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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

A Frase (257)

O Círco - Face à excitação que tomou conta da máquina partidária não há partido, agremiação ou associação que, na ânsia do protagonismo garantido por tamanha exposição mediática, não apresente o “seu” candidato    (Nuno Lebreiro, OBSR)

É a festa da democracia, dizem-nos.

No final, é um espectáculo ao nível de um combate de boxe singular onde a parte intenta esmurrar a contra-parte, mas de forma especial, sem que o golpe lhe custe algum potencial embaraço, desgosto, mágoa ou qualquer repugnância no eleitorado que, esse sim, ao contrário do adversário que apenas faz figura de corpo presente, pretende alcançar, mover, comover ou abraçar. O verdadeiro debate não é, portanto, um debate, mas sim dois comícios onde, à vez, e fingindo conversar, regatear ou rebater, cada qual, com mais ou menos engenho, procura “fazer passar a sua mensagem”. Daí que se debata pouco e esclareça menos ainda, ou seja, nada.(...) 

domingo, 10 de novembro de 2024

A Frase (281)

Mais uma vez ficou à vista que a esmagadora maioria dos nossos comentadores não tem qualidade, não tem coragem e não tem pudor. É incapaz de fazer análises ajustadas à realidade, tem medo de ir contra a corrente e diz muitas vezes no dia seguinte às eleições o contrário do que disse na véspera.   (José António Saraiva, SOL) 

quarta-feira, 15 de maio de 2024

O Que É A “Europa De Costa”; Nem Podia, Porque Essa Europa Não Existe.

 Marta Temido deu, cheia de entusiasmo, o seu apoio à possibilidade de António Costa se tornar Presidente do Conselho Europeu. Perante as hesitações de Sebastião Bugalho e a oposição de Cotrim Figueiredo, disse que a “Europa de Costa” seria muito boa para a União Europeia. Obviamente, nunca explicou o que é a “Europa de Costa”; nem podia, porque essa Europa não existe. Mas opôs a suposta “Europa de Costa” à “Europa de Meloni” e à “Europa do PPE.”

Apesar do esforço intenso que terá feito nas últimas semanas para aprender algumas coisas sobre a União Europeia, o conhecimento de Marta Temido é ainda bastante sofrível. Até aquele rapaz do Livre, apesar de paupérrimo, ainda consegue saber um pouco mais do que a antiga ministra e disse-lhe que o Parlamento Europeu nada tem a ver com a escolha de Costa. Sebastião Bugalho também lhe explicou que os deputados europeus não votam no Presidente do Conselho Europeu.
Mas quem vota para a presidência do Conselho Europeu são os líderes dos governos nacionais.

E é aqui que Marta Temido e muitos dos seus camaradas socialistas devem aprender alguma coisa. Juncker foi eleito Presidente da Comissão e Tusk foi escolhido Presidente do Conselho, ambos do PPE. Em 2009 e em 2014, o argumento foi o mesmo: a maioria dos membros do Conselho Europeu é do PPE, por isso o Presidente também é.

Costa precisará do apoio de Orban e de Meloni
Costa não é de esquerda, nem é de direita, não é socialista, nem liberal, nem conservador, nem nacionalista. É um mestre da “realpolitik”. Por isso, alia-se a quem for necessário para chegar ao poder.

(excertos do texto de João Marques de Almeida, OBSR)

terça-feira, 5 de março de 2024

A Frase (53)

      
Estamos em plena campanha eleitoral, mas este não parece ser o tempo dos políticos, mas sim, o tempo desmesurado dos comentadores televisivos que, do alto da sua cátedra, influenciam a política e a opinião pública. Mas com um pormenor: não se sujeitam ao veredito popular – são as opiniões sem mandato. Na ‘Comentocracia’, a voz dos comentadores ecoa mais alto do que a voz dos próprios políticos, procurando assim moldar as narrativas e os debates da sociedade.   (João Morgado, OBSR)

Este impacto televisivo, prefigura uma mudança significativa na estrutura de poder e influência, dentro das sociedades contemporâneas. Tradicionalmente, a esfera política era dominada pela voz dos políticos e dos líderes eleitos. Eram estes que ajustavam a narrativa e os debates públicos, por meio dos seus discursos e acções políticas. Contudo, este advento da sociedade da informação imediatista, levou à ascensão de uma nova classe dominante, de comentaristas e analistas na esfera pública. Porque esse poder lhes é dado, os comentadores possuem um tempo de antena sem igual, e arrogam-se uma autoridade extraordinária para interpretarem tudo o que acontece sem qualquer pejo ou acanhamento. Os comentadores profissionais sabem como o país está e devia estar, o que os políticos são e deviam ser, o que dizem, o que pensam, o que sentem, e também o que deveriam ser, dizer e sentir. Os políticos tornaram-se, assim, figuras secundárias de um mero ‘reality show’. Importantes, mesmo, são os doutos comentadores da televisão.   (...)

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

A Frase (46)

A lógica de vencer um debate pode ter a consequência de perder um país. Um candidato dá garantias de viabilizar um governo minoritário do adversário e logo a questão da “reciprocidade” se coloca como factor fundamental para a sobrevivência da democracia portuguesa. Um “não que é não” é objecto de discussão como se fosse um tratado sobre a natureza da política. Os “abcessos de fixação” estão a matar a discussão política pela facilidade, pelo imediatismo, pela vertigem do ciclo noticioso, porque algo tem de se passar quando afinal nada se passa. O discurso político está reduzido a um raciocínio de administração e contabilidade.   (Carlos Marques de Almeida, ECO)

O realismo político não pode ser definido por um olhar superficial e impensado sobre as aparências. Porque a política em Portugal é o recreio da superfície e da aparência, o país é uma realidade bipolar entre a euforia e a depressão. Sem casa e sem nome, os portugueses são as vítimas da banalidade da política.

No país das eleições não se pode ser exigente. A exigência é marca de arrogância intelectual, actividade antinacional, frustração existencial. O país político adora criticar os “profetas da desgraça” e adora elogiar os “idiotas úteis”. No país das eleições temos de ser optimistas. O optimismo de quem acredita na “lucidez dos políticos”, no voluntarismo das boas intenções, na capacidade dos portugueses. O país político adora as “posturas construtivas” que garantem no futuro o “interesse nacional”. Contra todos os “situacionismos” e a bem do interesse nacional vamos apenas ser realistas e exigir o impossível. 

domingo, 25 de fevereiro de 2024

Esta É A Frase (44)

Pedro Nuno, que no PS parecia ser o ungido para suceder a Costa, é protagonista de uma campanha medíocre. Parece um nadador que se afoga num copo de água.   (Armando Esteves Pereira, CM)

Não está a ser uma campanha alegre, mas há um grande elefante na sala, chama-se Chega e provavelmente terá um grande grupo parlamentar.
A ascensão do Chega condicionou a esquerda. 

Pedro Nuno Santos, que até esteve num bom plano no debate com Montenegro e aí acenou à viabilização de um governo minoritário do PSD, embrulhou-se nos dias seguintes em tantas contradições.
Entramos agora oficialmente na campanha eleitoral, oficiosamente a mais longa da história constitucional portuguesa, com maior duração do que alguns governos da nossa história, porque começou a 7 de novembro, dia em que António Costa se demitiu.

sábado, 24 de fevereiro de 2024

Saiba Como Vai Este País (Debates)

É visível e de lamentar: com raríssimas excepções, os autores dos comentários e das análises das duas ou três dezenas de debates eram aficionados. Conclusão: quem designa o “vencedor” é quem escolhe os comentadores. (...)

As perguntas mais frequentes fazem sorrir qualquer pessoa. Em vez de perguntar “o que faz se ganhar?”, pergunta-se “o que faz se perder?”. Realmente importante é o vencedor do debate, não o vencedor das eleições. (...)

Qual deve ser a política do Estado português relativamente a esses conflitos? Como se deve preparar Portugal para eventuais alterações da ordem internacional e da NATO em especial? Pode-se esperar sentado pelas respostas: não, nada, nunca! Importante é saber se, sem maioria, apoia os governos dos adversários.( ...)

Esperava-se, em território conhecido, que todos estivessem interessados no que o vencedor vai fazer. Por exemplo, se vencer as eleições, como vai agir para salvar o SNS? Mantém uma política dita de “contas certas”?  (...)

A defesa e a segurança, sempre vitais, mas agora, de modo brutal, essenciais, estão ausentes de tal modo que se fica mesmo com a impressão de que não sabem o que pensar nem imaginam o que devem fazer.(...)

Nas questões internas, para além da habitual distribuição de subsídios e descontos, há matéria urgente. Por exemplo, a política de imigração e o controlo das populações a viver ilegalmente. Ou ainda, os prazos da justiça e o desempenho dos tribunais cada vez mais deficiente. (...)

Fazem campanha eleitoral não para tornar público o que pensam, mas sim para agradar quem os ouve, dar a impressão de que farão o que se lhes diz, acatar quem lhes fala e dar tudo o que pedem.(...)

Portugal tem contribuído galhardamente para a transformação do debate político em luta livre sem conteúdo político. Só com adjectivos e sem discussão relevante. Elevação e respeito pelo eleitorado são géneros raros na caixa de ferramentas dos candidatos. É só minas e armadilhas.

(António Barreto, Público, via Jacarandá)

Esta É A Frase (43)

Apropósito dos paupérrimos debates desta campanha e que os canais de televisão venderam como produto acabado da indigência a que chegámos, vale a pena lembrar um livrinho, hoje esquecido, e que a Gradiva publicou no já longínquo ano de 1995 (quando a geração dos actuais políticos - a minha, diga-se - andaria já nas respectivas jotas a fazer pela vida, sendo que alguns deles, em 95, nem dez anos teriam…). O livrinho é este:

 A Televisão: Um Perigo para a Democracia, de Karl Popper. “Ladra do tempo, criada infiel”, eis uma das muitas imagens a que o filósofo recorre para descrever a “Medusa do nosso tempo”, imagem de Vladimir Porche, que, em 1955, já adivinhava os nefastos efeitos da caixa mágica sobre a nova humanidade - a “humanidade sentada”.  (António Carlos Cortez, DN)

(...) Num certo sector do centro-esquerda há quem pense que Pedro Nuno é o homem da “ação” e da decisão. Ricardo Araújo Pereira, caricaturando-o, viu bem o modo como, consciente ou inconscientemente, este, como outros políticos de agora, pensam a política em função do onde, quando e como pode a imagem vender mais. Com que gola-alta se pode vencer as gravatas de seda. É, de facto, a televisão que, “trabalhando conteúdos”, manipula e influencia o voto popular. (...)

[A] obediência cega à televisão impede que os responsáveis políticos possam ser, de facto, autênticos. E impede, na verdade, que o exercício da política resolva os problemas concretos das pessoas. A minha geração de políticos, na verdade, repete até ao enjoo lugares-comuns. Procura assegurar votos fazendo demagogia. 

De facto, sem qualquer poder retórico, sem conhecerem o país real, frequentando há tantos anos os corredores dos partidos e, depois, as salas e câmaras e corredores do Poder, não falam para nós, não estão a par do que vive o país real. Há muito que gizaram, em linha recta, a sua vida: das jotas para a universidade, da universidade para a TV, da TV para o poder. Popper tinha razão: na era da “humanidade sentada”, é a política-publicidade que vale e só vence o que vende. É pena que assim seja: a Argentina e o Brasil estão já aqui.

sábado, 6 de janeiro de 2024

A Frase (4)

 
Tento ser optimista mas, por mais que me esforce, continuo a pensar que há qualquer coisa que não está a funcionar nesta democracia.Da maneira que as coisas estão, arriscamo-nos a ter uma maioria de eleitores no centro direita e direita, mas um governo de esquerda, se fôr desse lado do espectro político que estiver o partido mais votado. Resultado: uma grande confusão!   (falcão, A Esquina do Rio)

Em muitos países, como na Bélgica ou em Itália, situações destas acontecem sem que daí venha mal ao mundo. Aqui, se suceder, vamos ver como as coisas correm. Talvez então alguém se lembre que, 50 anos depois do 25 de Abril, pode ser boa ideia adequar a Lei Eleitoral aos tempos actuais, evitar um desperdício de votos tão grande como tem acontecido - criando finalmente um círculo único de compensação que corrija as distorções do método de Hondt. Mas confesso que tenho dúvidas que os políticos de serviço, seja em qual dos grandes partidos estejam, se mostrem interessados em mudar alguma coisa de relevante. São retrógrados no pensamento político, presos de ideias feitas, gostam mais de olhar para o passado, do que encontrar caminhos para o futuro. Adoram romancear o que aconteceu e fogem de criar condições para mudanças e novas soluções. 

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

A Frase (265)

Uma estratégia para Portugal -   Nos últimos vinte anos a navegação à vista, as decisões de curto prazo, os projectos contraditórios e a multiplicidade de iniciativas sem orientação estratégica, têm empobrecido o País.          (Henrique Neto, OBSR)

Há muitos anos que em Portugal se navega à vista e com políticas avulsas e contraditórias entre si, o que limita o crescimento económico e empobrece os portugueses. É o caso, por exemplo, do PRR- Plano de recuperação e Resiliência, uma manta de retalhos de projectos contraditórios para todos os gostos e sem direcção certa. 

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Debate

 “António Costa foi vender um país que não existe e a oposição não compareceu para contrapor”

Olho Vivo, Visão

Pode ler ou ouvir, aqui, ali, e acolá muitas opinióes, pontos e contrapontos, mas nada de relevante que possa abanar este governo & Compª ou esta oposição em letargia. O país que resta lá vai caminhando meio sonâmbulo e aos solavancos pela ribanceira abaixo perante uma população contida uns, estarrecida outros e indiferente muitos outros.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Esta É A Frase

«Rui Rio ganhou o debate com António Costa, mas o que está em causa é outra coisa, é uma eleição. E o líder do PS comportou-se como aqueles pugilistas que se agarram ao adversário para ganhar tempo.»

António Costa, ECO

No debate que poderia decidir tudo, ou melhor, mudar o que as sondagens antecipam, António Costa disse aos jornalistas no final, já na rua, que os eleitores decidirão no dia 6 de outubro. A frase, aparentemente anódina, diz mais do que parece. Costa quis defender a sua posição, confortável, e sabia que Rio tinha ali a sua última oportunidade, por isso só lhe interessava que o “jogo” terminasse depressa. Rio ganhou, sim, surpreendeu, até, e dentro de três semanas se saberá se foi mesmo este o momento em que Costa, mau candidato como em 2015, perdeu a maioria absoluta.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Notícias Soltas ...

Espírito Santos Saúde mudou sistemas de pagamento, para que dinheiro passe a ir para outros bancos que não o BES. (aqui)

O  BCP antecipou a amortização de 1.850 milhões de euros dos fundos públicos que recebeu através dos CoCos para se recapitalizar.(aqui)

Acções do BCP valorizaram depois de queda de 20%.

Moscovo confirma embargo de um ano a bens agrícolas da UE e Estados Unidos

terça-feira, 15 de novembro de 2011

À Espera Que Amadureça . . .

A Comissão Europeia vai apresentar no próximo dia 23 de Novembro as suas propostas para a criação de obrigações europeias – os chamados eurobonds, os títulos de dívida pública conjuntos dos países que partilham a moeda única.


MAS, Durão Barroso reconhece que as condições políticas para aprovação da ideia ainda não estão amadurecidas.


Fonte: RR


E nós, pá ? Até quando podemos aguentar ?

terça-feira, 17 de maio de 2011

O Debate Passos Coelho / Francisco Louçã

...  Chega de 'numerologia' !

Passos Coelho : Um pouco mais claro que anteriormente e com mais convicção. Continua muito explicativo e sem objectivar a projecção das suas ideias directamente para as pessoas que o estão a ouvir.

Francisco Loucã : Pontos de referência - Madeira, Juros, Reestruturação da Dívida.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Debate Passos Coelho / Paulo Portas

Calmo, muito explicativo, embrulhado / Exuberante, manha

Pontos mais controversos:
Redução das autarquias
Redução do funcionalismo público
TSU

Discutiu-se política . Falta de ritmo

O Debate Jerónimo De Sousa / Louçã



Não houve debate.
Concordaram em quase tudo.
As únicas diferenças foram referidas por Jerónimo de Sousa - a história do partido e uma relativa divergência em relação à UE.

sábado, 6 de novembro de 2010

Causou Mossa No PS ...

... A Gestão Do dossiê do OE feita pelo Governo

O contraste de discursos entre os socialistas foi-se repetindo ao longo do último mês e teve mais um episódio no debate parlamentar desta semana.

Nas palavras de um deputado socialista, a intervenção de Assis, como a da ex-líder social-democrata Manuela Ferreira Leite, « foram uma espécie de momento 'ajudem-nos-a-sair-daqui-com-dignidade». O tom do líder parlamentar não foi coincidente com o do Governo, mas foi bem recebido pela bancada.
Bem menos efusiva foi a reacção ao discurso de Santos Silva - vários deputados permaneceram sentados e sem aplaudir. Explicação de um deputado: «Um discurso daqueles não faz sentido nesta altura». De outro: « É uma retórica desenquadrada da realidade do país».

Com o OE aprovado na generalidade eis que António Seguro protagoniza a maior fractura vista na bancada na presente legislatura, divisão que foi transportada para a reunião de deputados na passada quinta-feira, onde Seguro foi dizer que não vota « leis de olhos fechados», particularmente em áreas essenciais para a democracia como o financiamento dos partidos e combate à corrupção.
Na  quarta-feira descontentes com o pouco tempo para analisar o diploma que altera o financiamento dos partidos (distribuído no dia anterior), Seguro pediu adiamento da votação sendo acompanhado por mais 35 outros deputados, o que foi rejeitado . Na votação Seguro e mais 7 deputados abstiveram-se.( Fonte: Susete Francisco,SOL)

PS a sair da anestesia? Ou, a ver o poder a fugir?

sábado, 12 de setembro de 2009

Manuela Ferreira Leite VS José Sócrates




O debate foi esclarecedor nos temas debatidos , pena foi que outras temáticas como Justiça, Agricultura , Segurança tenham sido omitidos.

Sócrates - Começou nervoso, utilizou o palavreado do costume, o auto-elogio, a propaganda habitual e a promessa da continuar a mesma política. Nada de novo , a não ser que se ganhar as eleições os ministros serão todos substituídos. Serão?!

MFL - Não é uma oradora, é directa não utiliza tácticas pré-programadas e estudadas por um staff bem montado, é mais realista e cautelosa.

Sócrates - Utilizou a técnica habitual de 'atacar' como se fosse a oposição e não governo, argumentou com posições tomadas anteriores por MFL baseado-se no trabalho de casa preparado pelo staff que tem à disposição e que compila tudo o que foi dito ou escrito de há vários anos para cá, tentou destabilizar e confundir a adversária.

MFL- Poderia ter estado mais ao 'ataque' . Com um adversário como Sócrates poderia não ser tão 'respeitadora' dos tempos e das perguntas podendo ter introduzido temas mais fracturantes.
Sabe o que quer para o país tem ojectivos bem definidos. Passa uma imagem mais credível comparativamente a quem não nos merece confiança alguma.

Sócrates - Os argumentos falaciosos e cheios de 'manha' já não convencem ninguém .

MFL - O conhecimento do país REAL , a firmeza das convicções a lucidez como contraponto à teimosia quase despótica centrada numa fixidez egocêntrica .


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Paulo Portas VS Francisco Louçã



Foi um debate emotivo, não muito esclarecedor no que pretendem para o país, mas por outro lado ficou bem marcado o que os separa.

Ambos argumentam muito bem.

Louçã - mantém o seu discurso fracturante e de crítica pontual.

Portas - foi mais eficaz no seu propósito de ir ao encontro das preocupações do eleitorado indeciso.