Fujo de quem me quer e quero quem de mim foge
A rotina me entedia, o desafio me fascina,
o improvável me chama.
(daliahewia)
É possível que tenha uma vida muito ocupada, usando a sua mente para resolver problemas e criando soluções para o dia a dia, mas provavelmente já se sentiu agindo sem inteligência não é mesmo?
Essa sensação pode ser facilmente compreendida quando analisada sob o ponto de vista da neurociência, segundo Livia Ciacci, neurocientista e Mestre em Sistemas Neuronais do Supera – Ginastica para o cérebro.
O primeiro ponto para entendermos o porquê nos sentimos assim é entender que a inteligência como a entendemos hoje é um fator que depende de algumas variantes, veja:
O primeiro passo, que estaria escrito no manual de instruções do cérebro, é respeitar as limitações biológicas e ajudá-lo a ficar saudável”, lembrou a cientista.
Podemos entender a inteligência principalmente como a habilidade de usar nossos sentidos e pensamentos para resolver problemas, o que não é simplesmente receber um estímulo do ambiente e reagir a ele, segundo a especialista. “Ser inteligente na espécie humana é saber analisar dados racionalmente – adotando o tipo de pensamento metódico – e ao mesmo tempo perceber que pode mudar o ponto de vista e inverter totalmente a estratégia – adotando o tipo de pensamento flexível”, lembrou.
Por que usar muito a cabeça não é pensar com inteligênciaAlgum esforço mental pode nos deixar mais inteligentes?
Inteligência é um termo com muitas definições a depender da área de estudo, mas pode ser entendida como a capacidade de analisar informações, aprender com a experiência e adaptar-se ao ambiente. Podemos entender a inteligência principalmente como a habilidade de usar nossos sentidos e pensamentos para resolver problemas, o que não é simplesmente receber um estímulo do ambiente e reagir a ele, segundo a especialista. “Ser inteligente na espécie humana é saber analisar dados racionalmente – adotando o tipo de pensamento metódico – e ao mesmo tempo perceber que pode mudar o ponto de vista e inverter totalmente a estratégia – adotando o tipo de pensamento flexível”, lembrou.
Inteligência é um termo com muitas definições a depender da área de estudo, mas pode ser entendida como a capacidade de analisar informações, aprender com a experiência e adaptar-se ao ambiente. Podemos entender a inteligência principalmente como a habilidade de usar nossos sentidos e pensamentos para resolver problemas, o que não é simplesmente receber um estímulo do ambiente e reagir a ele, segundo a especialista. “Ser inteligente na espécie humana é saber analisar dados racionalmente – adotando o tipo de pensamento metódico – e ao mesmo tempo perceber que pode mudar o ponto de vista e inverter totalmente a estratégia – adotando o tipo de pensamento flexível”, lembrou.
O treino cognitivo e a inteligência
A ginástica para o cérebro ou treino cognitivo torna uma série de habilidades mais bem desenvolvidas e automatizáveis com mais facilidade, o que poupa energia para usar em processos de pensamento mais lentos, como ponderar decisões e ser criativo.
“Foco, concentração, memória, noção visuoespacial e atenção são funções cognitivas base para todo processamento cognitivo – treiná-las é como ‘afiar o machado’. Por exemplo, se desenvolvemos a habilidade da atenção seletiva, conseguimos focar melhor nas informações úteis sem o desespero de tentar “guardar tudo na cabeça” – o que seria ineficaz! Se desenvolvemos bem a memória de trabalho, entendemos que ela é limitada e aprendemos quais estratégias vão funcionar para que não esqueça aquela tarefa importante”, lembrou Livia Ciacci, neurocientista do Supera.
A ginástica para o cérebro ou treino cognitivo torna uma série de habilidades mais bem desenvolvidas e automatizáveis com mais facilidade, o que poupa energia para usar em processos de pensamento mais lentos, como ponderar decisões e ser criativo.
“Foco, concentração, memória, noção visuoespacial e atenção são funções cognitivas base para todo processamento cognitivo – treiná-las é como ‘afiar o machado’. Por exemplo, se desenvolvemos a habilidade da atenção seletiva, conseguimos focar melhor nas informações úteis sem o desespero de tentar “guardar tudo na cabeça” – o que seria ineficaz! Se desenvolvemos bem a memória de trabalho, entendemos que ela é limitada e aprendemos quais estratégias vão funcionar para que não esqueça aquela tarefa importante”, lembrou Livia Ciacci, neurocientista do Supera.

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