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sexta-feira, 13 de março de 2009
Forças De Segurança Debilitadas Descredibilizadas E Sem Forças
"O problema fica a dever-se às más políticas neste sector e ao desinvestimento nas forças de segurança, que, consequentemente, levam ao aumento da criminalidade violenta", disse.
Para Carlos Anjos, é preciso aumentar o policiamento nas ruas, mas defende também uma alteração nas leis relativas à segurança e à criminalidade, que qualifica como "demasiado complexas", considerando "necessária uma simplificação" das mesmas.
Referiu-se, também, às políticas de imigração, para questionar: "Estão ou não a ser bem feitas?". .......
"Mas nós consideramos ainda que o cenário talvez seja pior do que aquele apresentado, porque sabemos que muita da criminalidade vivida nas ruas não é participada", referiu, também em declarações à Lusa.
.......
"A verdade é que as nossas forças de segurança estão debilitadas, descredibilizadas e sem forças para combater essas organizações criminais, que se fortalecem a cada ano que passa", afirmou.
Para inverter a situação, José Manageiro disse à Lusa que "é preciso investir nas forças policiais, ao nível do seu estatuto e da sua formação".
Como exemplo, dá a Guarda Nacional Republicana (GNR), "cujos elementos chegam a trabalhar 72 horas seguidas e estão sem forças e desmotivados".
O Relatório Anual de Segurança Interna de 2008, divulgado hoje parcialmente pelo Diário de Notícias, revela que o crime violento aumentou 10,7 por cento e a criminalidade geral subiu 7,5 por cento no ano passado.
As forças de segurança registaram no ano passado um total de 421.037 crimes (mais de 1.100 por dia), dos quais 24.313 foram graves e violentos.
Dentro dos crimes violentos, destacam-se os assaltos a bancos e a bombas de gasolina, que aumentaram praticamente para o dobro.
Houve 230 roubos a bancos, contra 108 em 2007, e 468 assaltos a postos de abastecimento de combustível, contra 241 no ano anterior.
(excertos RTP.pt)
SÓ NO ANO PASSADO:
CRIME VIOLENTO AUMENTOU 10,7%
CRIMINALIDADE GERAL SUBIU 7.5%
PARA ONDE CAMINHAMOS ?
É PRECISO MUDAR . É PRECISO ALTERAR ESTA SITUAÇÃO !
A Denúncia

quinta-feira, 12 de março de 2009
Sucesso Da Mediação De Conflitos A Crescer
Ministério da Justiça incentiva recurso à mediação em alternativa aos tribunais
12.03.2009 - 15h08 Lusa
O Gabinete para a Resolução Alternativa de Conflitos (GRAL) está a promover sessões no país para divulgar a possibilidade de recurso à mediação, em alternativa aos tribunais, sistema que tem revelado uma média de 60 por cento de sucesso.
Sónia Reis, directora-adjunta do GRAL, organismo do Ministério da Justiça, reuniu-se hoje, em Santarém, com algumas dezenas de representantes de entidades e instituições do distrito, a exemplo do que tem vindo a acontecer, às quintas-feiras, noutras capitais de distrito, no âmbito da iniciativa "Quintas da Mediação". Segundo disse, o recurso à mediação tem vindo a crescer, sendo a taxa média de sucesso desta alternativa aos tribunais da ordem dos 60 por cento.
CDS/PP Balanço De 4 Anos Do Governo
O líder do CDS/PP, Paulo Portas, frisou esta noite que o PS não pode obter maioria absoluta nas próximas eleições legislativas, apontando dezenas de exemplos que mostram porque os socialistas não devem continuar a governar sozinhos |
Portas afirmou que os jovens que votaram em Sócrates nas últimas legislativas «sabem o que foi prometido e o que foi cumprido. Têm memória, apesar de Sócrates achar que não».
«Quatro anos depois, temos mais desemprego e menos empresas. Mais dívidas e menos exportações. Mais pobreza e menos produtividade. Mais impostos e menos concorrência. Mais fraudes e menos supervisão. Mais criminalidade e menos segurança. Em maioria absoluta» , disse.
Para Paulo Portas, o Portugal actual «é um país onde se fazem cada vez mais perguntas e onde o primeiro-ministro dá cada vez menos respostas. Em maioria absoluta».
«As pessoas não são tolas. Se a maioria absoluta serviu para isto, porquê dá-la novamente?» - questionou, lamentando que o primeiro-ministro tenha transformado o Parlamento «numa câmara sem eco, onde nada do que é perguntado é respondido».
Para o líder do CDS, «o País vai ter de ser governado de outra maneira, com mais responsabilidade, mais humildade e em compromisso com os que não pensam da mesma maneira».
Tal como Manuela Ferreira Leite, Paulo Portas manifestou-se contra os grandes investimentos públicos não produtivos e salientou o papel e a importância das pequenas e médias empresas no desenvolvimento da economia real.
«Não venham pedir apoio para grandes obras que consomem o crédito disponível para as pequenas e médias empresas e em que o emprego que possam criar nem é predominantemente nacional» , disse.
No seu balanço dos quatro anos de governação socialista, o líder centrista não poupou praticamente nenhuma área de governação, apesar de admitir que «todos os governos têm pontos positivos».
Defendeu um novo contrato fiscal que «finalmente faça recuar a pressão sobre as pessoas, diminua os impostos da classe média e seja amiga das famílias e das pequenas e médias empresas», acusou o PS de nos últimos três anos ter «governado para as grandes companhias, e em particular as multinacionais», e desafiou o Executivo a «investir mais nas pequenas e médias empresas do que em buracos criados por alguns que não têm de ser tapados por todos».
Criticando o PS por «querer supervisores e reguladores tímidos e cobardes para depois fazer nacionalizações», Portas propôs «uma regulação forte para que os contribuintes não tenham de pagar nacionalizações».
Na área da segurança, «o Governo errou quando em pleno agravamento da criminalidade travou admissões na polícia e promoveu leis penais permissivas perante as quais os delinquentes sabem que nada de grave lhes acontece se continuarem».
Os idosos «nem tiveram direito a nenhum plano anti-crise, talvez porque não se manifestam» e, na educação, se a avaliação dos professores é legítima ela deve ser acompanhada da das escolas, currículos, programas e manuais escolares.
(excertos SOL online)
Para Atingir A Serenidade
Pedro Santana Lopes E As Contas Da Câmara De Lisboa
quarta-feira, 11 de março de 2009
PS Balanço De 4 Anos De Governo
A mensagem essencial deixada pelos socialistas foi: “nós devemos continuar a preocuparmo-nos com o Governo, nós não estamos aqui senão para governar o melhor que sabemos para os nossos concidadãos, não devemos ter qualquer outro interesse ou cálculo eleitoral, nada de nos preocuparmos com questões laterais .
Manuela F. Leite E A Análise Dos 4 Anos De Governo De Sócrates
Continuam Os Assaltos Em Setúbal

Uma escola de condução, situada em Manteigadas, Setúbal, foi assaltada à mão armada por três indivíduos que levaram um cofre onde se encontrava mais de mil euros .
Três indivíduos, encapuzados e um deles munido com uma arma de fogo, assaltaram a escola de condução “Ângelo Alcinda & Filhos, Lda”, situada na rua Fernando Motrena, em Manteigadas, Setúbal. O assalto ocorreu às 20.40 horas de anteontem, na altura em que no interior da escola se encontravam seis alunos e Joaquim Cordeiro, a pessoa responsável por aquele espaço.

