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sábado, 20 de junho de 2026
Notícias Ao Fim Da Tarde
Um Dos Grandes Problemas De Uma Guerra, É Ser Difícil Saber Como Irá Acabar.
Este compromisso acolhe uma série de pretensões iranianas, reduz os meios de pressão dos EUA, e deixa cair praticamente todos os principais objetivos declarados por Trump (Bruno Cardoso Reis, OBSR)
Um dos grandes problemas de uma guerra, no entanto, é ser muito difícil saber como irá acabar. O inimigo tem um voto que torna a sua evolução, custo e desfecho difíceis de prever. Trump cometeu em relação ao inimigo iraniano um erro frequente e sempre muito custoso – subestimar o inimigo e a sua vontade de continuar a combater. Este acordo de cessar-fogo reflete esse erro. O mínimo que podemos fazer é tentar aprender alguma coisa com o sucedido.
Teremos de lidar com o uso crescente da inteligência artificial. Isso cria grandes oportunidades, mas também cria grandes problemas, inclusive éticos. Um dos mais importantes para a Estamos cada vez mais numa Guerra Fria tecnológica e em torno de outros recursos estratégicos entre os EUA e a China, em que a Europa está a ficar para trás, marginalizada. A Europa corre o risco, se ficar a regular sem inovar, de acabar por não ter o que regular. Precisamos de mudar de paradigma, não nas palavras, mas nas ações. (...)
Trump sempre achou que podia acabar com uma guerra com a facilidade com que fecha acordos imobiliários à custa da força da sua marca personalizada. (...)
O resultado é que este compromisso acolhe uma série de pretensões iranianas, reduz os meios de pressão dos EUA, e deixa cair praticamente todos os principais objetivos declarados por Trump: mudança de regime, fim do programa de mísseis, fim do apoio a grupos armados pela região, fim do programa de enriquecimento nuclear. De todos estes pontos apenas o nuclear é mencionado, mas em termos de um compromisso de continuar a negociar. E o Irão sempre disse que não queria ter armas nucleares. (...)
Teremos de lidar com o uso crescente da inteligência artificial. Isso cria grandes oportunidades, mas também cria grandes problemas, inclusive éticos. Um dos mais importantes para a Estamos cada vez mais numa Guerra Fria tecnológica e em torno de outros recursos estratégicos entre os EUA e a China, em que a Europa está a ficar para trás, marginalizada. A Europa corre o risco, se ficar a regular sem inovar, de acabar por não ter o que regular. Precisamos de mudar de paradigma, não nas palavras, mas nas ações. (...)
Trump sempre achou que podia acabar com uma guerra com a facilidade com que fecha acordos imobiliários à custa da força da sua marca personalizada. (...)
O resultado é que este compromisso acolhe uma série de pretensões iranianas, reduz os meios de pressão dos EUA, e deixa cair praticamente todos os principais objetivos declarados por Trump: mudança de regime, fim do programa de mísseis, fim do apoio a grupos armados pela região, fim do programa de enriquecimento nuclear. De todos estes pontos apenas o nuclear é mencionado, mas em termos de um compromisso de continuar a negociar. E o Irão sempre disse que não queria ter armas nucleares. (...)
Os EUA viram a sua credibilidade como aliado e o seu papel de máximo garante da ordem global mais uma vez minados pela Administração Trump. A Trump isso não importa, só lhe interessa o seu protagonismo, os seus ganhos económicos e políticos pessoais, mas os verdadeiros amigos dos EUA sabem que isto é um grande problema, e não apenas para os norte-americanos.
Quem Tem Poucos Amigos Costuma Ter Estes 5 Traços Psicológicos Comuns
Quem tem poucos amigos costuma ter estes 5 traços psicológicos — o 4º surpreende especialistas até hoje Muita gente ainda associa vida social reduzida a timidez extrema, dificuldade de convivência ou até “problema de personalidade”. Só que a psicologia costuma olhar para isso de um jeito bem menos raso.
Em vários casos, ter poucos amigos está ligado a traços emocionais e comportamentais específicos, que fazem a pessoa ser mais criteriosa ao escolher com quem se relaciona.
Isso acontece porque nem todo mundo sente necessidade de circular entre muitos grupos, manter contato frequente ou sustentar vínculos por conveniência.
Há perfis que funcionam melhor em relações mais consistentes, com espaço para confiança, intimidade emocional e troca real. A seguir, estão cinco características que aparecem com frequência em pessoas que têm poucos ou nenhum amigo.
1. Elas percebem com rapidez quando uma relação não é genuína
Quem convive com um círculo muito pequeno costuma ter um radar social mais apurado para incoerências, disputas veladas, falsidade e aproximações por interesse.
São pessoas que tendem a notar mudanças de tom, ironias mal disfarçadas, comentários atravessados e atitudes que muita gente releva para evitar conflito.
Por causa disso, acabam se afastando com facilidade de ambientes em que tudo gira em torno de aparência, conveniência ou jogos de influência.
Em vez de insistirem em interações que causam desgaste, preferem se preservar. De fora, isso pode parecer frieza; na prática, costuma ser um limite bem claro sobre o que aceitam viver.
Em vários casos, ter poucos amigos está ligado a traços emocionais e comportamentais específicos, que fazem a pessoa ser mais criteriosa ao escolher com quem se relaciona.
Isso acontece porque nem todo mundo sente necessidade de circular entre muitos grupos, manter contato frequente ou sustentar vínculos por conveniência.
Há perfis que funcionam melhor em relações mais consistentes, com espaço para confiança, intimidade emocional e troca real. A seguir, estão cinco características que aparecem com frequência em pessoas que têm poucos ou nenhum amigo.
1. Elas percebem com rapidez quando uma relação não é genuína
Quem convive com um círculo muito pequeno costuma ter um radar social mais apurado para incoerências, disputas veladas, falsidade e aproximações por interesse.
São pessoas que tendem a notar mudanças de tom, ironias mal disfarçadas, comentários atravessados e atitudes que muita gente releva para evitar conflito.
Por causa disso, acabam se afastando com facilidade de ambientes em que tudo gira em torno de aparência, conveniência ou jogos de influência.
Em vez de insistirem em interações que causam desgaste, preferem se preservar. De fora, isso pode parecer frieza; na prática, costuma ser um limite bem claro sobre o que aceitam viver.
2. Elas não se satisfazem com conversa automática
Outra característica comum é o pouco interesse por relações mantidas só por hábito social. Pessoas com poucos amigos costumam se envolver mais quando existe profundidade na troca: conversa com conteúdo, escuta verdadeira, afinidade de valores e abertura para falar do que realmente importa.
Esse perfil raramente se anima com interações muito protocolares, superficiais ou baseadas apenas em repetição de rotina.
Não significa arrogância nem desinteresse pelos outros. Significa que a pessoa precisa sentir algum sentido naquela conexão. Quando isso não acontece, ela tende a não forçar intimidade.
Outra característica comum é o pouco interesse por relações mantidas só por hábito social. Pessoas com poucos amigos costumam se envolver mais quando existe profundidade na troca: conversa com conteúdo, escuta verdadeira, afinidade de valores e abertura para falar do que realmente importa.
Esse perfil raramente se anima com interações muito protocolares, superficiais ou baseadas apenas em repetição de rotina.
Não significa arrogância nem desinteresse pelos outros. Significa que a pessoa precisa sentir algum sentido naquela conexão. Quando isso não acontece, ela tende a não forçar intimidade.
3. O convívio social pode cansar mais do que o normal
Há também um fator importante ligado ao modo como certas pessoas processam estímulos.
Ambientes cheios, conversas paralelas, demandas emocionais e leitura constante do comportamento alheio podem gerar um nível de sobrecarga maior em alguns perfis.
Nesses casos, sair, interagir e sustentar muitas trocas no mesmo dia exige energia mental de verdade. Depois, vem a necessidade de se recolher, ficar em silêncio, organizar pensamentos e recuperar o equilíbrio.
Isso não quer dizer antipatia, rejeição ou falta de habilidade social. É, muitas vezes, uma forma diferente de funcionamento psíquico.
4. Elas costumam depender menos de validação externa
Pessoas com poucos amigos frequentemente desenvolveram uma autonomia emocional mais forte.
Conseguem tomar decisões sozinhas, ocupar o próprio tempo, refletir sem precisar de plateia e lidar com longos períodos de solitude sem transformar isso em sofrimento automático.
Essa independência costuma ser mal interpretada, porque vivemos numa cultura que valoriza presença constante, popularidade e disponibilidade social.
Só que nem todo mundo precisa desse retorno o tempo inteiro para se sentir bem. Em muitos casos, a pessoa até gosta de estar com alguém, mas não sente urgência em preencher todo vazio com companhia.
Há também um fator importante ligado ao modo como certas pessoas processam estímulos.
Ambientes cheios, conversas paralelas, demandas emocionais e leitura constante do comportamento alheio podem gerar um nível de sobrecarga maior em alguns perfis.
Nesses casos, sair, interagir e sustentar muitas trocas no mesmo dia exige energia mental de verdade. Depois, vem a necessidade de se recolher, ficar em silêncio, organizar pensamentos e recuperar o equilíbrio.
Isso não quer dizer antipatia, rejeição ou falta de habilidade social. É, muitas vezes, uma forma diferente de funcionamento psíquico.
4. Elas costumam depender menos de validação externa
Pessoas com poucos amigos frequentemente desenvolveram uma autonomia emocional mais forte.
Conseguem tomar decisões sozinhas, ocupar o próprio tempo, refletir sem precisar de plateia e lidar com longos períodos de solitude sem transformar isso em sofrimento automático.
Essa independência costuma ser mal interpretada, porque vivemos numa cultura que valoriza presença constante, popularidade e disponibilidade social.
Só que nem todo mundo precisa desse retorno o tempo inteiro para se sentir bem. Em muitos casos, a pessoa até gosta de estar com alguém, mas não sente urgência em preencher todo vazio com companhia.
5. Elas demoram mais para confiar por causa do que já viveram
Experiências passadas também pesam bastante. Decepções com amizades, exclusão, traições, exposição indevida, críticas recorrentes ou relações desequilibradas podem deixar a pessoa mais observadora antes de permitir proximidade.
Com o tempo, ela aprende a olhar menos para discurso e mais para consistência: como o outro age, como reage em momentos difíceis, se respeita limites, se sabe guardar confiança.
Esse cuidado extra pode reduzir o número de amigos, mas costuma funcionar como proteção emocional. Em vez de abrir espaço rapidamente, a pessoa filtra mais — e isso muda todo o tamanho do círculo social.
Ter poucos amigos, portanto, não aponta necessariamente para solidão, inadequação ou tristeza. Em muitos casos, revela seletividade, sensibilidade, autocontrole e uma busca mais rigorosa por relações que valham a pena de verdade.
Experiências passadas também pesam bastante. Decepções com amizades, exclusão, traições, exposição indevida, críticas recorrentes ou relações desequilibradas podem deixar a pessoa mais observadora antes de permitir proximidade.
Com o tempo, ela aprende a olhar menos para discurso e mais para consistência: como o outro age, como reage em momentos difíceis, se respeita limites, se sabe guardar confiança.
Esse cuidado extra pode reduzir o número de amigos, mas costuma funcionar como proteção emocional. Em vez de abrir espaço rapidamente, a pessoa filtra mais — e isso muda todo o tamanho do círculo social.
Ter poucos amigos, portanto, não aponta necessariamente para solidão, inadequação ou tristeza. Em muitos casos, revela seletividade, sensibilidade, autocontrole e uma busca mais rigorosa por relações que valham a pena de verdade.
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