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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Notícias Ao Fim Da Tarde
Esta É A Frase (27)
A verdadeira medida do sucesso, porém não estará no simbolismo do primeiro Conselho de Estado, mas na capacidade de transformar o tema em política consistente e escrutinada. Segurança e Defesa não são apenas assuntos de Estado — são, cada vez mais, assuntos de sociedade. É nesse plano que se avaliará o alcance desta Presidência. (Valentina Marcelino, DN)
Colocar a Segurança no início da agenda presidencial corresponde a um diagnóstico realista sobre os tempos em que vivemos. O desafio será manter essa centralidade quando a atenção mediática se deslocar para outras urgências. A continuidade estratégica é menos visível do que a resposta imediata, mas é ela que produz efeitos duradouros.
Num contexto de incerteza, a Segurança tornou-se um eixo transversal das políticas públicas. Assumi-la como prioridade presidencial é reconhecer essa realidade.
Num contexto de incerteza, a Segurança tornou-se um eixo transversal das políticas públicas. Assumi-la como prioridade presidencial é reconhecer essa realidade.
Saiba Como Vai Este País
A herança de Marcelo Rebelo de Sousa, ainda que não se possa dizer que seja totalmente da sua responsabilidade, é tudo menos brilhante, deixando ao seu sucessor alguns desafios que poderiam ser evitáveis se tivesse exercido a presidência de outra forma. Muito interventivo na palavra, foi pouco exigente para com a governação.
Podia não ter conseguido fazer a diferença, mas pelos menos estaríamos neste momento a recordar que tinha alertado os governos de António Costa para, pelo menos, a política orçamental que estava a ser inimiga dos serviços públicos e as medidas de praticamente liberalização da imigração que ameaçaram a coesão social. E que, quer queiramos quer não, explica boa parte do sucesso do Chega.
Podia não ter conseguido fazer a diferença, mas pelos menos estaríamos neste momento a recordar que tinha alertado os governos de António Costa para, pelo menos, a política orçamental que estava a ser inimiga dos serviços públicos e as medidas de praticamente liberalização da imigração que ameaçaram a coesão social. E que, quer queiramos quer não, explica boa parte do sucesso do Chega.
Se os anos passados, que beneficiaram de um quadro mais estável, poderiam ter sido diferentes se as políticas tivessem sido diferentes, os próximos cinco anos enfrentam um enquadramento muito mais desafiante para a política e as políticas públicas nacionais.
As presidenciais, quer se goste ou não, afirmaram André Ventura. Sim, é um terço dos votos, é uma minoria e andamos a preocupar-nos com minorias, argumenta-se. A questão não está na estática, mas na dinâmica. Vale a pena termos sempre presente que o Chega conseguiu, de 2019 para 2025, passar de um deputado para 60. E André Ventura superou, nestas presidenciais, a marca das legislativas de 2025. Temos sempre dito que não vai ser fácil crescer mais, mas as previsões têm sido sempre erradas.
O primeiro-ministro disse-nos que nada mudou, mantendo a sua estratégia de aprovar umas medidas com o Chega e outras com o PS. Vamos ver se isso é ainda possível com um teste especialmente importante na votação do Orçamento do Estado para 2027.
O primeiro-ministro disse-nos que nada mudou, mantendo a sua estratégia de aprovar umas medidas com o Chega e outras com o PS. Vamos ver se isso é ainda possível com um teste especialmente importante na votação do Orçamento do Estado para 2027.
Seguindo a lógica de André Ventura, podemos assistir a, mais uma vez, um empurrar da AD para os braços do PS, alimentando assim a retórica do “nós contra eles” ou de “estão todos feitos uns com os outros”.
Independentemente do que vier a acontecer, estes novos tempos de três grandes partidos, tornam a gestão do sistema muito mais difícil. O que é um desafio para o novo Presidente e para o primeiro-ministro, na sua ambição de terminar a legislatura.
(Estes são alguns tópicos do texto da autoria de Helena Garrido, hoje no OBSR, com os quais concordo inteiramente.)
Poema Do Futuro
Conscientemente escrevo e, consciente,
medito o meu destino.
No declive do tempo os anos correm,
deslizam como a água, até que um dia
um possível leitor pega num livro
e lê,
lê displicentemente,
por mero acaso, sem saber porquê.
Lê, e sorri.
Sorri da construção do verso que destoa
no seu diferente ouvido;
sorri dos termos que o poeta usou
onde os fungos do tempo deixaram cheiro a mofo;
e sorri, quase ri, do íntimo sentido,
do latejar antigo
daquele corpo imóvel, exhumado
da vala do poema.
Na História Natural dos sentimentos
tudo se transformou.
O amor tem outras falas,
a dor outras arestas,
a esperança outros disfarces,
a raiva outros esgares.
Estendido sobre a página, exposto e descoberto,
exemplar curioso de um mundo ultrapassado,
é tudo quanto fica,
é tudo quanto resta
de um ser que entre outros seres
vagueou sobre a Terra.
(António Gedeão)
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