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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Notícias Ao Fim Da Tarde


Esta É A Frase (act.)

O “referendo à eutanásia” é para mim desajustado e equívoco, mas percebo que haja quem o queira, até para tentar contrariar uma provável maioria parlamentar. Se houver, lá estarei. Se houver assinaturas em quantidade suficiente, se houver pressão social (da Igreja, por exemplo), se houver debate e sobretudo tempo, faça-se!  (António Barreto, Público)

No debate sobre a eutanásia e o suicídio assistido, há elementos lamentáveis. As confusões deliberadas, feitas por políticos, activistas e jornalistas, entre suicídio assistido e eutanásia, assim como entre eutanásia activa e passiva, ou entre eutanásia voluntária e involuntária [ Esclarecimento é  não só necessário como imprescindível] são o resultado da ignorância ou da vontade de enganar. É igualmente deplorável que se trate o referendo como uma faculdade de mero oportunismo: quando convém, somos a favor do referendo; quando se receia o resultado, somos contra. É finalmente lastimável que haja quem utilize um tema como este para incomodar um partido ou obrigar a realinhamentos partidários. Mas paciência! A democracia é assim. A política também. Não vale a pena aspirar, nem sequer em temas como este, a uma discussão serena. (...)

Reconhecendo os perigos do referendo, é possível imaginar dispositivos que os diminuam. Exigir participação ou maiorias qualificadas, por exemplo. Estes mecanismos moderam os ânimos. Mas há um outro, essencial, o tempo. Entre a proposta de um referendo e a sua realização deveria decorrer um prazo de amadurecimento de vários anos, o que teria o condão de diminuir a demagogia, de arrefecer os entusiasmos e de obrigar a ponderar os argumentos. Tempo é reflexão.(ler texto completo)

Homenagem Às Mulheres

Elas sorriem quando querem gritar. 
Elas cantam quando querem chorar. 
Elas choram quando estão felizes. 
E riem quando estão nervosas.

Pablo Neruda 

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Notícias Ao Fim Da Tarde

Os Lisboetas Não Podem Entrar na ZONA , Então A ZONA É A Ilha Da Fantasia

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Novos velhos espaços são Zonas Livres de Lisboetas, Zonas que figuram nas páginas do imobiliário do “Financial Times” e “The Economist”, oferecendo Vistos Gold e apartamentos a um milhão de euros. Perfeito, é o progresso, é o segredo mais bem guardado da Europa, é o Sol e a segurança que não existe no Norte de África depois da Primavera Árabe e que desvia o Turismo para este porto azul na curva do Atlântico. Os Lisboetas perderam-se na névoa da Cidade, perderam-se na sirene dos navios, passam pela Baixa como estrangeiros, passam pela Baixa como ilhas humanas desprendidas do Rio – os Lisboetas são um barco supérfluo à superfície de tudo.

Carlos Marques de Almeida, ECO

Se os Lisboetas não podem entrar na Zona, então a Zona é a Ilha da Fantasia em que aportam os grandes Navios de Cruzeiro – um único Navio de Cruzeiro é o equivalente ambiental à circulação de 20 mil automóveis. Se os Lisboetas têm horários de empregados nocturnos, então a Zona é um Recinto de Recreio dos hóspedes dos Hotéis que deambulam a futilidade trágica da afluência concretizada em selfies exóticas tiradas num País tristonho que disfarça as olheiras mal dormidas de uma prostituta que não existe à luz do dia. O Presidente da Câmara deveria ter a imaginação dos corvos imponentes no símbolo da Cidade.

Somos Querer.

Cada um de nós é a linha que vai do que sente ao que faz e que passa pelo que pensa e diz... somos o que escolhermos sentir, pensar, dizer e fazer. Somos querer.

José Luís Nunes Martins

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Propósito Da Eutanásia

Na eutanásia, trata-se de cruzar mais uma linha vermelha relacionada com a “sacralização” da vida humana. Ficará assim provado que não há limites para o exercício do poder político sobre a sociedade.

Rui Ramos,OBSR 

Quando tantos deputados dizem que é tema de consciência individual, vamos a isso. A consciência individual que importa é a dos cidadãos, não a dos deputados. Ninguém vota em consciências individuais.

José Ribeiro e Castro, OBSR

A Primazia De Acumular Sossego

«As sociedades modernas vivem tempos insanos. A serenidade é um artigo de luxo.»
Augusto Cury 
A tranquilidade, a serenidade e a calma ajudam-nos a conseguir a primazia de acumular sossego. E o sossego ajudará a prestar atenção, a reflectir, a meditar de forma introspectiva (observando nosso interior, avaliando nosso comportamento) ou de forma contemplativa (valorizando e apreciando o mundo exterior que nos rodeia e suas circunstâncias).
De qualquer forma, o sossego e a serenidade obrigarão a estar em Conexão com nós mesmos, a Meditar  para nos ajudar a conhecer melhor, a Vigiar a quantidade e o pesadelo que acumulamos de medos, culpas e ofensas, que tanto dano nos causam inconscientemente ao longo da nossa vida.
Irremediavelmente,  meditar e reflectir obriga-nos a ficar com a  serenidade necessária  para apreciar a vida de uma maneira uniforme, a considerar as nossas relações de forma lúcida e a manter a nossa atitude e pensamento livres de elementos nocivos.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Notícias Ao Fim Da Tarde