O planeamento de emergência no Reino Unido não está setorizado numa área governativa, é centralizado no Gabinete do primeiro-ministro, com vista a uma integração intersectorial, sendo esta matéria entendida como uma questão de soberania.
A falta de cultura de planeamento, conjugada com uma postura individualista, expressa no orgulho da capacidade de desenrascanço dos portugueses, continuam a desculpar falhas graves de atuação dos poderes públicos no planeamento e na resposta a emergências, deixando populações entregues a si, com pouco ou nenhum amparo.
Quem tem por ofício elaborar instrumentos de planeamento territorial sabe a importância de um adequado ordenamento do território para aumento da resiliência a catástrofes, particularmente quando estão em causa fenómenos de cheias, galgamento costeiro, deslizamentos de terras, fogos florestais, etc.
Tem sido menos visível a necessária discussão sobre a gestão do território, bem como o planeamento da ação perante fenómenos climáticos extremos, que serão progressivamente mais frequentes
O planeamento de emergência no Reino Unido não está setorizado numa área governativa, é centralizado no Gabinete do primeiro-ministro, com vista a uma integração intersectorial, sendo esta matéria entendida como uma questão de soberania.
Particularidades à parte, os dispositivos de socorro ou de apoio às populações afetadas são muitas vezes os mesmos em respostas emergenciais com origem em diferentes contextos. Por exemplo, o mesmo dispositivo de ambulâncias tanto serve o socorro a vítimas de um acidente ferroviário, como a vítimas de uma tempestade, como a vítimas de uma ação terrorista ou a vítimas de um deslizamento de terras. A chave está na integração e coordenação dos diferentes meios, geridos de forma descentralizada ou de forma setorizada.
Por outro lado, para a resiliência do território e das populações são cruciais os planos de gestão e de manutenção de infraestruturas urbanas, bem como a preparação prévia dos eventos, veiculando-se informação clara e precisa, antes, durante e depois da ocorrência dos eventos.
Quem tem por ofício elaborar instrumentos de planeamento territorial sabe a importância de um adequado ordenamento do território para aumento da resiliência a catástrofes, particularmente quando estão em causa fenómenos de cheias, galgamento costeiro, deslizamentos de terras, fogos florestais, etc.
Tem sido menos visível a necessária discussão sobre a gestão do território, bem como o planeamento da ação perante fenómenos climáticos extremos, que serão progressivamente mais frequentes
O planeamento de emergência no Reino Unido não está setorizado numa área governativa, é centralizado no Gabinete do primeiro-ministro, com vista a uma integração intersectorial, sendo esta matéria entendida como uma questão de soberania.
Particularidades à parte, os dispositivos de socorro ou de apoio às populações afetadas são muitas vezes os mesmos em respostas emergenciais com origem em diferentes contextos. Por exemplo, o mesmo dispositivo de ambulâncias tanto serve o socorro a vítimas de um acidente ferroviário, como a vítimas de uma tempestade, como a vítimas de uma ação terrorista ou a vítimas de um deslizamento de terras. A chave está na integração e coordenação dos diferentes meios, geridos de forma descentralizada ou de forma setorizada.
Por outro lado, para a resiliência do território e das populações são cruciais os planos de gestão e de manutenção de infraestruturas urbanas, bem como a preparação prévia dos eventos, veiculando-se informação clara e precisa, antes, durante e depois da ocorrência dos eventos.

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