Questionado pelo novo líder do PS, António José Seguro, sobre esse site prometido para haver “total transparência nas nomeações do governo”, o primeiro-ministro acenou com a novidade: desde as nove da manhã estão disponíveis as primeiras escolhas para os gabinetes governamentais.
“Ainda não estão lá as nomeações de todos os serviços, mas durante o fim-de-semana teremos a informação completa”, assinalou Passos Coelho
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Zapatero Demissão ? Conferência De Imprensa às 11,30
quinta-feira, 28 de julho de 2011
A Fome Na Somália. De Quem É A Responsabilidade?
A ONU declarou recentemente que a Somália está em estado de crise de fome e que dezenas de milhares de pessoas morreram de causas relacionadas à desnutrição no país.

Mas quem tem responsabilidade pela situação somali?
O repórter da BBC Andrew Harding fez uma lista de dez aparentes responsáveis pela situação somali, a partir de conversas com especialistas, diplomatas, autoridades somalis, agentes humanitários internacionais e algumas das próprias vítimas da fome.
A lista não inclui um agente óbvio, diz Harding: a seca, a pior dos últimos 60 anos na região-
1- Os Estados Unidos
2- O programa Mundial
3- O governo transitório federal da Somália
4- O Al-Shabab
5- A expressão"crise de fome"
6- A imprensa
7- O Quénia
8- O resto do mundo
9- As mudanças climáticas
10 - O crescimento populacional
(Pode ler aqui o desenvolvimento dos pontos acima referidos)
O Essencial E O Trivial
Um homem extravio-se no deserto. Estava moribundo quando apareceu uma caravana. Os que viajavam nela mal de aperceberam da situação do homem sedento, que penosamente pôde soltar uns gemidos pedindo auxílio- Várias pessoas correram até ao homem e rodearam-no. Agonizando, murmurou: « Água, água, por favor.» Os da caravana olharam para ele demoradamente e começaram a perguntar-se como queria aquele homem que lhe servissem a água. Preferia que fosse num cálice de cristal ou numa chávena? Num recipiente de ouro ou de prata? Talvez num copo ou queria ele bebê-la directamente dos cantis de pele dos cameleiros? Quem ali se encontrava discutia estas questões sem parar, questionando-se qual seria o recipiente mais adequado para lhe dar de beber, quando o moribundo soltou o último suspiro.
Há uma neblina na mente que distorce o entendimento e nos faz prestar atenção ao trivial e desconsiderar o essencial. Essa ofuscação da mente turva a percepção, a cognição e a reacção. Frequentemente nas nossas vidas, de forma impensada e por falta de entendimento, preocupamo-nos e ocupamo-nos do banal, descuidando o essencial, deixando-nos prender nas redes mentais da ilusão e confusão. (Ramiro Calle)
Há uma neblina na mente que distorce o entendimento e nos faz prestar atenção ao trivial e desconsiderar o essencial. Essa ofuscação da mente turva a percepção, a cognição e a reacção. Frequentemente nas nossas vidas, de forma impensada e por falta de entendimento, preocupamo-nos e ocupamo-nos do banal, descuidando o essencial, deixando-nos prender nas redes mentais da ilusão e confusão. (Ramiro Calle)
Chávez Não Tinha Razão ...
Hugo Chávez não tinha razão. Simão Bolívar, o soldado venezuelano que combateu os espanhóis a favor das independências na América Latina, não foi assassinado pelos inimigos colombianos. Teria tuberculose e o mais provável foi ter morrido envenenado pelos medicamentos da época, concluiu uma análise às suas ossadas.Apesar desta evidência, o Presidente venezuelano, que sempre que fala ao país tem atrás de si um retrato de Simão Bolívar - diz-se seu herdeiro ideológico e rebaptizou o país, dando-lhe o nome de República Bolivariana da Venezuela.
Há anos que a oposição acusa Chávez de capitalizar apoios ligando a sua pessoa à figura de Bolívar que, na Venezuela, é a segunda personagem mais venerada - à sua frente está Jesus Cristo. (Fonte:Público)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Ética Cientifica. Híbridos De Animais E Humanos
A Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha está a pedir ao governo que estipule regras mais estritas para as pesquisas médicas envolvendo animais.
Segundo o documento, são necessárias regras mais estritas para as pesquisas que criam animais híbridos ou animais quiméricos, resultado da mistura de duas ou mais espécies, sobretudo com características humanizadas.
O grupo teme que experiências envolvendo transplante de células acabem por criar anomalias, as chamadas quimeras, como macacos com a capacidade de pensar e falar como os humanos.
O alerta ressalta o debate da questão dos limites da pesquisa científica.
Apesar de a maioria das experiências actualmente ser feita com ratos, os cientistas estão particularmente preocupados com os testes em macacos.
Na Grã-Bretanha são proibidas as investigações com macacos de grande porte como gorilas, chipanzés e orangotango. Noutros países, como os Estados Unidos, essas pesquisas são livres.
"O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem," diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia. "Estas são possibilidades muito exploradas na ficção, mas precisamos começar a pensar nelas."
Hora de parar ?
O relatório indica três áreas particularmente "delicadas" na pesquisa com animais: a cognitiva, a de reprodução e a criação de características visuais que se percebam como humanas.
"Uma questão fundamental é se o facto de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo", diz o relatório
Mas, há que pensar também nos benefícios:
Milhares de animais têm sido manipulados para expressar um gene humano ou para modelar aspectos específicos de doenças humanas. Na grande maioria dos casos, porém, eles continuam a parecer-se com sua própria espécie.
Um dos autores do relatório, o professor Christopher Shaw, do King's College, de Londres, diz que tais estudos "são extraordinariamente importantes".
A academia realça ainda que não é contrária as experiências que envolvam, por exemplo, o implante de células e tecidos humanos em animais.
No entanto, o avanço das técnicas, estão a sugerir novos temas que precisam ser urgentemente regulamentados.
Os avanços científicos actuais já permitem a criação de ratos com lesões, similares às causadas por um derrame cerebral, para que sejam depois injectadas células-tronco humanas, a fim de corrigir os danos.
Mas os avanços nas tecnologias genéticas e de células-tronco significam que, em teoria, os cientistas podem criar animais com características e comportamentos mais humanos. É sobre isso que os cientistas afirmam que é necessário uma regulamentação clara e precisa.
Segundo o documento, são necessárias regras mais estritas para as pesquisas que criam animais híbridos ou animais quiméricos, resultado da mistura de duas ou mais espécies, sobretudo com características humanizadas.O grupo teme que experiências envolvendo transplante de células acabem por criar anomalias, as chamadas quimeras, como macacos com a capacidade de pensar e falar como os humanos.
O alerta ressalta o debate da questão dos limites da pesquisa científica.
Apesar de a maioria das experiências actualmente ser feita com ratos, os cientistas estão particularmente preocupados com os testes em macacos.
Na Grã-Bretanha são proibidas as investigações com macacos de grande porte como gorilas, chipanzés e orangotango. Noutros países, como os Estados Unidos, essas pesquisas são livres.
"O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem," diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia. "Estas são possibilidades muito exploradas na ficção, mas precisamos começar a pensar nelas."
Hora de parar ?
O relatório indica três áreas particularmente "delicadas" na pesquisa com animais: a cognitiva, a de reprodução e a criação de características visuais que se percebam como humanas.
"Uma questão fundamental é se o facto de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo", diz o relatório
Mas, há que pensar também nos benefícios:
Milhares de animais têm sido manipulados para expressar um gene humano ou para modelar aspectos específicos de doenças humanas. Na grande maioria dos casos, porém, eles continuam a parecer-se com sua própria espécie.
Um dos autores do relatório, o professor Christopher Shaw, do King's College, de Londres, diz que tais estudos "são extraordinariamente importantes".
A academia realça ainda que não é contrária as experiências que envolvam, por exemplo, o implante de células e tecidos humanos em animais.
No entanto, o avanço das técnicas, estão a sugerir novos temas que precisam ser urgentemente regulamentados.
Os avanços científicos actuais já permitem a criação de ratos com lesões, similares às causadas por um derrame cerebral, para que sejam depois injectadas células-tronco humanas, a fim de corrigir os danos.
Mas os avanços nas tecnologias genéticas e de células-tronco significam que, em teoria, os cientistas podem criar animais com características e comportamentos mais humanos. É sobre isso que os cientistas afirmam que é necessário uma regulamentação clara e precisa.
O Braço De Ferro Entre Bancos E Banco De Portugal. Decifremos ...
A guerra deixou de ser surda: bancos e Banco de Portugal estão em braço-de-ferro.
A polémica usa nomes técnicos mas a pergunta é simples: devem os bancos pedir capital ao Estado? A questão é vital mas ameaça tornar-se filosófica: será evitável, essa nacionalização temporária? Dificilmente.
Primeiro, os caldos de galinha: não há risco para os depositantes. E não há, precisamente, porque há dinheiro do Estado, da troika, 12 mil milhões para capitalização e 35 mil milhões para liquidez. O risco não é hoje dos depositantes. É dos accionistas. É de quem precisa de crédito.
Decifremos: (ler aqui)
Primeiro, os caldos de galinha: não há risco para os depositantes. E não há, precisamente, porque há dinheiro do Estado, da troika, 12 mil milhões para capitalização e 35 mil milhões para liquidez. O risco não é hoje dos depositantes. É dos accionistas. É de quem precisa de crédito.
Decifremos: (ler aqui)
Os Dias. De Que São Feitos?
De que são feitos os dias?
- De pequenos desejos,
vagarosas saudades,
silenciosas lembranças.
Entre mágoas sombrias,
momentâneos lampejos:
vagas felicidades,
inactuais esperanças.
De loucuras, de crimes,
de pecados, de glórias
- do medo que encadeia
todas essas mudanças.
Dentro deles vivemos,
dentro deles choramos,
em duros desenlaces
e em sinistras alianças...
Cecília Meireles
- De pequenos desejos,
vagarosas saudades,
silenciosas lembranças.
Entre mágoas sombrias,
momentâneos lampejos:
vagas felicidades,
inactuais esperanças.
De loucuras, de crimes,
de pecados, de glórias
- do medo que encadeia
todas essas mudanças.
Dentro deles vivemos,
dentro deles choramos,
em duros desenlaces
e em sinistras alianças...
Cecília Meireles
terça-feira, 26 de julho de 2011
Um Factor Ausente Na Avaliação Dos Professores ...
... E Que Reporto Como Muito ImportanteUm dos principais factores a considerar na Avaliação dos Professores e que não vejo expresso em lado algum, é a observação comparativa entre a avaliação dos alunos propostos a exame e a avaliação resultante desse mesmos exame.
Se tiverem possibilidade de observar poderão verificar que a discrepância entre esses dois valores é mínima nos alunos provenientes de bons professores e muitas vezes enorme nos alunos oriundos da leccionação de professores que trabalham pouco ou trabalham mal. Há alunos que vão a exame com 14 valores e obtêm no exame 8 valores e até menos. Também há casos ao contrário, mas, menos frequentes, ou seja, alunos que obtêm 14 valores na avaliação de uma disciplina e no exame sobem para 17 ou 18 (neste caso pode haver excesso na exigência, o que também é negativo).
Claro, que só uma amostra significativa no tempo e no número (várias turmas) deve ser considerada. Mas, acreditem que é um factor muito importante que permite uma distinção entre professores na avaliação.
As Últimas Do Governo
O ministro das Finanças: sinalizou hoje no Parlamento que os descontos obrigatórios (1,5%) que os funcionários públicos fazem para a ADSE entrarão no cálculo da sobretaxa de IRS, de forma a esta classe de trabalhadores não ser prejudicada.[ Os erros devem ser reconhecidos e corrigidos. A teimosia e o orgulho irracional como já vimos anteriormente não levam a lado nenhum, ou melhor dizendo,conduz ao precipício ]
O Ministro da Saúde, Paulo Macedo: Devemos, como qualquer bom gestor, avaliar em cada momento se há vantagens em uma unidade pública ser gerida por privados sem qualquer preconceito. Agora, essa não é a nossa intenção".
"Não tenho qualquer intenção de entregar o hospital A, B ou C a uma gestão privada".
Ainda assim, atendendo ao "momento financeiro", o ministro sublinhou a necessidade "de o atravessar sem que o SNS sucumba nas suas dimensões de universalidade e qualidade", nomeadamente através da racionalização de custos e combate à fraude. [ Confio na competência e seriedade deste Ministro, tenho esperança que conseguirá 'endireitar'o SNS sem alterar a qualidade e a universalidade que é tão significativa para este país de vencimentos tão baixos.]
O Ministro da Saúde, Paulo Macedo: Devemos, como qualquer bom gestor, avaliar em cada momento se há vantagens em uma unidade pública ser gerida por privados sem qualquer preconceito. Agora, essa não é a nossa intenção".
"Não tenho qualquer intenção de entregar o hospital A, B ou C a uma gestão privada".
Ainda assim, atendendo ao "momento financeiro", o ministro sublinhou a necessidade "de o atravessar sem que o SNS sucumba nas suas dimensões de universalidade e qualidade", nomeadamente através da racionalização de custos e combate à fraude. [ Confio na competência e seriedade deste Ministro, tenho esperança que conseguirá 'endireitar'o SNS sem alterar a qualidade e a universalidade que é tão significativa para este país de vencimentos tão baixos.]
Fonte: Económico
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