A conclusão é evidente: o Governo, não sendo reformista, até tem em marcha diferentes políticas públicas muito relevantes – na gestão da água, nos transportes públicos e acessos, no Tribunal de Contas, na contratação pública, na lei laboral, nos impostos e etc. – que traduzem uma melhoria face aos últimos e imobilistas governos de António Costa.
No entanto, como a ideia não passou, tentou recauchutar tudo e, em muitos casos, vender o usado como novo, ainda por cima com medíocre talento retórico. Sinceramente, não havia necessidade deste hino à vaidade tão socrático, tão costista, tão pouco útil a um país que precisa de mais e muito melhor, seja público ou privado.

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