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domingo, 15 de março de 2026
Notícias Ao Fim Da Tarde
Honestidade Seletiva
A honestidade é uma característica universalmente valorizada, e geralmente preferimos quem nos dá opiniões e pareceres honestos, percebendo essas pessoas como confiáveis e previsíveis. Além disso, tendemos a atribuir um nível mais elevado de moralidade a pessoas que se comportam de forma previsível do que àquelas que não são consistentes.No entanto, em algumas situações, um comportamento flexível pode ser percebido como mais moral do que a honestidade "rígida", por assim dizer.
O que acontece é que, embora valorizemos a honestidade, também atribuímos um nível mais elevado de moralidade a pessoas que não são francas demais, às vezes até distorcendo a realidade para evitar magoar os outros. Mas isto só vale para os outros: Nós preferimos ouvir a verdade nua e crua quando o feedback nos diz respeito.
Esta foi a descoberta surpreendente de dois psicólogos poloneses, Katarzyna Cantarero (Universidade SWPS) e Michal Biaek (Universidade da Breslávia), que decidiram investigar como julgamos e selecionamos quem nos dá feedback: Desde aqueles que são sempre honestos até aqueles que "suavizam a verdade" para evitar magoar o destinatário do comentário.
Embora os participantes (cerca de 900) tenham tendido a atribuir notas morais mais altas a "mentirosos pró-sociais", a maioria não quer receber esse tipo de feedback quando estiver envolvido na situação. Quando se tratava de escolher alguém para avaliar o próprio desempenho, a quase totalidade preferiu alguém que fosse honesto e "falasse na lata".
A situação mudou totalmente quando se tratava de uma pessoa que era apontada como tendo dificuldade em lidar com feedback negativo: Para pessoas emocionalmente sensíveis, a maioria preferiu escolher alguém que as acolhesse e desse retornos que as mantivessem motivadas, relativizando o valor da verdade nua e crua.
Segundo os dois psicólogos, esta descoberta sugere que a honestidade a todo custo é um mito, e que tipicamente acreditamos que não existe uma estratégia de feedback universal e ideal em relacionamentos interpessoais: As pessoas valorizam a capacidade de responder às necessidades emocionais de outra pessoa e adaptar a comunicação a elas, dependendo do contexto social, mesmo quando isso exija abrir mão da verdade claramente exposta.
Em outras palavras, ferir os outros com palavras é considerado menos moralmente aceitável do que simplesmente falar a verdade sem levar em conta a suscetibilidade do outro.
Checagem com artigo científico:
O que acontece é que, embora valorizemos a honestidade, também atribuímos um nível mais elevado de moralidade a pessoas que não são francas demais, às vezes até distorcendo a realidade para evitar magoar os outros. Mas isto só vale para os outros: Nós preferimos ouvir a verdade nua e crua quando o feedback nos diz respeito.
Esta foi a descoberta surpreendente de dois psicólogos poloneses, Katarzyna Cantarero (Universidade SWPS) e Michal Biaek (Universidade da Breslávia), que decidiram investigar como julgamos e selecionamos quem nos dá feedback: Desde aqueles que são sempre honestos até aqueles que "suavizam a verdade" para evitar magoar o destinatário do comentário.
Embora os participantes (cerca de 900) tenham tendido a atribuir notas morais mais altas a "mentirosos pró-sociais", a maioria não quer receber esse tipo de feedback quando estiver envolvido na situação. Quando se tratava de escolher alguém para avaliar o próprio desempenho, a quase totalidade preferiu alguém que fosse honesto e "falasse na lata".
A situação mudou totalmente quando se tratava de uma pessoa que era apontada como tendo dificuldade em lidar com feedback negativo: Para pessoas emocionalmente sensíveis, a maioria preferiu escolher alguém que as acolhesse e desse retornos que as mantivessem motivadas, relativizando o valor da verdade nua e crua.
Segundo os dois psicólogos, esta descoberta sugere que a honestidade a todo custo é um mito, e que tipicamente acreditamos que não existe uma estratégia de feedback universal e ideal em relacionamentos interpessoais: As pessoas valorizam a capacidade de responder às necessidades emocionais de outra pessoa e adaptar a comunicação a elas, dependendo do contexto social, mesmo quando isso exija abrir mão da verdade claramente exposta.
Em outras palavras, ferir os outros com palavras é considerado menos moralmente aceitável do que simplesmente falar a verdade sem levar em conta a suscetibilidade do outro.
Checagem com artigo científico:
Artigo: Selective (dis)honesty: Choosing overly positive feedback only when the truth hurts
Autores: Katarzyna Cantarero, Michal Bialek
Publicação: British Journal of Social Psychology (via DS)
DOI: 10.1111/bjso.70020
Autores: Katarzyna Cantarero, Michal Bialek
Publicação: British Journal of Social Psychology (via DS)
DOI: 10.1111/bjso.70020
Permanência Da Poesia
Quando a luz desaparecer de todo,
Mergulharei em mim mesmo e te procurarei lá dentro.
A beleza é eterna.
A poesia é eterna.
A liberdade é eterna.
Elas subsistem, apesar de tudo.
É inútil assassinar crianças. É inútil atirar aos cães os que,
de repente, se rebelam e erguem a cabeça olímpica.
A beleza é eterna. A Poesia é eterna. A liberdade é eterna.
Podem exilar a poesia: exilada, ainda será mais límpida.
As horas passam, os homens caem,
A poesia fica.
Aproxima-te e escuta.
Há uma voz na noite!
Olha:
É uma luz na noite!
(Emílio Moura)
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