Pesquisar neste blogue

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Notícias Ao Fim Da Tarde

É Positivo

Nesta semana chuvosa que ainda agora começou, fica o convite para olharmos para o tanto de positivo que também vem deste pequeno país da Europa. Ainda há muita coisa para fazer, mas se olharmos também para aquilo que Portugal é hoje, comparativamente ao que era há 50 anos, talvez encontremos alguma luz no caminho. E percebamos que há palavras que fazem menos sentido do que aquilo que nos querem fazer crer: porque Portugal não são apenas problemas. As coisas boas ainda suplantam, largamente, as más. Não fora isso, e não teríamos metade do mundo a vir para cá viver.   (Margarida Vaqueiro Lopes, DN)


A verdade é que temos empresas que continuam, todos os dias, a faturar muito dinheiro, e a desenvolver a economia nacional, levando o nome de Portugal mais longe; a verdade é que temos atores, músicos, artistas a ganhar palco mundial; a verdade é que temos serviços que funcionam, médicos que salvam vidas, professores que garantem que temos pessoas bem formadas em cargos relevantes em muitas empresas por esse mundo fora.   (...)

Há sol no meio das núvens, SIM !

Somos Inocentes


A parte dura desta humana lida
é dizer sim na hora do não,
escolher mal entre silêncio e grito,
entre a noite e a explosão
do dia.

Ceder quando devíamos negar, dizer
não em lugar de afirmar, partir
quando era bom amar, fechar-se
em vez de resgatar
a vida.

Sermos tão incertos e indecisos,
perdendo o trem, a hora,
o agora: mas a gente
não sabia.

(Lya Luft)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Notícias Ao Fim Da Tarde

 

A Frase (14)

A segunda volta das presidenciais está transformada no choque ideológico entre a virtude e o vício. A virtude de Seguro e o vício de Ventura. O discurso político instalado reflecte uma dimensão moral muito para além da política. A moralização da República introduz no debate a dicotomia entre a natureza estática do Regime e a realidade dinâmica do voto na afirmação de um novo país em consolidação. Ventura é o retrato de um Portugal que perdeu a memória e o medo de votar na direita radical na miragem de um futuro alternativo. Seguro é o retrato de um Portugal que perdeu o desejo e a ambição de votar na solução de um futuro alternativo. Os portugueses não conseguem decidir via presidenciais entre a ilusão e a revelação de um futuro realista para o país. Esta indecisão secular dos portugueses explica a persistência de um Portugal adiado. A primeira volta das presidenciais escolhe dois candidatos que representam dois sentidos contrários para a nação moderna – O país das ilusões e o país das indecisões. Eis as duas faces opostas do país adiado.          (Carlos Marques Almeida, ECO)  

Eleições Ou Casa De Apostas ?!

 
O Presidente da República é eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses eleitores recenseados no território nacional, bem como dos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro.

Neste país a partir de  2015, ficou tudo mudado e virado ao contrário.

Agora o normal é assim ;
Onde vai por a sua ficha? Não sabe ainda? Porquê? Tem dúvidas!

Cuidado, pode ser insultado, questionado agressivamente ou apontado e marginalizado pelos comentadores e pelos jogadores que tenham um pensamento contrário.

Onde paira a democracia... Tristeza. 
(mfm)