Num momento em que o setor empresarial do Estado enfrenta desafios crescentes (financeiros, operacionais e reputacionais), a qualidade da governance assume-se como fator crítico de sucesso. E no centro dessa governance está o controlo interno.
Não como um fim em si mesmo, nem como um exercício formal de conformidade, mas como uma infraestrutura invisível que sustenta decisões, protege valor e garante confiança. Em última análise, a questão relevante, no setor empresarial do Estado, não é saber se existe controlo a mais, mas se existe controlo suficiente – e suficientemente eficaz – para proteger aquilo que é de todos.

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