Sim : 48,5%Não : 51,5%
Participação: ultrapassa os 40% (margem mínima)
Às 19 H (hora em Portugal) - resultados parciais
A proposta que o governo grego faz ao resto da Europa é simples: caros contribuintes europeus, continuem a enviar para cá uma parte dos impostos que pagam nos vossos países sob a forma de empréstimos que não fazemos nenhuma questão de devolver porque o Estado que construímos não é sustentável mas nem por isso temos intenção de o reformar.
Muito se fala da exposição dos Estados soberanos à Grécia (via BCE e fundos europeus), com Alemanha, França, Itália e Espanha a encabeçarem a lista, mas quando se olha para o sector privado, mais concretamente para a banca, o panorama muda. A Alemanha continua a liderar, mas logo a seguir aparecem dois países que nem sequer estão no euro.
« Com a «alternativa» a que Costa convida, Portugal conheceria, sem dúvida nenhuma, o progresso luminoso da Grécia.»