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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Costa Selou Os Lábios E Recusou Responder A Passos Sobre Veto De Nomes Para O CFP

Um dia comemora-se o 25 de Abril, festeja-se a democracia, critica-se o populismo e declara-se morte ao nacionalismo. O Presidente da República até louvou a imunidade do sistema português a estes sarilhos que acontecem lá fora. No dia seguinte, com a democracia plena a fazer o seu curso no debate quinzenal com o primeiro-ministro, voltamos ao business as usual: assisitmos a António Costa a recusar-se a responder perante o Parlamento — que tem a missão constitucional de fiscalizar o Governo — com argumentos contrários à lógica de uma democracia parlamentar. Costa recusou responder porque não era ao deputado Passos Coelho que devia a resposta, mas a outras instituições. Faz parte da lógica Parlamentar fugir a questões maçadoras, mas um primeiro-ministro que no dia anterior abriu os seus jardins a cravos e a poesia não pode responder assim. 

(continuar a ler aqui) 

O Norte E O Mote Permanecem Imutáveis: Sair

Quantas mais aparições melhor. Ao pé disto Nossa Senhora foi mais cauta. (Por este andar mais valia alugar o Palácio de Belém onde o Presidente nunca está, sempre dava algum dinheiro à geringonça que tanto precisa dele embora nós saibamos que Centeno vela.)
Sejamos sérios: actuar assim é exibir perante o país que nunca por nunca ser, o seu Presidente tem em mãos um assunto, uma reflexão, uma ponderação, cuja complexidade o impeça de sair porta fora, ao primeiro impulso. Que a sua disponibilidade para aprofundar o estudo das questões é preguiçosa, que preferirá sempre o movimento ao assento. A leveza à substância.
E partir daquele imorredoiro desabafo do “ia a passar por aqui”, dito presidencialmente há dias em Tires, após a trágica queda da avioneta, como (assombrosa) justificação de lá estar dez minutos depois do acidente, legitimam-me em absoluto: não posso ser acusada de nada pelo uso da palavra desacerto.
Uma pena. Com os dias contados, mas uma pena à mesma.
Excertos do artigo de Maria João Avillez, OBSR
Pois, o povo é sereno, até  um dia. Aí, vamos saber como vai actuar o PR . Até lá  vai-se divertindo e  contentando muitos outros. -  enfim, é a vida à moda de Marcelo  

Esta É A Frase

A liberdade consolidada por décadas de democracia é, e será sempre, utilizada por alguns sem responsabilidade, ferindo-a de morte porque o abuso que dela fazem leva outros a desejar que ela acabe. Só por isso ainda se consegue encontrar quem diga que tem saudades de Salazar.

Paulo Baldaia, DN 

Ironia ...

"Só os grandes esgrimistas da palavra manejam, com elegância, a ironia, que fere o mais íntimo da alma." 

Victor Hugo
 

terça-feira, 25 de abril de 2017

25 De Abril 2017


Equipa Dos Roazes Da Escola Secundária Du Bocage De Setúbal Ganha 1º Prémio Da 2ª Edição Do Jogo De Gestão Interescolas

Aprender a trabalhar em equipa e sob pressão e tomar as melhores decisões, são as principais aprendizagens destacadas pelos alunos que participaram na Final da 2.ª Edição do Jogo de Gestão Interescolas, que decorreu a 21 de abril, na Escola Superior de Ciências Empresarias do Instituto Politécnico de Setúbal (ESCE/IPS).

Após a recepção de boas-vindas, feita pelo Sub-director da ESCE/IPS, Prof. Doutor João Cordeiro, as 12 equipas apuradas entraram em prova e mostraram as suas verdadeiras competências de gestão, numa disputa saudável mas competitiva.

A equipa Roazes, da Escola Secundária du Bocage venceu o primeiro prémio, com um resultado líquido de 128.897 euros. Cada um dos alunos recebeu como prémio um telemóvel Huawei Y625 e bilhetes para a peça de Teatro "Fuga", do Teatro de Animação de Setúbal.

O 2.º lugar foi para a equipa ESJP Team, da Escola Secundária Jorge Peixinho, do Montijo, com um resultado líquido de 127.365 euros e na mesma cidade também ficou o 3.º lugar da competição para a equipa Deautys, da Escola Profissional, com um resultado líquido de 113.261. euros.

Entrevista De Helena Garrido A António Barreto

 "Dever dinheiro como nós devemos, é um princípio de escravatura” – ECO - Ler aqui. 

Amanhecer

Cada dia que amanhece assemelha-se a uma página em branco, na qual gravamos os nossos pensamentos, ações e atitudes. Na essência, cada dia é a preparação de nosso próprio amanhã.

Chico Xavier