Um dos grandes problemas de uma guerra, no entanto, é ser muito difícil saber como irá acabar. O inimigo tem um voto que torna a sua evolução, custo e desfecho difíceis de prever. Trump cometeu em relação ao inimigo iraniano um erro frequente e sempre muito custoso – subestimar o inimigo e a sua vontade de continuar a combater. Este acordo de cessar-fogo reflete esse erro. O mínimo que podemos fazer é tentar aprender alguma coisa com o sucedido.
Teremos de lidar com o uso crescente da inteligência artificial. Isso cria grandes oportunidades, mas também cria grandes problemas, inclusive éticos. Um dos mais importantes para a Estamos cada vez mais numa Guerra Fria tecnológica e em torno de outros recursos estratégicos entre os EUA e a China, em que a Europa está a ficar para trás, marginalizada. A Europa corre o risco, se ficar a regular sem inovar, de acabar por não ter o que regular. Precisamos de mudar de paradigma, não nas palavras, mas nas ações. (...)
Trump sempre achou que podia acabar com uma guerra com a facilidade com que fecha acordos imobiliários à custa da força da sua marca personalizada. (...)
O resultado é que este compromisso acolhe uma série de pretensões iranianas, reduz os meios de pressão dos EUA, e deixa cair praticamente todos os principais objetivos declarados por Trump: mudança de regime, fim do programa de mísseis, fim do apoio a grupos armados pela região, fim do programa de enriquecimento nuclear. De todos estes pontos apenas o nuclear é mencionado, mas em termos de um compromisso de continuar a negociar. E o Irão sempre disse que não queria ter armas nucleares. (...)
Teremos de lidar com o uso crescente da inteligência artificial. Isso cria grandes oportunidades, mas também cria grandes problemas, inclusive éticos. Um dos mais importantes para a Estamos cada vez mais numa Guerra Fria tecnológica e em torno de outros recursos estratégicos entre os EUA e a China, em que a Europa está a ficar para trás, marginalizada. A Europa corre o risco, se ficar a regular sem inovar, de acabar por não ter o que regular. Precisamos de mudar de paradigma, não nas palavras, mas nas ações. (...)
Trump sempre achou que podia acabar com uma guerra com a facilidade com que fecha acordos imobiliários à custa da força da sua marca personalizada. (...)
O resultado é que este compromisso acolhe uma série de pretensões iranianas, reduz os meios de pressão dos EUA, e deixa cair praticamente todos os principais objetivos declarados por Trump: mudança de regime, fim do programa de mísseis, fim do apoio a grupos armados pela região, fim do programa de enriquecimento nuclear. De todos estes pontos apenas o nuclear é mencionado, mas em termos de um compromisso de continuar a negociar. E o Irão sempre disse que não queria ter armas nucleares. (...)
Os EUA viram a sua credibilidade como aliado e o seu papel de máximo garante da ordem global mais uma vez minados pela Administração Trump. A Trump isso não importa, só lhe interessa o seu protagonismo, os seus ganhos económicos e políticos pessoais, mas os verdadeiros amigos dos EUA sabem que isto é um grande problema, e não apenas para os norte-americanos.

Sem comentários:
Enviar um comentário