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domingo, 7 de novembro de 2021
Notícias Ao Fim Da Tarde
Quem Sou Eu ?
Quem sou eu?
A alegria de quem me ama,
a tristeza de quem me odeia e
a ocupação de quem me inveja!
(Desconhecido)
sábado, 6 de novembro de 2021
Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)
- Rio propõe que todos os militantes do PSD possam votar, mesmo sem quotas pagas
- Barça precisa mesmo de Xavi. E já explicou porquê
- Áustria. Não-vacinados barrados em restaurantes
- Lage tem medo do inverno mas outono já traz o frio
- Patrícia Sampaio é campeã europeia de Sub-23
- Comentário: Calendário do PSD é "uma pré-batalha"
- Jesus acusa media de reproduzir mentiras
- A corrida dos bilionários à filantropia
- Morte da "rainha da sofrência" comove Brasil
- Cabo Verde. Sete militares da Marinha portuguesa feridos em acidente de viação Rui Rio vai propor eleições interna do PSD a 20 de novembro. Rangel discorda
- Lisboa. 33 pessoas detidas pela PSP em 24 horas
- Bebidas espirituosas podem faltar nas mesas de Natal
- Covid-19. Mais de mil casos diários, mas internamentos descem pelo terceiro dia consecutivo
- Como chegámos às eleições antecipadas de 30 Janeiro
- Um GLA elétrico? É o Mercedes EQA
- Rio quer diretas a 20 de novembro. Rangel a 27
- Das máscaras ao confinamento, Europa tenta travar nova vaga
- Portugal regista mais 5 mortes e 1.197 casos de Covid
- Sporting passa dos prejuízos a lucros de 18 milhões com participação na Champions
- “[TIC] são ferramenta incontornável, mas nunca poderão substituir relação presencial”
- “O seu livro chegou, Palavra de Viajante”
- Natixis confirma em Portugal foco num “eixo ‘green’”
- “O maior problema da justiça portuguesa é o excesso de corporativismo”
- Falta de médicos, tarefeiros a segurar as pontas e horas extra que roçam a "escravidão". Os problemas nos hospitais mais críticos do país
Passou De Fininho O Facto De Marcelo Não Ter Demitido O Governo, Mantendo-o Em Plenas Funções (e não em gestão)
Passou de fininho o facto de Marcelo não ter demitido o governo, mantendo-o em plenas funções (e não em gestão) até 30 de janeiro. Serão dois meses sem leis da AR mas a produzir decretos-leis, despachos, portarias sem a fiscalização do Parlamento; a fechar contratos públicos, alterações em estruturas do Estado, nomeações para cargos… Vai ser preciso ler o Diário da República todos os dias. Com muita atenção.
(Pedro Santos Guerreiro, É (também) disso que falaram neste episódio d’ O Mistério das Finanças. Com António Costa)
É Pena Que Não Seja Matematicamente Possível Que Todos Percam.
Chegámos assim a este interregno longo e processual, de fingimento burocrático disfarçado de democracia, durante o qual se prepara o novo governo. Sem esquecer que estes episódios nos deixaram um sarilho: a escolha no dia das eleições. Isto é, o voto!
O PCP merece ser batido. Prefere, acima de tudo, tornar difícil a democracia, a Europa e a recuperação económica. Receia aflitivamente ficar amarrado ao PS e, a exemplo de quase todos os PC do mundo, desaparecer. Hesita entre morrer mudando de natureza ou morrer sem nada mudar.
O Bloco merece ser punido. Jogou mal e perdeu. Ficou apavorado. Teme perder o que tanto custou a ganhar, um eleitorado demasiado grande para as suas qualidades e as suas capacidades. Convenceu-se de que a esquerda do PS era a sua aliada. Ainda não percebeu que a sua aparente superioridade é uma inferioridade.
O PS merece ser castigado. Mudou de propósito, primeiro queria acordo orçamental, depois queria eleições. Sonha agitadamente com maioria absoluta. Na ausência de adversários à altura, convenceu-se da sua força e do seu saber. O seu governo aguentou mas não cumpriu. Nem desenvolveu. Um belo exemplo de enriquecimento sem justa causa.
O PSD merece ser ignorado. Perde-se à deriva, desperdiça talentos e experiência, vive em êxtase permanente, não tem autoridade, perdeu crenças e convicções, não tinha eira, agora não tem beira. Querer tudo, do corporativismo à social-democracia, do Estado à sociedade liberal, era a sua riqueza. Não querer nada é a sua pobreza.
O CDS merece ser esquecido. Deixou definitivamente de perceber a sua missão, já não sabe qual é o seu lugar, perdeu o sentido de posição e delapidou a herança. Não é protagonista, nem figurante. Nunca conseguiu sequer aproximar-se do que de mais importante tinha a fazer: trazer a democracia cristã para Portugal.
O CHEGA merece ser desprezado. Vive do nada. Mestre na agitação empolada, apraz-se no seu vazio, que transformou em virtude. Percebeu que a sua força residia no pavor alheio, no receio infundado com que os outros partidos olham para si. Não adianta. É tempo perdido.
É pena que não seja matematicamente possível que todos percam. (ler aqui texto completo)
O PCP merece ser batido. Prefere, acima de tudo, tornar difícil a democracia, a Europa e a recuperação económica. Receia aflitivamente ficar amarrado ao PS e, a exemplo de quase todos os PC do mundo, desaparecer. Hesita entre morrer mudando de natureza ou morrer sem nada mudar.
O Bloco merece ser punido. Jogou mal e perdeu. Ficou apavorado. Teme perder o que tanto custou a ganhar, um eleitorado demasiado grande para as suas qualidades e as suas capacidades. Convenceu-se de que a esquerda do PS era a sua aliada. Ainda não percebeu que a sua aparente superioridade é uma inferioridade.
O PS merece ser castigado. Mudou de propósito, primeiro queria acordo orçamental, depois queria eleições. Sonha agitadamente com maioria absoluta. Na ausência de adversários à altura, convenceu-se da sua força e do seu saber. O seu governo aguentou mas não cumpriu. Nem desenvolveu. Um belo exemplo de enriquecimento sem justa causa.
O PSD merece ser ignorado. Perde-se à deriva, desperdiça talentos e experiência, vive em êxtase permanente, não tem autoridade, perdeu crenças e convicções, não tinha eira, agora não tem beira. Querer tudo, do corporativismo à social-democracia, do Estado à sociedade liberal, era a sua riqueza. Não querer nada é a sua pobreza.
O CDS merece ser esquecido. Deixou definitivamente de perceber a sua missão, já não sabe qual é o seu lugar, perdeu o sentido de posição e delapidou a herança. Não é protagonista, nem figurante. Nunca conseguiu sequer aproximar-se do que de mais importante tinha a fazer: trazer a democracia cristã para Portugal.
O CHEGA merece ser desprezado. Vive do nada. Mestre na agitação empolada, apraz-se no seu vazio, que transformou em virtude. Percebeu que a sua força residia no pavor alheio, no receio infundado com que os outros partidos olham para si. Não adianta. É tempo perdido.
É pena que não seja matematicamente possível que todos percam. (ler aqui texto completo)
(António Barreto, Público, via Jacarandá)
Uma Espécie De Aposta Da Minha Parte
É a possibilidade que me faz continuar, não a certeza, uma espécie de aposta da minha parte. E embora você possa me chamar de sonhador, de tolo ou de qualquer outra coisa, acredito que tudo é possível.
(Noah Calhoun)
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Vichyssoise: Cianeto de Marcelo, queda de Costa e caos no PSD
- Transportes. Greve em Faro com adesão nos 80%
- PCP quer prolongar proteção dos arrendatários
- UE alerta Londres sobre acordo na Irlanda
- Sánchez anuncia isenção de impostos em La Palma
- DGS insiste na proteção. "Pandemia não acabou"
- A "bomba" da ESPN que deixou Sarver em xeque
- Marcelo garante que "não foi sensível a questões partidárias" na escolha da data das eleições
- Cecília Meireles abandona Parlamento e cargos políticos no fim do mandato. "Vou começar uma vida nova"
- Pfizer também está na corrida para primeiro comprimido anticovid-19
- Homem apanhado pela PSP a disparar tiros de varanda em Ponta Delgada
- Austrália. Homem acusado de raptar menina de quatro anos transferido para prisão de segurança máxima
- Família diz que jornalista condenada por cobrir surto de covid-19 em Wuhan está à beira da morte
- Braga. Mulher de 27 anos detida por tráfico de droga na A3
- RT e incidência sobem no dia em que o país regista mais de mil novos casos pelo terceiro dia consecutivo
- "É um absurdo", diz Rui Rio sobre o PSD estar em processo eleitoral perto das legislativas
- Queda de 9% dos CTT assombra semana negativa do PSI-20
- FC Porto lança “criptomoeda” e põe Binance nas camisolas
- Sánchez anuncia isenção de impostos em La Palma
- Concelhos com maior risco de Covid sobem para 30
- “Os gestores de pessoas passaram a estar menos isolados”
- Instabilidade política castiga PSI 20 em dia verde na Europa
- Insolvências diminuem 15,7% em outubro em comparação com 2020
- Marcelo rejeita ter sido “sensível a razões partidárias” para a escolha de data para as eleições
- UE alerta para “graves consequências” se Londres suspender acordo sobre Irlanda do Norte
- Câmara do Funchal e Governo Regional criam ‘via verde’ para resolver problemas comuns
- PS questiona Governo sobre problemas no acesso aos cuidados de saúde primários
- Mais de 18 mil reações adversas às vacinas contra a Covid em Portugal. 96 pessoas morreram
- Internamentos Covid em cuidados intensivos sobem 22% numa semana
A Frase
Eis, pois, que o país, submergindo a uma repentina crise de liquidez, abre e fecha a boca qual peixe de aquacultura, espantado ainda com o que alguns classificam como uma aposta de génio do primeiro-ministro que, de uma assentada, teria esfrangalhado o CDS, deixado a oposição à esquerda a volutear à nora e o PSD a escadeirar-se — brandindo uns o “interesse nacional” de Rui Rio e outros os “brocardos latinos” de Rangel. (Ana Cristina Leonardo, Público)
—, quase um royal flush, diríamos, não fora a melhor mão do póquer ainda ter de ir a eleições e os portugueses tenderem a ser jogadores cautelosos ao contrário dos americanos do Oeste, apostadores sem freio, se assim se pode concluir deste episódio lembrado por Bill Bryson no livro Made in America: “Mark Twain conta a história de um homem do Oeste que vinha dar à viúva de Jo Toole a notícia da sua morte: ‘O Joe Toole vive aqui?’ e, quando a viúva respondeu que sim, ele disse: ‘Quanto aposta que não?’”.
Nenhum Homem É Uma Ilha
"Nenhum homem é uma ilha, isolado em si mesmo; todos são parte do continente, uma parte de um todo. Se um torrão de terra for levado pelas águas até o mar, a Europa ficará diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse o solar de teus amigos ou o teu próprio; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do género humano. E por isso não pergunte por quem os sinos dobram; eles dobram por vós."
(John Donne)
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