Um fundo soberano pode ser um instrumento útil; dificilmente será um substituto para reformas (laboral, fiscal, judicial, tecnológica) que continuam por fazer. (Luís Miguel Henriques, J Negócios)
“De boas intenções está o inferno cheio.” A máxima é antiga, mas mantém uma desconfortável atualidade sempre que o Estado português decide agir como “investidor estratégico”

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