Colocar a Segurança no início da agenda presidencial corresponde a um diagnóstico realista sobre os tempos em que vivemos. O desafio será manter essa centralidade quando a atenção mediática se deslocar para outras urgências. A continuidade estratégica é menos visível do que a resposta imediata, mas é ela que produz efeitos duradouros.
Num contexto de incerteza, a Segurança tornou-se um eixo transversal das políticas públicas. Assumi-la como prioridade presidencial é reconhecer essa realidade.
Num contexto de incerteza, a Segurança tornou-se um eixo transversal das políticas públicas. Assumi-la como prioridade presidencial é reconhecer essa realidade.

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