(José Crespo de Carvalho, J Negocios)
A leitura é simples. A questão central já não é apenas haver mais ou menos talento disponível. É haver talento certo, no lugar certo, com as competências certas e no tempo certo. O ponto crítico é o “matching”: a capacidade de ligar pessoas, competências e necessidades reais das organizações.Três prioridades dominam a agenda: 1) rever estruturas orgaunções, métricas, carreiras e modelos de liderança.2) expandir programas de “upskilling” e “reskilling”, e, finalmente, 3) apoiar a adoção de inteligência artificial e automação.
Porém, a que souber trabalhar com empresas, com governos e com a sociedade na construção de competências críticas será parte da solução. IA, pensamento crítico, liderança, decisão, ética, geopolítica, operações, dados e capacidade de adaptação têm de passar a viver no mesmo espaço pedagógico e serem componentes de ganho de autonomia, capacidade de decisão, assunção de responsabilidade.
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