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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Notícias Soltas (act.)

*Reforma laboral aprovada com ajuda da direita. Mas PS ficou isolado no voto a favor






Não Sei Dizer Quem Sou ...

"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. 
Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo."

Clarice Lispector 

terça-feira, 17 de julho de 2018

Notícias Soltas (act.)

*Manuel Pinho recusa responder no Parlamento sobre o GES









Trapalhadas E Mais Trapalhadas. De Ontem E De Hoje. Como Será Amanhã?

1- Azeredo Lopes tudo faz para se agarrar ao poder, ao passo que Trump continua envergonhar a América que se propôs voltar a engrandecer. Um circo, portanto.

Hoje, terça-feira, haverá reunião da Comissão Parlamentar de Defesa. Esta reunião inclui a audição de Azeredo Lopes, estando na agenda o inacreditável dossier Tancos. Nunca será demais lembrar que Azeredo Lopes se tinha comprometido a entregar este dossier ao Parlamento até ao final de Fevereiro passado. O Expresso explicou agora, e com estrondo, o silêncio incapaz de Azeredo Lopes.
O país habituou-se a um Ministro da Defesa patusco, fértil em tiradas apatetadas e hábil em agarrar-se a quem manda. Numa altura me que a Saúde entrou em colapso, a educação segue sem rumo conhecido e as promessas de reposição não chegam, as enormes dificuldades e incertezas que os portugueses sentem no seu dia-a-dia distraem de matérias da maior relevância, como é o caso da Defesa Nacional. Entre as agruras que Centeno inflige, até se poderão rir com Azeredo Lopes e os seus números, mas é muitíssimo mais grave que isso.
2-Há em Portugal uma enorme confusão sobre a política americana. Um sector significativo da direita tende a defender os republicanos, porque estes se encontram mais à direita no espectro americano, enquanto o grosso da esquerda que não abomina os Estados Unidos tout court se mostra apologética dos democratas. Os únicos pontos reais de contacto são algumas das políticas de costumes, fora isso, o Partido Democrata está muito à direita do CDS nas matérias essenciais de governação, enquanto o Partido Republicano não tem paralelo na sociedade portuguesa.
A visita de Trump ao Reino Unido não só envergonhou os recalcitrantes que o apoiam, como, mais uma vez, envergonhou a América que se propôs voltar a engrandecer. Não foi apenas a imposição da boçalidade onde a etiqueta se exige, foi muitíssimo mais, foi a ingerência inadmissível que só se tolera aos inimputáveis. (ler aqui artigo completo)

Clarão


O que isto é, viver! 
Abrir os olhos, ver, 
E ser o nevoeiro que se vê! 
Nevoeiro ao nascer, 
Nevoeiro ao morrer, 
E um destino na mão que se não lê... 


Miguel Torga 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Notícias Soltas

*Residência alternada. Petição a ser entregue na Assembleia enfrenta oposição de 23 associações



Estas São As Frases

*Independentemente das equações eleitorais, o período de governação de António Costa arrisca-se a ficar para a história como uma oportunidade perdida -- como foram os Governos Guterres.

Luís Rosa, OBSR 

*Os portugueses são os campeões da indignação contra os seus políticos, mas são também os principais culpados pelos políticos que têm: votam neles, porque deles aceitam tudo e já não esperam nada.

Alexandre Homem Cristo, OBSR

*Não há maneira de nos livrarmos da nossa prática de não fixar objectivos para as medidas políticas ou de aplicá-las com resultados conflituantes. O socorro ao interior não é, infelizmente, excepção.

Paulo Ferreira, ECO

Somos Todos Prisioneiros ...

"Somos todos prisioneiros, mas alguns de nós estão em celas com janelas, e outros sem"
Khalil Gibran  

domingo, 15 de julho de 2018

Notícias Soltas

*Ministro da Defesa: esclarecimentos sobre Tancos? Só Ministério Público o pode fazer





Assim Acontece

Ao todo, a carga fiscal já representa 34,7% do PIB, o valor mais alto de sempre. Importa questionar: o que está a ser feito para reduzir esta cifra e assim devolver aos portugueses uma fatia maior da riqueza que produzem com o seu trabalho? Será aceitável que, ao mesmo tempo que permite que os funcionários públicos trabalhem 35 horas por semana, o Estado fique com uma fatia crescente da riqueza criada pelos portugueses que são obrigados a trabalhar 40 horas (ou mais)? Onde está a justiça social de tudo isto?
Agostinho da Silva tinha razão. O Homem não existe por causa do trabalho. Mas também não existe para pagar os impostos necessários para manter um Estado refém de lobbies e corporações, que não se reforma nem deixa reformar. Pois é o Estado que existe por causa do Homem, não o contrário.

Filipe Alves, JE