Adaptar-se não elimina o risco climático, mas reduz a exposição. E, neste cenário, essa capacidade de adaptação começa a separar empresas preparadas daquelas que continuam a operar como se a estabilidade climática ainda fosse um dado adquirido.
Seguradoras ajustam prémios e restringem coberturas; cadeias de abastecimento são redesenhadas com mais redundância e menos eficiência; empresas de energia investem em redes mais resilientes para lidar com precipitação intensa e ondas de calor. A Iberdrola reforçou as suas redes elétricas para resistirem a fenómenos extremos, a Nestlé adaptou e relocalizou hubs logísticos vulneráveis a cheias, e a Sogrape ajustou práticas agrícolas e calendários face a secas e temperaturas mais elevadas.

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