Há campanhas eleitorais que se decidem por ideias. Outras por biografias. E depois há aquelas (como a presidencial que agora atravessa Portugal) que se decidem sobretudo por quem comunica melhor no teatro permanente da atenção. Não é que as propostas não existam. É só que, nesta fase, o eleitor ainda está a escolher… personagens.
E nesta primeira etapa, se o prémio fosse para comunicação política, os vencedores provisórios parecem claros: Seguro e Cotrim. Cada um no seu registo, ambos perceberam o essencial: numa campanha moderna, o conteúdo é importante, mas o tom é decisivo. (...)
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