Este conflito expõe, não só erros políticos e estratégicos, mas uma transformação mais profunda na forma como as guerras são travadas, justificadas e prolongadas. E se a principal lição a tirar for que um poder militar superior já não garante automaticamente o sucesso? Ou que a prática da escalada agora substitui a estratégia? Questões a serem vistas no futuro com muito cuidado. Com isto não pretendo dizer que o principal objetivo político desta guerra, a questão nuclear iraniana, não seja válido e relevante para a estabilidade e segurança da região.
(Marco Serronha, SOL)
A guerra escapa cada vez mais ao controlo político, gerando dinâmicas que reformulam tanto a Estratégia, como o sistema internacional, de formas que os líderes nem pretendem nem parecem compreender totalmente.

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