domingo, 24 de junho de 2018

Quadras de São João


Ponho os olhos na cascata
Ponho os sonhos num balão
E a saudade que me mata
Eu ta dou, meu São João!


Carregam sonhos do povo.
Os balões que ardem no ar
Pondo no céu lume novo
Que brilha no nosso olhar.

sábado, 23 de junho de 2018

Notícias Soltas

*Este símbolo é uma mensagem política. E pode valer duras multas aos suíços





Esta É A Frase

«Quando não estão a pagar impostos ou a ver a CMTV, as vítimas vão tirar “selfies” com os carrascos e prometem-lhes devoção e votos. Os portugueses apreciam ser humilhados ou não percebem o que são?»

Alberto Gonçalves, OBSR 

Mistério ...

O mistério gera curiosidade e a curiosidade é a base do desejo humano para compreender.
Neil Armstrong

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Notícias Soltas (act.)

*Bruno de Carvalho: “Se receber um ‘não’ na Assembleia Geral, não me recandidato”




A Forma De Actuação Dos Opiáceos É Diferente Do Que Os Cientistas Supunham

Um neurónio mostrando a ativação do receptor opioide detectada pelo novo biossensor imediatamente antes (esquerda) e 20 segundos depois (direita) da aplicação de morfina. A seta aponta para o aparelho de Golgi, uma estrutura dentro da célula onde os receptores são ativados. 
[Imagem: Miriam Stoeber/Damien Jullié]
Teorias erradas, risco de morte

Fica cada vez mais claro por que os medicamentos opiáceos, ou opioides, usados no tratamento da dor, se tornaram uma epidemia responsável por milhares de mortes por overdose e mau uso em todo o mundo: Porque os investigadores simplesmente não sabem adequadamente como eles funcionam.
Alguns investigadores já haviam alertado que não há evidências científicas suficientes para o uso dos medicamentos opioides. No ano passado, uma equipe alemã mostrou que os opioides não são mediados exclusivamente pelos receptores no cérebro, mas também através da ativação de receptores nas células imunológicas.
Agora, a equipe da Dra Nora Volkow, do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (NIDA) dos EUA descobriu que, ao contrário do que os cientistas acreditavam, opioides como a morfina e a oxicodona atuam também dentro dos neurónios.

Teorias corretas, melhores medicamentos

O saber científico estabelecido afirma que os opioides, usados no tratamento da dor, atuariam apenas nos mesmos receptores superficiais que os opioides endógenos, que são produzidos naturalmente pelo cérebro.
O que se descobriu agora é que os polémicos medicamentos produzem seus efeitos ligando-se a receptores dentro dos neurónios. Quando os pesquisadores usaram uma nova sonda molecular para testar os medicamentos, eles descobriram que os opioides usados clinicamente também se ligam a receptores que não são alvo para os opioides naturais do corpo. E isso faz uma grande diferença.
Essa diferença entre a forma como os medicamentos opioides e os opioides naturais interagem com as células nervosas pode ajudar a desenvolver analgésicos que não produzam dependência ou outros efeitos adversos, como os produzidos pela morfina e outros medicamentos opioides, escreve a equipe em seu artigo, publicado na revista Neuron.
"Este estudo inovador revelou distinções importantes entre os opioides que o nosso cérebro produz naturalmente e os opioides terapêuticos que podem ser mal utilizados," disse a Dra Nora. "Esta informação pode usada para entender melhor os potenciais efeitos adversos dos opioides prescritos pela medicina e como manipular o sistema endógeno para alcançar ótimos resultados terapêuticos sem os efeitos colaterais prejudiciais da tolerância, dependência ou vício."

Fonte: DS

Melancolia ...


É esse céo um lago, 
E tu, reflexo vago 
D'um sol, como o que eu trago 
No seio, onde o afago, 
No seio, onde o aperto? 
   Oh luz orphã do dia! 
Que mystica harmonia 
Ha n'essa luz tão fria, 
E a sombra que me guia 
N'este areal deserto! 

Embora as nuvens trajem 
De dia outra roupagem, 
O sol, de que és imagem, 
Não tem essa linguagem 
Que encanta, que namora! 
   Fita-te a gente, estuda, 
(Sem mêdo que se illuda) 
Essa linguagem muda... 
O teu olhar ajuda... 
E a gente sente e chora! 

João de Deus

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Notícias Soltas

*Endividamento do setor não financeiro aumentou em abril impulsionado pelo Estado

*Ministério da Educação promete "agir disciplinarmente" contra homofobia

*Lei de Bases da Saúde: PSD diz que se BE quer discussão não pede a votação

*Casas estão mais caras em todo o país, grandes subidas chegam às periferias

Solstício De Verão !

Solsticio de Verão! O Sol chega ao seu ponto máximo no hemisfério norte, o dia é o mais comprido do ano e a noite a mais curta.

É o ponto alto do ciclo do Sol, o dia em que a semente da Luz será plantada na Terra - um dia de celebraçao do Poder da Luz Divina.

O Sol é o "pai da Vida", a Luz que permite que a vida nasce. É o Sol que nos orienta no nosso crescimento, físico bem como espiritual. Celebrar o Sol é celebrar a Criação. 

Sabendo que a partir do Solsticio, a força do Sol começará a diminuir gradualmente, o Solstício também é um dia em que lembramos que o processo da criação de nova vida vai acompanhado de um outro processo, da morte. 


Não há verão sem inverno, ou yin sem yang. Não há dia sem noite. A Deusa da Terra e o Deus do Sol continuam a sua dança em ciclos sucessivos de nascimento, crescimento, decadencia e morte. 

Celebramos que é no abraçar desta dualidade, que podemos tornar nos Unos. 

Que o dia do Solsticio possa ser um dia feliz para todos!


Fonte:Cavalo de Vento 

* Mais informação aqui.

Boa Noite!

Muita coisa que ontem parecia importante ou significativa amanhã virará pó no filtro da memória. Mas o sorriso (...) ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Notícias Soltas

Trump Um Estadista Que Se Comporta Como Um Jogador Perante Os Gigantescos Desafios Enfrentados Pela Humanidade

O presidente Trump vê o mundo como o palco de uma competição infinita, onde o ganho de curto prazo é o que lhe importa. Trata-se de um negociador que sabe aplicar eficazmente uma combinação entre surpresa e brutalidade. Isso funcionou, claramente, na especulação imobiliária, na indústria do jogo, nos reality shows, e noutros nichos de mercado onde ele fez nome e ganhou celebridade. Mas tal não se pode repetir quando um estadista se comporta como um jogador perante os gigantescos desafios enfrentados por uma humanidade, politicamente fragmentada, mas completamente envolvida por redes materiais e simbólicas de interdependência. A recusa de compromisso da presidência Trump perante a ameaça ambiental e climática é uma metonímia dos perigos e limites da sua política em geral. A maior potência mundial, em vez de contribuir para a cooperação obrigatória entre as nações perante perigos atuais ou iminentes, mais parece empenhada na implosão do que sobra do sistema internacional. (continuar a ler)

Hábito ...

Hábito: as algemas do homem livre.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Notícias Soltas

Estas São As Frases

O predomínio da racionalidade tecnocientífica, orientada para o matematizável, para o calculável, para o imediato e para o pragmático, convida a relegar para segundo plano o simbólico, o relacional-ético e tudo aquilo que nos remete para a esfera do sentido e do ser. 
Com a crise da razão, com o individualismo,com a alteração de conceitos e com a “relativização difusa de valores” que conduz a uma banalização das orientações e das decisões a tomar, à denominada “era do vazio” (que prescinde de normas e da busca da verdade), resta, apenas, a gestão da incerteza e um “niilismo existencial”.

Maria de Sousa Pereira Coutinho, OBSR

Quero Dos Deuses Só Que Me Não Lembrem


Quero dos deuses só que me não lembrem. 
Serei livre — sem dita nem desdita, 
Como o vento que é a vida 
Do ar que não é nada. 
O ódio e o amor iguais nos buscam; ambos, 
Cada um com seu modo, nos oprimem. 
          A quem deuses concedem 
          Nada, tem liberdade. 

Ricardo Reis,"Odes"

Heterónimo de Fernando Pessoa 

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Notícias Soltas

Sabedoria ...

Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado.

Millôr Fernandes