A leitura apressada sugere uma ascensão chinesa. A leitura cuidadosa revela algo mais sofisticado e consequente. O que está em curso não é apenas uma erosão da confiança em Washington, mas uma reconfiguração silenciosa da legitimidade internacional.
(Marcus Vinícius De Freitas, J Económico)
Há momentos na história em que os números deixam de ser meros indicadores e passam a funcionar como sinais precursores de transformações mais profundas. O mais recente relatório da Gallup— publicado em 3 de abril de 2026 — oferece precisamente esse tipo de indício: pela primeira vez em quase duas décadas, a China ultrapassou os Estados Unidos na aprovação global da sua liderança — 36% contra 31% em 2025.
A leitura apressada sugere uma ascensão chinesa. A leitura cuidadosa revela algo mais sofisticado — e mais consequente. O que está em curso não é apenas uma erosão da confiança em Washington, mas uma reconfiguração silenciosa da legitimidade internacional.
A leitura apressada sugere uma ascensão chinesa. A leitura cuidadosa revela algo mais sofisticado — e mais consequente. O que está em curso não é apenas uma erosão da confiança em Washington, mas uma reconfiguração silenciosa da legitimidade internacional.
A negociação da lei laboral é um exemplo da decadência dos sindicatos. Que parecem preferir desemprego a contratos a prazo e luta partidária a representação dos trabalhadores. (Helena Garrido, OBSR)

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