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sábado, 18 de abril de 2026

Notícias Ao Fim Da Tarde

Novas Espécies De Aranhas Descobertas No Alentejo


Seis novas espécies de aranhas descobertas no Alentejo
Uma aranha do género que inspirou a personagem do Homem-Aranha está entre seis novas aranhas espécies descobertas no Alentejo, revelou em comunicado a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

Uma das seis aranhas encontradas na Herdade da Ribeira Abaixo é do género Scytodes e tem “o traço distintivo de cuspir teia com veneno para aprisionar as presas”, pertencendo ao grupo da “aranha que serviu de inspiração para a história do Homem-Aranha”, o super-herói da Marvel Comics criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1962.

Das restantes cinco aranhas, “duas das espécies pertencem ao género Dysdera (que inclui as aranhas-de-tenaz que se alimentam de bichos-de-conta); outras duas pertencem ao género Harpactea (mais pequenas, escuras e elegantes que as do género Dysdera)” e “há uma espécie classificada dentro do género Pelecopsis (típicas caçadoras furtivas)”, adianta o comunicado.

Agora em laboratório, Pedro Cardoso trabalha com Miguel Sousa, investigador do CE3C e aluno de mestrado em Biologia da Conservação na FCUL, no processo de descrição científica das espécies descobertas. “Temos a certeza de que são espécies que ainda não eram conhecidas e queremos continuar com a descrição científica de cada uma delas” (Público)

Sou Feita De Retalhos

Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma.
Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou.
Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior...
Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade...
Que me tornam mais pessoa, mais humana, mais completa.

E penso que é assim mesmo que a vida se faz: de pedaços de outras gentes que vão se tornando parte da gente também.
E a melhor parte é que nunca estaremos prontos, finalizados...
Haverá sempre um retalho novo para adicionar a alma.

Portanto, obrigada a cada um de vocês, que fazem parte da minha vida e que me permitem engrandecer minha história com os retalhos deixados em mim. Que eu também possa deixar pedacinhos de mim pelos caminhos e que eles possam ser parte das suas histórias.

E que assim, de retalho em retalho, possamos nos tornar, um dia, um imenso bordado de "nós".

(Cris Pizzimenti)