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sábado, 3 de julho de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

Ontem E Hoje

Intelectualmente medrosos, inseguros, descrentes da sua própria razão, necessitam estes políticos e estes académicos de apagar o resto do mundo para fazer valer o seu. Precisam de condenar às trevas exteriores todos os que não se reconhecem nas suas ladainhas. Só vivem felizes e só se sentem à vontade se puderem crescer num cemitério de ideias e de liberdade. Não pensam, excluem. Não argumentam, ditam. Não estudam, condenam.

Na verdade, os vulneráveis e inseguros democratas que assim pensam consideram pura e simplesmente que o regime salazarista não deve ser estudado, deve ser condenado. Que tudo quanto aconteceu nas décadas de ditadura foi péssimo e deve ser denunciado. Que os que hoje têm uma atitude diferente são salazaristas ou mesmo fascistas. E sobretudo que todos os que com eles não concordam a propósito da política e das questões actuais, são da direita ou da extrema-direita, salazaristas e quase fascistas.(...)

As proezas económicas e sociais do regime salazarista são reais, umas, duvidosas outras e inexistentes outras ainda. Todas elas ficam evidentemente ligadas à política daqueles tempos.

É possível confirmar, em traços grossos, a existência de algumas fases ou de uns tantos períodos da evolução económica e social com características diferentes.

Uma segunda parte revelou forças e energias até então insuspeitas. O crescimento económico foi real.*

Em quase todos estes casos do universo social, o crescimento e os melhoramentos verificados após o 25 de Abril foram mais rápidos, mais justos, mais significativos e mais universais. O que não invalida o reconhecimento dos anos anteriores.
Intelectualmente medrosos, inseguros, descrentes da sua própria razão, necessitam estes políticos e estes académicos de apagar o resto do mundo para fazer valer o seu. Precisam de condenar às trevas exteriores todos os que não se reconhecem nas suas ladainhas. Só vivem felizes e só se sentem à vontade se puderem crescer num cemitério de ideias e de liberdade. Não pensam, excluem. Não argumentam, ditam. Não estudam, condenam.


*Sim, a economia portuguesa, medida pelo produto, pelo rendimento nacional e pelo produto por habitante, cresceu, na “década larga” de 1960 a 1974, a médias inéditas e não repetidas da ordem dos 6% a 7% por ano.

Sim, esta década foi a de maior crescimento económico que se conhece com algum rigor, talvez mesmo a de maior crescimento do produto por habitante da história do país.

Sim, no fim desta década, Portugal encontrava-se praticamente em pleno emprego, tanto no mundo rural como nas cidades, enquanto o principal problema de muitas empresas e de vários sectores produtivos era o de falta de força de trabalho, até porque faltavam homens que se encontravam na emigração ou nas guerras de África.

Sim, foi nesta altura que a indústria portuguesa mais cresceu na história do país, tendo havido anos em que esse crescimento anual ultrapassou os 15%.

Sim, nessa década foram dados os primeiros passos importantes no sentido de criar um primeiro e tímido embrião do Estado social, ou algo que se parecesse com isso, de modo que o número de beneficiários da segurança social e da caixa de pensões, assim como o de pensionistas, aumentou como nunca antes.

Sim, nessa década o analfabetismo infantil foi praticamente erradicado, apesar de o analfabetismo adulto se ter mantido a níveis únicos na Europa.

Sim, as condições de saúde da população começaram a melhorar de modo visível, apesar de muito lentamente e mau grado os indicadores sanitários estarem ainda muito longe dos verificados nos países europeus.

Esta É A Frase

 "Portugal está habituado a viver na porta giratória entre Deus e o Diabo, entre a riqueza de alguns e a miséria de muitos, tudo a bem da Nação, da ostentação e da vaidade.

(Carlos Marques de Almeida, ECO)

Há momentos em que o vazio do País brilha como um diamante ao sol. O Primeiro-Ministro está de quarentena; o Ministro dos Negócios Estrangeiros dá uma entrevista a despedir-se do Governo e outra a garantir que vai ficar no Governo até ao fim dos tempos; o Ministro da Administração Interna esgota o dicionário e as palavras com trânsitos contra o tempo político nas auto-estradas de Portugal; sabe-se também que existe um Ministro do Mar náufrago desde que tomou posse. Enfim, o tema da “remodelação” contribui de novo para o ruído da política nacional, quando Portugal tem o mais perfeito Governo da Europa. Disfuncional, descoordenado, esgotado politicamente, mas o mais perfeito Governo da Europa. Ou não fosse o iluminado Primeiro-Ministro a nova grande esperança do Projecto Europeu.

Na Vida Devemos Ter Raizes, e ...

 
Na vida, nós devemos ter raízes, e não âncoras. 
Raiz alimenta, âncora imobiliza. 
Quem tem âncoras vive apenas a nostalgia e não a saudade. 
Nostalgia é uma lembrança que dói, 
saudade é uma lembrança que alegra.

(Mario Sergio Cortella)

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

Covid-19: Situação Em Portugal Hoje Sexta-feira

  • 884.442 confirmados (+ 2.436 ) 
  • 17.108 óbitos (+7) 
  • 35.855 casos ativos (+1.174)
  • 831.479 pessoas recuperadas (mais 1.255)
  • 532 pessoas internadas (mais 23) 
  • 118 estão em unidades de cuidados intensivos (mais 5)
Por Regiões
  • Norte +553 infeções e 1 morte;
  • Centro + 178 infeções e 0 mortes
  • Lisboa e Vale Tejo +1.371 infeções e 5 mortes
  • Alentejo +92 infeções e 1 morte;
  • Algarve +213 infeções e 0 mortes;
  • Açores + 16 infeções e 0 mortes;
  • Madeira + 13 infeções e 0 mortes.
Quanto à matriz de risco, que atualizou os dados esta sexta-feira, o nível de incidência no território nacional voltou a subir, situando-se agora nos 189,4 casos por 100 mil habitantes a nível nacional. No continente, a incidência é de 194,2 o nível mais elevado já registado.

Quanto o risco de transmissibilidade, o famoso Rt, que se manteve inalterado face à ultima atualização, situa-se hoje em 1,16 a nível nacional e 1,17 no continente

Nota:
Principais sintomas da covid-19 mudaram. Estes são os sinais a ter em atenção
Os dois principais sintomas de infeção pela covid-19 já não são os mesmos, sugere estudo. Muitas pessoas podem não estar a ser corretamente diagnosticadas como consequência disso (… leia aqui e partilhe com a família e os amigos)

“Não haverá por agora regresso à normalidade tal e qual a vivíamos”, avisa ministra da Saúde
A ministra da Saúde, Marta Temido, entretanto, avisa que “não haverá regresso à normalidade tal e qual a vivíamos”. “A doença não está ultrapassada”. Teremos de “manter o distanciamento social”, “usar máscara social nos espaços fechados” e manter o mais possível a “higienização das mãos”.

A Frase

" O activismo "woke" não consiste numa qualquer libertação, mas na mais audaciosa proposta de aumento do poder do Estado no Ocidente desde os totalitarismos dos anos 1930.     (Rui Ramos, OBSR)

Leiam, e percebam de uma vez onde nos querem meter!

É Que Hoje Eu Preciso Acreditar Um Pouco Mais


É que hoje eu preciso acreditar um pouco mais. Acho uma beleza essa coisa de amanhecer essência. Poderia seguir meu sonho, mas não lembro dele essa manhã. Hoje acordei pra viver, levantar e seguir em frente. Porque a vida sempre pede um pouco mais da gente. Veja bem, a vida, não os outros. Hoje vou viver pra esperança, pra coisas... bonitas e sorrisos largos. Mesmo que tudo dê pra trás. Hoje vou andar de mãos dadas com meu anjo da guarda e prometo me esforçar pra ser boa. 
Hoje vou viver na Terra cheia de Céu. 

(Vanessa Leonardi)

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

Covid-19: Situação Em Portugal Hoje Quinta-feira

  • 882.000 confirmados  (+ 2.449)
  • 17.101 óbitos (+5 mortes) 
  • 34.681casos ativos (+1.240)
  • 509 internados (+ 5)
  • 113 em UCI (-7)
  • 830.224 recuperados (+1.234)
Casos por regiões:
  • Lisboa e Vale do Tejo (+1.339) infeções, totalizando 341.377 (+ 4 óbitos)
  • Norte  (+556 infeções) 346.391 (+1 óbito)
  • Centro (mais 235) 122.342. 
  • Alentejo (mais 53 infeções) 3. 050 
  • Algarve (mais 217) (24.706)
  • Madeira (+16) 9.938
  • Açores (+23) 6.202 

Quatro dos óbitos por Covid-19 registados nas últimas 24 horas em Portugal ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (7.267) e um verificou-se no Norte (5.366). São duas pessoas com 80 anos ou mais, duas com 70 a 79 anos e uma na faixa etária dos 60 anos.

No resto de país, o Centro soma 3.027 vítimas mortais, o Alentejo 972 óbitos e o Algarve 365 mortes desde o inicio da pandemia. No os Açores, registaram-se 34 mortes e na Madeira 70.

Quanto à matriz de risco, que mantém os dados desta quarta-feira, o nível de incidência no território nacional situa-se nos 172,8 casos por 100 mil habitantes a nível nacional. No continente, a incidência é de 176,9 o nível mais elevado já registado.

Quanto o risco de transmissibilidade, o famoso Rt, também se manteve inalterado face à ultima atualização, situa-se em 1,14 a nível nacional e 1,15 no continente.