, através de uma ação coordenada entre a GNR, ASAE e Autoridade Tributária”.
Propõe, igualmente, “a obrigatoriedade da identificação eletrónica de animais, a digitalização do processo de denúncia, o desenvolvimento de tecnologias de rastreabilidade da cortiça e a criação de incentivos à instalação de videovigilância e portões de segurança”.
“Estas medidas visam não só prevenir os crimes, como também garantir a responsabilização dos autores e a proteção efetiva das propriedades agrícolas. O Chega considera ainda urgente a revisão do quadro jurídico-penal, com o agravamento das penas para crimes agrícolas e o reconhecimento da destruição de sobreiros como crime ambiental”, acrescenta-se.
quinta-feira, 3 de julho de 2025
Saiba Como Vai Este País
Com a aprovação da nova Lei do Restauro da Natureza da UE, Portugal tem a oportunidade de liderar este movimento. Portugal tem conhecimento técnico, talento e experiência para se tornar uma referência europeia em restauro da natureza. Agora, podemos juntar ambição política e visão estratégica para integrar esta abordagem nos grandes instrumentos de planeamento económico. Se quisermos um país mais resiliente, competitivo e justo, temos de começar por onde tudo começa: a natureza. Poucos investimentos terão um retorno tão seguro. (Ângela Morgado, J Negócios)
Hoje, face aos impactos económicos da crise climática, da escassez hídrica e da perda de biodiversidade, é urgente resgatar o equilíbrio ecológico que, em tempos, orientou a relação entre humanidade e natureza.O nosso país pode captar fundos europeus e privados se souber valorizar os seus recursos naturais através de planos de restauro credíveis e bem estruturados. Na Bélgica, por exemplo, projetos financiados pela UE conseguiram atrair cofinanciamento de fundações e demonstraram benefícios económicos concretos: criação de postos de trabalho locais, valorização imobiliária e poupanças superiores a 12 milhões de euros em custos de saúde pública.
domingo, 8 de junho de 2025
Irradiação De Resíduos Plásticos Com Raios Gama
Degradação, reticulação, enxerto e oxidação são os quatro efeitos da irradiação dos resíduos plásticos com feixes de raios gama e de eletrões, que permitem a alteração da estrutura química tornando a reciclagem mais eficaz.
Esta é uma solução que a tecnologia nuclear oferece à poluição plástica, uma das mais graves ameaças que o planeta enfrenta e à qual o Dia Mundial do Ambiente, celebrado na na quinta-feira, foi dedicado ao lema "Não à poluição plástica".
Vários países a trabalhar em projetos-piloto
A Argentina, as Filipinas, a Malásia e a Indonésia já estão a trabalhar em projetos-piloto: travessas de caminho de ferro, compósitos de madeira e plásticos para construção de habitações e combustível são alguns dos produtos resultantes deste tipo de reciclagem.
"Estamos a passar da investigação para a vida real", afirma Azillah Binti Othman, responsável pelo tratamento de radiações da AIEA.
Após estes testes, prevê-se que o programa esteja totalmente operacional em 2026.
Ciência nuclear pode detetar, seguir e monitorizar plásticos e microplásticos
Além disso, de acordo com a AIEA, a ciência nuclear pode também detetar, seguir e monitorizar plásticos e microplásticos no oceano. (SIC notícias,ler texto na íntegra)
terça-feira, 27 de maio de 2025
A Propósito Dos Gastos Feitos Anualmente Na “Limpeza De Erva”,
Pedro Serra Ramos defendeu, em declarações à Lusa, que “está na altura de rever a legislação”, embora seja preciso esperar pelo novo Governo para que isso aconteça.
“Este ano, ainda por cima, é um ano em que, como choveu muito, há muita erva. Se entretanto começar a aquecer muito toda ela vai secar e, portanto, andamos sempre a gastar dinheiro”, apontou.
Além das dificuldades dos proprietários na contratação de empresas para a limpeza, PSR admitiu que houve “um aumento geral de tudo”, da mão-de-obra aos custos de equipamentos, e, “por isso, os preços têm que subir” e “não há outra maneira de o fazer”.
O diretor-geral da Florecha, Rui Igreja, notou que, além das dificuldades de trabalhadores, “os equipamentos também não são infindáveis”, para a quantidade de trabalho, e o aumento do ordenado mínimo contribui para aumentar os custos, naturalmente refletidos nos clientes.
Fonte oficial do Ministério da Agricultura e Pescas referiu que o gabinete do secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, está a acompanhar com elementos do setor a situação, mas para já, após a prorrogação do prazo do fim de abril para 31 de maio, não há decisão quanto a novo prolongamento, até por duas semanas de calor bastarem para a vegetação secar.
Fonte: Greensavers

















