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sábado, 10 de janeiro de 2026

O Que É A Verdade?



O que é verdade afinal? Trata-se de uma pergunta difícil, mas acho que consegui respondê-la ao concluir que a verdade é aquilo que sua voz interior diz a você. Então você poderia perguntar: Por que pessoas diferentes abrigam verdades distintas e até mesmo contraditórias?

É porque, no momento em que vivemos, cada pessoa afirma possuir o direito à consciência individual, sem, entretanto, obedecer a qualquer tipo de disciplina. O fato é que há muitas inverdades sendo proferidas e proliferadas neste mundo completamente estupefato e desnorteado. Assim, tudo o que posso lhes dizer, e com a mais profunda humildade, é que a verdade não será encontrada por ninguém que não possua um abundante senso de reverência e autoentrega. Se pretendemos navegar pelo oceano da verdade, precisamos reduzir a nós mesmos ao completo nada.

A verdade está dentro de nós mesmos. Em cada ser humano existe um núcleo central em que a verdade plena habita. Cada indivíduo que atua de maneira incorreta sabe perfeitamente que suas ações são erradas; a inverdade jamais pode ser confundida com a verdade. Justiça e verdade devem permanecer para sempre como leis supremas no mundo de Deus.

A lei da verdade é compreendida meramente como o nosso dever de dizer a verdade. Todavia, compreendemos que essa palavra tem um sentido muito mais amplo. A verdade deve prevalecer no que pensamos, no que dizemos e em todas as nossas ações.

(GANDHI, Mahatma)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Notícias Ao Fim Da Tarde

Eleições Presidenciais

Gouveia e Melo podia ser um excelente director do SNS -Tenho muitas dúvidas sobre a possibilidade de Gouveia e Melo ser um excelente Presidente da República. Os seus contínuos ziguezagues sobre múltiplas matérias, a sua inconsistência política (não é de esquerda nem de direita), o desconhecimento sobre o funcionamento do sistema, o autoritarismo que de vez em quando vem ao de cima quando confrontado com o que não gosta, a campanha contra “os negócios” de Marques Mendes sem concretizar factos, a “acusação” a Seguro de ter ex-ministros do PS na comissão de honra, quando aparece ao lado de Manuel Pizarro e Correia de Campos, antigos ministros de Costa e de Sócrates… Os exemplos são variados.      (Ana Sá Lopes, Público)

A Presidência da República - É uma função de decisões solitárias, pois que, no final do dia, é o Presidente que assina o diploma ou o decreto de dissolução. É o mesmo que decide como agir perante Chefes de Estado e como se relaciona com o Primeiro-Ministro. Tal deve marcar a capacidade da personalidade escolhida. (...)Apenas um bom entendimento destas funções, além de discursos sobre quotas em órgãos consultivos, consensos enrugados de velhice, supostas independências, ordenadas ou políticas públicas desconexas com a função, pode fornecer aos Portugueses o Presidente que precisam.

O próximo Presidente enfrenta um quadro político que sai dos consensos anteriores. Discussões anteriormente tidas como certas serão novamente abordadas. Ele (ou ela) terá de lidar com um Portugal e Europa que se encontram perante caminhos decisivos. Cabe-nos escolher se queremos um novo desígnio que nos prepare para o novo mundo, ou se mergulhamos (talvez ainda mais) no abismo. (António Matos, OBSR)

Nota: Mediante tudo o que temos visto e ouvido - Agora Pensem. Mas, Pensem bem, para bem de todos nós o mesmo que dizer do nosso País.

Saudade


Talvez a saudade seja uma das mais belas formas de afinidade,
sem ela não teríamos a alegria do abraço de alguém que mesmo distante nos faz bem

(Agatha Sthefanini)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Notícias Ao Fim Da Tarde

Sinais Dos Tempos

“É melhor ser temido do que amado”, dizia Maquiavel. A questão, aqui, é que os Estados Unidos não se estão a tornar temidos, que sempre foram, é estarem a tornar-se odiados.   (Alexandre Borges, OBSR)

O espelho do Estado num boletim de voto com 14 nomes - O caso dos boletins de voto que foram impressos com 14 nomes para uma eleição onde apenas 11 foram formalmente admitidos é algo de inimaginável até ao momento em que se torna realidade.   (Paulo Ferreira, OBSR)

Não estamos perante uma operação moral. Estamos perante uma operação de poder. A nova doutrina americana é uma doutrina de guerra económica total. O campo de batalha? Portos, minas, contratos de concessão, sistemas financeiros e governos frágeis.  (Miguel Baumgartne,  JEconómico)

O que estamos a assistir não é ao regresso de um imperialismo clássico. É algo mais perigoso. Um imperialismo económico sem narrativa moral, sem preocupação institucional, sem limites autoimpostos. Um poder que age porque pode. E porque acredita que, se não agir agora, perderá a corrida. A captura de Maduro não encerra um ciclo. Abre-o. A pergunta já não é se outros países podem ser pressionados, desestabilizados ou controlados. A pergunta é quando. E com que grau de resistência.

A guerra já começou. Só ainda não nos habituámos a chamar-lhe pelo nome. A guerra já começou. Só ainda não nos habituámos a chamar-lhe pelo nome. 

Terei Esperanças

Enquanto ainda houver uma pessoa boa no mundo, terei esperanças. O mal não vence, por mais que tenha muito mais soldados. No fim das contas, um único ato positivo é capaz de vencer tudo de mal que outras pessoas fizerem. Os que acham que podem tirar vantagem de todos, pisar em todos, prejudicar a todos, eles sempre perdem no final. 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Perda Da Autocontenção

Ao abdicar da necessidade de parecer moralmente superior, os EUA soltam as amarras da autocontenção.    (Jorge Silva Carvalho, DN)

O maior predador do sistema deixa de fingir que cabe na jaula das instituições.

Esta perda de pudor sinaliza a erosão do multilateralismo e do direito internacional tal como definido após a II Guerra mundial. Quando a potência garante do sistema decide jogar pelas regras dos seus adversários, o Direito Internacional passa de árbitro a obstáculo descartável.

Na Venezuela, o mundo assiste ao maior predador do sistema a testar os limites da jaula institucional. Sem a máscara do good guy, sobra o poder bruto.

E num mundo onde os grandes predadores perdem a autocontenção, a questão para Estados, como os europeus, deixa de ser “quem tem razão” para passar a ser “como sobreviver sem se tornarem presa óbvia”.     (ler texto na íntegra)

Inveja ...

ENVY

Inveja é um sentimento de angústia, raiva ou desgosto perante o que outra pessoa possui  (bens, qualidades, conquistas), desejando ter o mesmo ou que o outro perca aquilo. É uma emoção negativa que surge da comparação, gerando frustração e inferioridade, mas que pode ser transformada em motivação para o crescimento pessoal se for reconhecida e trabalhada, diferenciando-se do ciúme, que é o medo de perder algo que já se tem.

Características e causas: Desejo insatisfeito: Vontade de possuir o que o outro tem, seja material ou imaterial (talentos, felicidade).
Comparação: Foco excessivo nas realizações alheias, levando a sentimentos de inadequação.
Rancor/Inveja: Desgosto pela felicidade alheia, podendo gerar desejo de mal para o outro (inveja destrutiva).Insegurança: Frequentemente ligada à baixa autoestima e percepção de si mesmo como inferior.

Diferença entre Inveja e Ciúme: Inveja: Desejo por algo que não se tem.
Ciúme: Medo de perder algo que já se possui (ex: um relacionamento).

Como lidar com a inveja: Reconhecer e analisar: Entender a origem do sentimento é o primeiro passo.
Focar no próprio crescimento: Usar o sentimento como inspiração para melhorar e alcançar objetivos próprios, em vez de cobiçar a vida alheia.
Evitar comparações: Concentrar-se na própria jornada e conquistas.
Trabalhar a autoestima: Construir autoconfiança para diminuir a necessidade de validação externa. 

Principais pontos sobre a Inveja em Divertida Mente:

Representação: A Inveja é mostrada com um visual que remete ao "olho gordo", desejando o que os outros têm, como popularidade e coisas legais, e se alia à Nojinho.

Função: Ela surge como um desejo de ter o que os outros possuem, o que pode ser tanto para o bem (buscando ser mais aceita) quanto para o mal (criando um sentimento de que o outro é mais impressionante).

Diferença de Cobiça: Embora semelhante, a Inveja no filme é a tristeza pela felicidade alheia, diferente da cobiça, que é a vontade de possuir o que o outro tem.

Em resumo, a Inveja é uma das novas personagens-chave que explora as complexidades das relações sociais e da autoimagem na adolescência de Riley em Divertida Mente 2.