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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Esta É A Frase
“Paula Brito e Costa, sabe o que é raríssimo? Alguém da sua estatura social não suspender a sua atividade face a tão graves acusações, até provar cabalmente a sua inocência. Sabe o que é Raríssimo? É dar aos nossos herdeiros exemplos de cidadania quando em causa está a nossa honra. Até eu me ponho de pé, junto a si, se dignificar a obra com tamanha coragem. Espero que esteja inocente para o seu bem, e para o bem de todas as instituições que hoje vivem mais um clima de suspeição”Jorge Gabriel, via Ji
A Pergunta Vai Para A Sra. Catarina
Catarina Martins deu uma entrevista ao ‘Expresso’ onde acusou o PS de ceder aos ‘grandes interesses económicos’. Francisco Assis não gostou: onde está a ‘honradez’ do partido perante o ataque? O caso merece uma pergunta e uma resposta. A pergunta vai para a Sra. Catarina: se o PS é ‘permeável’ a grandes lóbis, como explicar o apoio do Bloco? Que eu saiba, um cúmplice do crime continua a ser um criminoso. Ou a Sra. Catarina pensa que os seus talentos cénicos apagam a natureza da peça onde aceitou entrar? De resto, e em resposta a Assis, ele sabe que a ‘honradez’ foi perdida em 2015, quando Costa desfigurou a história do PS com uma aliança oportunista. O actor Oscar Levant terá dito sobre Doris Day: "Conheci-a ainda antes de ela se tornar virgem". A dois anos das eleições, aplica-se ao governo e aos camaradas o mesmo raciocínio. Não abusem da virgindade.João Pereira Coutinho, CM
Cai Chuva No Portal
Cai a chuva no portal, está caindo
Entre nós e o mundo, essa cortina
Entre nós e o mundo, essa cortina
Não a corras, não a rasgues, está caindo
Fina chuva no portal da nossa vida.
Gotas caem separando-nos do mundo
Para vivermos em paz a nossa vida.
Cai a chuva no portal, está caindo
Entre nós e o mundo, essa toalha
Ela nos cobre, não a rasgues, está caindo
Chuva fina no portal da nossa casa.
Por um dia todos longe e nós dormindo
Lado a lado, como páginas dum livro.
Lídia Jorge
domingo, 10 de dezembro de 2017
Esta É A Frase
A comparação já foi feita: o debate político parece-se cada vez mais com o futebol e respectivas claques. O que interessa é a cor e a camisola. O que conta é saber quem apoia e quem critica. Ou quem é apoiado e quem é condenado. O caso, o objectivo, a decisão, o programa, o valor e a ideia são de menor apreço e quase indiferentes. Importa, isso sim, é saber se é a favor ou contra o grupo, o chefe e o partido. Importa berrar e bramar, ameaçar e apoiar, vibrar de prazer ou rosnar de ódio, bajular ou agredir. Se os meus são criminosos, desculpam-se, porque a culpa é dos outros, batoteiros por definição.António Barreto, DN
As Realidades Da Alma
Victor Hugo
sábado, 9 de dezembro de 2017
Notícias Soltas
*Salvador Sobral “está bem, muito animado”, após transplante de coração
*Crédito no Natal pode ser presente envenenado
*"Quando respondi ao anúncio nunca pensei vender caridade"
*A dura realidade das alterações climáticas: urso polar filmado a morrer à fome no Ártico
A Pesada Conta
Todos os invernos há portugueses que morrem a poupar na conta da luz
As famílias e empresas pagam uma fatura elétrica demasiado pesada. E uma das razões é a carga fiscal. Portugal tem o terceiro maior peso do Fisco sobre a eletricidade da União Europeia. Em cada 100 euros na conta da luz, 52 euros são para a carga tributária absurda, que até cobra impostos sobre impostos. Por exemplo, na taxa que financia a RTP, o consumidor é ainda obrigado a pagar IVA.
Nada de novo num Estado que tributa ao nível do confisco tudo o que mexe. E a tarifa social não passa de uma gota de água no deserto.
O valor da conta da luz ou do gás tem consequência na vida das pessoas, particularmente dos mais pobres e das famílias da classe média a quem o rendimento é curto para chegar ao fim do mês, se exagerar no consumo de energia. Por isso, todos os invernos há portugueses que morrem por não poderem pagar um sistema decente de aquecimento. Basta ver as notícias sobre as vitimas de intoxicação de monóxido de carbono das braseiras.
Neste país de clima temperado, há gente que morre de frio para poupar na conta da luz.
Armando Esteves Pereira, CM
As famílias e empresas pagam uma fatura elétrica demasiado pesada. E uma das razões é a carga fiscal. Portugal tem o terceiro maior peso do Fisco sobre a eletricidade da União Europeia. Em cada 100 euros na conta da luz, 52 euros são para a carga tributária absurda, que até cobra impostos sobre impostos. Por exemplo, na taxa que financia a RTP, o consumidor é ainda obrigado a pagar IVA.
Nada de novo num Estado que tributa ao nível do confisco tudo o que mexe. E a tarifa social não passa de uma gota de água no deserto.
O valor da conta da luz ou do gás tem consequência na vida das pessoas, particularmente dos mais pobres e das famílias da classe média a quem o rendimento é curto para chegar ao fim do mês, se exagerar no consumo de energia. Por isso, todos os invernos há portugueses que morrem por não poderem pagar um sistema decente de aquecimento. Basta ver as notícias sobre as vitimas de intoxicação de monóxido de carbono das braseiras.
Neste país de clima temperado, há gente que morre de frio para poupar na conta da luz.
Armando Esteves Pereira, CM
Nunca Desista.
Santo Agostinho
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