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terça-feira, 25 de novembro de 2025

A Frase (265)

50 anos depois: algumas verdades - O PCP não recuou na via revolucionária por ordem de Ponomariov ou de Suslov, que não quereriam uma Cuba na Europa. Recuou quando Cunhal percebeu que não tinha outro caminho e não podia fazer mais nada.     (Zita Seabra, OBSR)

A história do 25 de Novembro de 1975 está feita e bem documentada. Vários testemunhos e memórias de quem participou registaram esse dia inesquecível para quem o viveu do lado dos vencedores ou dos vencidos. No entanto, parece-me importante recordar alguns factos e homenagear os intervenientes decisivos para os acontecimentos marcantes desses dias que puseram fim ao PREC e à tentativa de tomada de poder pelo PCP, unido às forças civis e militares da esquerda radical.. Não seria necessário escrever este texto se não existisse tanto empenho por tantas pessoas em fazer esquecer esta data ou deturpar a ocorrência. (cont.)

A Liberdade

 

A noção de liberdade de expressão para algumas pessoas é que elas são livres para dizer o que quiserem, mas, se alguém diz algo de volta, elas ficam indignadas.     (Winston Churchill)

Somente com a legítima liberdade de expressão, pluralidade de informação, respeito a cidadania, 
e permanente vigilância contra as tentativas de cercear o Estado democrático de direito, 
é que poderemos pensar em transformar Regimes de Força, em Regimes de Direito.   (Paulo Miranda) 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (264)

O país político está transformado numa dispersão de partidos sem rumo ou sentido. Sobra o sentido de sobrevivência do Governo.     (Carlos Almeida, ECO)

Um Governo e muitos Presidentes. O país político não é um, porque é muitos. É assim que o Governo passa no intervalo da política num contorcionismo entre a esquerda e a direita. Sem maioria absoluta, longe da minoria absoluta, o Governo progride sobre a inércia de um sistema distraído e apenas preocupado com o interesse de cada partido. O país político está transformado numa dispersão de partidos sem rumo ou sentido. Sobra o sentido de sobrevivência do Governo, o princípio e o fim de todo o Executivo pragmático que pretende durar sobre o vazio. E como é fundo o vazio em Portugal.(...)

Os Proto Presidentes estão apenas centrados no ego político em permanente expansão e esquecem liminarmente uma comunidade de destino que é um país politicamente organizado. Talvez porque os debates sejam a consequência de uma primeira volta que mais parece o teste legislativo que dá o verdadeiro acesso ao teste presidencial. (...)

Um Proto Presidente activista ou a revelação de um Proto Presidente inactivista. Entre o activismo e o inactivismo vai-se afirmando uma espécie de ideologia da impotência apresentada como solução para o progresso e para o desenvolvimento. O mito urbano das Presidenciais é o valor supremo e absoluto de uma magistratura de influência Independente. E o país segue dentro de momentos.(...)

Fica a ironia de um exemplo político para edificação do pensamento de todos os Proto Presidentes Independentes.

O Que Reúne E Atrai As Pessoas ?

“O que reúne e atrai as pessoas não é a semelhança ou identidade de opiniões, senão a identidade de espírito, a mesma espiritualidade ou maneira de ser e entender a vida.”

(Proust)

domingo, 23 de novembro de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (263)

Zelensky escolheu a dignidade. A Europa tem de fazer o mesmo - O Presidente ucraniano rejeitou o “plano”. Lembrou o seu juramento quando tomou posse, a 19 de Maio de 2019, no qual se comprometeu a defender a soberania e a independência do seu país.    (Teresa de Sousa, Público)

O Presidente Zelensky resumiu numa curta frase o que significa o “plano de paz” de 28 pontos, alegadamente negociado entre Steve Witkoff e Kirill Dmetriev com que Donald Trump quer pôr fim à guerra da Rússia contra a Ucrânia: “Este é um dos momentos mais difíceis da nossa História. Agora, a Ucrânia pode estar perante uma escolha muito difícil, entre perder a sua dignidade ou arriscar-se a perder um aliado importante.”

A Culpa ...


 A culpa é um sentimento que surge quando percebemos que violamos normas morais internas ou causamos dano a outras pessoas.

Do ponto de vista psicológico, a culpa pode ter suas raízes nas nossas experiências de socialização e na aprendizagem moral. Ao longo da vida, internalizamos normas e valores morais que nos guiam no comportamento e permitem a nossa integração na sociedade. Quando violamos essas normas – seja de maneira real ou percecionada –, podemos sentir culpa como uma forma de autorregulação emocional.

Na psicanálise, a culpa é uma emoção ligada ao desenvolvimento moral e ao superego, uma das estruturas fundamentais da mente propostas por Sigmund Freud. Surge quando percebemos que transgredimos normas morais internas, influenciadas por experiências da infância ensinamentos interiorizados e expectativas sociais e culturais.

As nossas normas morais e valores pessoais desempenham um papel essencial na maneira como avaliamos as nossas ações e decisões. Se as nossas atitudes entram em conflito com princípios fundamentais que consideramos importantes, é mais provável que experimentemos culpa. Por exemplo, uma pessoa que valoriza a honestidade pode se sentir culpada se mentir em determinada situação. (AR)

sábado, 22 de novembro de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (262)

Sim, a UGT tem sido imprestável neste processo. Sim, o Governo não tratou o país com o devido respeito. Não, a reforma laboral não pode ficar pelo caminho – tem de ser afinada, mas vai no sentido certo.         (André Macedo, J Económico)