A nova imagem foi obtida através de 16 telescópios colocados em vários locais da Terra, que essencialmente criaram um prato observacional do tamanho de um planeta. O buraco negro supermaciço retratado reside no centro de uma galáxia relativamente próxima da nossa, a Messier 87 (ou M87), a cerca de 54 milhões de anos-luz da Terra – e o primeiro buraco negro de que tivemos uma imagem, já em 2019. (Continuar a ler aqui Reuters, via Público)
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segunda-feira, 1 de maio de 2023
É A Primeira Vez Que Os Cientistas Captam Todo O Sistema À Volta Do Buraco Negro Maciço
É a primeira vez que os cientistas captam todo o sistema à volta do buraco negro maciço, incluindo a base de um jacto de plasma quente que é lançado do “anel” em torno do buraco negro.
Ao ampliar as primeiras imagens de buracos negros, os cientistas acabam de mostrar um novo retrato onde se vêem os fenómenos violentos que se desenrolam à volta de um destes gigantes cósmicos vorazes, incluindo o local de lançamento de um colossal jacto de partículas de alta energia que dispara para o espaço.
A nova imagem foi obtida através de 16 telescópios colocados em vários locais da Terra, que essencialmente criaram um prato observacional do tamanho de um planeta. O buraco negro supermaciço retratado reside no centro de uma galáxia relativamente próxima da nossa, a Messier 87 (ou M87), a cerca de 54 milhões de anos-luz da Terra – e o primeiro buraco negro de que tivemos uma imagem, já em 2019. (Continuar a ler aqui Reuters, via Público)
A nova imagem foi obtida através de 16 telescópios colocados em vários locais da Terra, que essencialmente criaram um prato observacional do tamanho de um planeta. O buraco negro supermaciço retratado reside no centro de uma galáxia relativamente próxima da nossa, a Messier 87 (ou M87), a cerca de 54 milhões de anos-luz da Terra – e o primeiro buraco negro de que tivemos uma imagem, já em 2019. (Continuar a ler aqui Reuters, via Público)
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
Vénus: Como Um “Rasgão” De 7.500 Km De Comprimento, Passou Despercebido Durante Mais De 35 Anos
Um investigador português participou na descoberta que promete revolucionar o que se sabe sobre a atmosfera de Vénus.
Um fenómeno na atmosfera de Vénus, como um “rasgão” de 7.500 quilómetros de comprimento, passou despercebido durante mais de 35 anos, apesar de todas as missões, estudos e observações que já se fizeram no planeta. Agora, os investigadores não têm dúvidas: depois de voltarem atrás no tempo e analisarem milhares de imagens confirmaram que a descontinuidade nas nuvens mais baixas é um fenómeno recorrente e se mantém durante semanas. Os resultados foram publicados na revista científica Geophysical Research Letters em maio e anunciados esta quarta-feira pela agências espaciais norte-americana (NASA) e japonesa (JAXA) e pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).
“É de tal maneira inesperado que ainda não é possível explicar como se forma e se mantém, mas irá revolucionar a modelização atmosférica nos próximos tempos”, diz ao Observador Pedro Machado, investigador do IA e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Esta descontinuidade é como uma parede, que cruza a linha do equador, e que se estende em altura dos 47,5 aos 56,5 quilómetros de altitude. Mas é uma parede móvel, ao estilo das paredes armadilhadas dos filmes do Indiana Jones, que dá a volta ao planeta a cada cinco dias, a uma velocidade de 328 quilómetros por hora — mais rápido do que os próprios ventos da superfície de Vénus (que demoram cerca de seis dias).
“Se isto acontecesse na Terra, seria como uma superfície frontal, mas à escala planetária, o que é algo inacreditável”, diz Pedro Machado, que participou no projeto e se tem dedicado a estudar as atmosferas dos planetas do sistema solar. Na Terra, as superfícies frontais estabelecem uma fronteira entre o ar quente e húmido e o ar mais frio e seco. Mas uma disrupção desta dimensão nunca tinha sido observada noutro planeta.
Fonte:OBSR
Um fenómeno na atmosfera de Vénus, como um “rasgão” de 7.500 quilómetros de comprimento, passou despercebido durante mais de 35 anos, apesar de todas as missões, estudos e observações que já se fizeram no planeta. Agora, os investigadores não têm dúvidas: depois de voltarem atrás no tempo e analisarem milhares de imagens confirmaram que a descontinuidade nas nuvens mais baixas é um fenómeno recorrente e se mantém durante semanas. Os resultados foram publicados na revista científica Geophysical Research Letters em maio e anunciados esta quarta-feira pela agências espaciais norte-americana (NASA) e japonesa (JAXA) e pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).
“É de tal maneira inesperado que ainda não é possível explicar como se forma e se mantém, mas irá revolucionar a modelização atmosférica nos próximos tempos”, diz ao Observador Pedro Machado, investigador do IA e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Esta descontinuidade é como uma parede, que cruza a linha do equador, e que se estende em altura dos 47,5 aos 56,5 quilómetros de altitude. Mas é uma parede móvel, ao estilo das paredes armadilhadas dos filmes do Indiana Jones, que dá a volta ao planeta a cada cinco dias, a uma velocidade de 328 quilómetros por hora — mais rápido do que os próprios ventos da superfície de Vénus (que demoram cerca de seis dias).
“Se isto acontecesse na Terra, seria como uma superfície frontal, mas à escala planetária, o que é algo inacreditável”, diz Pedro Machado, que participou no projeto e se tem dedicado a estudar as atmosferas dos planetas do sistema solar. Na Terra, as superfícies frontais estabelecem uma fronteira entre o ar quente e húmido e o ar mais frio e seco. Mas uma disrupção desta dimensão nunca tinha sido observada noutro planeta.
Fonte:OBSR
domingo, 29 de julho de 2018
Momentos ...
«Sou este azul,
sou entardecer, silêncio e magia,
olho o mar e a sua imensidão,
sou da brisa a serenidade.»
sou entardecer, silêncio e magia,
olho o mar e a sua imensidão,
sou da brisa a serenidade.»
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
A Vida Passando ...
Da janela da minha casa eu vejo a vida passando ...
vejo-a passando devagarinho em cada nuvem que vai sumindo no horizonte.
domingo, 10 de setembro de 2017
As Praias Tornam-se Deserto Depois Da Passagem Do Tufão Irma
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| Mar em Bahamas desapareceu temporariamente em decorrência do furacão Irma, que atingiu a costa sudeste dos Estados Unidos (Twitter/Reprodução) |
A força do furacão Irma é tamanha, que fez desaparecer o mar nas Bahamas e na costa da Flórida, onde chegou na manhã deste domingo.
Usuários de redes sociais postaram fotos e vídeos do estranho fenómeno, em que as praias aparecem como um deserto.
terça-feira, 22 de agosto de 2017
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Manhã De Agosto Além -Tejo
Manhã de Verão.
Um vento morno transporta uma mistura de aromas: a erva cortada, manjericão, coentro, rosas meio-bravas e lavanda.
Por perto andam as rolas, que há muito não apareciam, os melros e os bandos de abelharucos.
Ao longe soam os chocalhos do gado.
Que seja um BOM DIA!
Um vento morno transporta uma mistura de aromas: a erva cortada, manjericão, coentro, rosas meio-bravas e lavanda.
Por perto andam as rolas, que há muito não apareciam, os melros e os bandos de abelharucos.
Ao longe soam os chocalhos do gado.
Que seja um BOM DIA!
sexta-feira, 28 de julho de 2017
terça-feira, 30 de maio de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
domingo, 11 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
Italianos Prestes A Decidir A Reforma Constitucional. Euro Pode Ficar Em Risco (act.)
Os italianos estão prestes a decidir se apoiam a reforma constitucional do primeiro-ministro Matteo Renzi num referendo vinculativo sem quorum mínimo. As assembleias de voto estão abertas das 07:00 às 23:00 hora local (1 hora à frente do Reino Unido)Uma Europa mal refeita do trauma do referendo do Brexit e da vitória do magnata Donald Trump para a Casa de Branca, tem este hoje mais um evento de risco: o referendo a alterações constitucionais que pode lançar Itália num pântano político.
Se Renzi perder pode gerar-se o caos político com a ascensão do comediante Beppe Grilo. Euro pode ficar em risco.
Última Hora: Matteo Renzi terá perdido o referendo em Itália. Uma sondagem à boca das urnas dá a vitória ao "não" com uma votação situada entre 57% e 61%.
domingo, 21 de agosto de 2016
sábado, 20 de agosto de 2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Abraço Entre A Lua E Mercúrio Sobre Lisboa ...
... Encanta a NASA
Todos os dias a NASA destaca uma imagem alusiva ao espaço - a Astronomy Picture of the Day – na sua página da Internet. E, na sexta-feira, foi a fotografia de um português, Miguel Claro, que se mostrou surpreendido por ter, pela segunda vez, estas honras de primeira página.
“Inacreditavelmente, a NASA voltou a destacar ontem, dia 15 de abril, como Astronomy Picture of the Day no site APOD, uma foto que captei no passado dia 8 de abril, acima da Capital Lisboeta”, afirma o fotógrafo português Miguel Claro.
Nada como a explicação do próprio sobre aquilo que podemos contemplar: "É possível ver a Lua Crescente no Perigeu (ponto mais próximo da Terra) permitindo assim tornar visível um forte Earthshine, alinhado a 6º de distância do planeta Mercúrio, numa das raras aparições que faz ao longo do ano, por se encontrar muito próximo do Sol”.
Fonte: TVI24
Todos os dias a NASA destaca uma imagem alusiva ao espaço - a Astronomy Picture of the Day – na sua página da Internet. E, na sexta-feira, foi a fotografia de um português, Miguel Claro, que se mostrou surpreendido por ter, pela segunda vez, estas honras de primeira página.
“Inacreditavelmente, a NASA voltou a destacar ontem, dia 15 de abril, como Astronomy Picture of the Day no site APOD, uma foto que captei no passado dia 8 de abril, acima da Capital Lisboeta”, afirma o fotógrafo português Miguel Claro.
Nada como a explicação do próprio sobre aquilo que podemos contemplar: "É possível ver a Lua Crescente no Perigeu (ponto mais próximo da Terra) permitindo assim tornar visível um forte Earthshine, alinhado a 6º de distância do planeta Mercúrio, numa das raras aparições que faz ao longo do ano, por se encontrar muito próximo do Sol”.
Fonte: TVI24
sábado, 26 de dezembro de 2015
Uma Das Melhores Fotografias De Viagens De 2015 Pertence A Um Português
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| Camelos num deserto de sal na Etiópia |
Joel Santos, que já tinha vencido o Visão/BES há perto de uma década, esteve entre os finalistas de quatro categorias e foi um dos escolhidos com uma imagem de uma caravana de camelos.
À TSF, o fotógrafo conta que a foto foi captada numa zona desértica da Etiópia, abaixo do nível do mar, onde todos os dias um grupo de mineiros de sal conduz as suas caravanas de camelos que vão ajudar a transportar blocos de sal talhados neste antigo mar que hoje é um deserto.
Fonte: TSF
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