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domingo, 24 de março de 2019
Os Obesos E Diabéticos São Mais Suscetíveis A Infecções? Saiba Porquê
Neutrófilos
Pessoas obesas e com diabetes do tipo 2 estão mais propensos a desenvolver doenças infecciosas porque as duas condições afetam o sistema imunológico.
O que não se sabia até agora era o mecanismo envolvido nessa queda da imunidade.
O que ocorre é que o fenómeno está ligado a alterações nos neutrófilos, as primeiras células de defesa a reagir diante de um agente invasor. Os neutrófilos perdem eficiência no reconhecimento de bactérias e morrem mais facilmente.
É o que acabam de descobrir Wilson Kuwabara e Tatiana Loureiro, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (Universidade de São Paulo).
"Encontramos a resposta ao investigar, nos neutrófilos, o que ocorre com a proteína TLR4 quando esta reconhece a toxina LPS [lipopolissacarídeo, principal componente da membrana externa de bactérias gram-negativas] dos patógenos invasores", disse Wilson, acrescentando que até agora não se sabia a razão pela qual obesos e diabéticos são mais vulneráveis ao agravamento de doenças infecciosas.
TLR4
O trabalho é importante porque conseguiu demonstrar que os neutrófilos dos animais obesos e animais ratos diabéticos não conseguem reagir com eficácia ante o ataque das bactérias, facilitando a instalação do processo infeccioso.
O mecanismo agora descoberto envolve os recetores do tipo Toll (do inglês toll-like receptors, ou TLR), uma família de proteínas que fazem parte do sistema imunológico. Problemas no processo de ativação especificamente do TLR4 estão associados a uma menor capacidade das células de defesa de combater microrganismos, comprometendo o processo inflamatório.
Os pesquisadores vão agora se dedicar a estudar como evitar que os neutrófilos sejam inviabilizados por essa alteração, o que poderá levar, no futuro, a formas de tratamento dos problemas verificados nos pacientes obesos e diabéticos.
Fonte: DS
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| [Imagem: Blausen Medical / Wikimedia Commons] |
Pessoas obesas e com diabetes do tipo 2 estão mais propensos a desenvolver doenças infecciosas porque as duas condições afetam o sistema imunológico.
O que não se sabia até agora era o mecanismo envolvido nessa queda da imunidade.
O que ocorre é que o fenómeno está ligado a alterações nos neutrófilos, as primeiras células de defesa a reagir diante de um agente invasor. Os neutrófilos perdem eficiência no reconhecimento de bactérias e morrem mais facilmente.
É o que acabam de descobrir Wilson Kuwabara e Tatiana Loureiro, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (Universidade de São Paulo).
"Encontramos a resposta ao investigar, nos neutrófilos, o que ocorre com a proteína TLR4 quando esta reconhece a toxina LPS [lipopolissacarídeo, principal componente da membrana externa de bactérias gram-negativas] dos patógenos invasores", disse Wilson, acrescentando que até agora não se sabia a razão pela qual obesos e diabéticos são mais vulneráveis ao agravamento de doenças infecciosas.
TLR4
O trabalho é importante porque conseguiu demonstrar que os neutrófilos dos animais obesos e animais ratos diabéticos não conseguem reagir com eficácia ante o ataque das bactérias, facilitando a instalação do processo infeccioso.
O mecanismo agora descoberto envolve os recetores do tipo Toll (do inglês toll-like receptors, ou TLR), uma família de proteínas que fazem parte do sistema imunológico. Problemas no processo de ativação especificamente do TLR4 estão associados a uma menor capacidade das células de defesa de combater microrganismos, comprometendo o processo inflamatório.
Os pesquisadores vão agora se dedicar a estudar como evitar que os neutrófilos sejam inviabilizados por essa alteração, o que poderá levar, no futuro, a formas de tratamento dos problemas verificados nos pacientes obesos e diabéticos.
Fonte: DS
Quem Não Compreende Um Olhar ...
sábado, 23 de março de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
*Bombeiros querem revisão urgente da Lei de Financiamento das corporações
*Exames oncológicos estão a ser adiados pelo hospitais para lucrar com rastreios
sexta-feira, 22 de março de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
*Só a EDP se salvou. PSI 20 teve pior dia do ano
*Nuno Vieira: “Falta concorrência e empreendedorismo na advocacia”
*França. Macron envia militares para protesto dos coletes amarelos
*Legislativas com novas regras
*Movimento contra vedação do miradouro de Santa Catarina em Lisboa promete continuar luta
*“O sistema bancário é europeu em vida e nacional na morte”, diz Elisa Ferreira
*França. Macron envia militares para protesto dos coletes amarelos
*Legislativas com novas regras
*Movimento contra vedação do miradouro de Santa Catarina em Lisboa promete continuar luta
*“O sistema bancário é europeu em vida e nacional na morte”, diz Elisa Ferreira
*“A crise foi resolvida porque o Tratado foi violado, mais nada”, afirma Vítor Bento
Sete Mandamentos Da Moral Para 60 Culturas Diferentes De Todo O Mundo
Antropólogos da Universidade de Oxford (Reino Unido) descobriram o que eles acreditam serem as sete regras morais universais.
Indo diretamente ao ponto, esses sete mandamentos da moral seriam:
Ajude sua família.
Ajude seu grupo.
Retorne favores.
Seja corajoso.
Obedeça seus superiores.
Divida os recursos de forma justa.
Respeite a propriedade alheia.
Essas regras foram encontradas em uma pesquisa com 60 culturas diferentes de todo o mundo. A equipe analisou relatos etnográficos de ética dessas 60 sociedades, abrangendo mais de 600.000 palavras de mais de 600 fontes.
Moral relativa ou moral universal?
"O debate entre universalistas morais e relativistas morais tem durado séculos, mas agora temos algumas respostas. As pessoas em todos os lugares se deparam com um conjunto similar de problemas sociais e usam um conjunto similar de regras morais para resolvê-los. Como previsto, essas sete regras morais parecem ser universais em todas as culturas. Todos, em todos os lugares, compartilham um código moral comum. Todos concordam que cooperar, promover o bem comum, é a coisa certa a fazer," defende o professor Oliver Scott Curry, coordenador do estudo, publicado na revista científica Current Anthropology.
A equipe testou a teoria de que a moralidade teria evoluído para promover a cooperação e, como existem muitos tipos de cooperação, se existiriam muitos tipos de moralidade. De acordo com essa teoria da "moralidade como cooperação", a seleção de parentesco explica por que sentimos um dever especial de cuidar de nossas famílias.
O mutualismo explica por que formamos grupos e, por isso, valorizamos a união, a solidariedade e a lealdade. A troca social explica por que confiamos nos outros, retribuímos favores, sentimos culpa e gratidão, retribuímos e perdoamos. E a resolução de conflitos explica por que nos envolvemos em exibições dispendiosas de coragem, como bravura e generosidade, por que nos submetemos a nossos superiores, por que dividimos os recursos de forma justa e por que reconhecemos a posse anterior de bens.
Comportamento cooperativo
Os pesquisadores concluíram, primeiro, que esses sete comportamentos cooperativos são sempre considerados moralmente bons. Segundo, exemplos da maioria dessas morais foram encontrados na maioria das sociedades - crucialmente, não houve contra-exemplos, ou seja, em nenhuma sociedade qualquer um desses comportamentos é considerado moralmente ruim. E, terceiro, essas morais foram observadas com igual frequência em todos os continentes, não sendo uma reserva exclusiva do "Ocidente" ou de qualquer outra região.
Fonte: DS
Basta Querer Enxergar ...
quinta-feira, 21 de março de 2019
quarta-feira, 20 de março de 2019
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