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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Unir Para Progredir


Li e gostei.

Os cinco municípios que constituem a Comunidade Inter-municipal do Alentejo Litoral (CIMAL) (câmaras municipais de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines) vão criar uma Central de Compras, com o objectivo de negociarem a aquisição de produtos e serviços a preços mais competitivos.

Correio do Alentejo  

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Rating : Espanha


O rating do crédito soberano de Espanha   foi reduzido de A para BBB+ pela S&P
A avaliação da Espanha de curto prazo foi reduzido de A-1 para A-2, enquanto a perspectiva do rating de longo prazo é negativa - divulgado hoje aqui.
Outros reinos o mesmo caminho ? ... Hem? -  Alô Europa !

Gosto Destes Homens ...

... e, do que dizem.
... e, destas imagens
... e, da esperança que nos dão, com as suas opiniões sinceras de experiência feitas.

Não previu que o buraco tivesse este tamanho. E não compreende porque é que a classe empresarial não teve o discernimento que lhe competia e apoiou Sócrates além do razoável.

Vitor Bento (via J. de Negócios)

"Portugal tem condições. Apesar destas medidas terríveis. Que podiam não ser estas. Podiam não ser tão concentradas." Sobre este país em transe, novamente em transe, falou-se quase exclusivamente, há uma semana, na sua casa. Fez-se uma dissecação deste corpo, nem por sombras em putrefacção, ainda que com feridas fundas. "Estamos muito endividados, mas as infra-estruturas estão cá. Portugal tem hospitais, escolas, auto-estradas modernas. Não estou a fazer a apologia do modelo anterior. Denunciei-o. Nesse artigo, dizia que estávamos todos contentes com casa, comida e crédito. Em 2003. Não precisei da crise para o perceber."

Medeiros Ferreira (via J. de Negócios) 

O Calcanhar De Aquiles: O Outro Lado ...

Portugal é de facto um país extraordinário. Muitas vezes o ouvimos de estrangeiros que cá vivem e de portugueses que emigraram. É um dos melhores países da Europa para viver.

Mas há o outro lado, o lado negativo, porque também ouvimos que Portugal é um dos piores países para trabalhar. Onde os lóbis ganham sempre, onde o mérito não é reconhecido, onde o Estado sufoca os pequenos para garantir rendas a quem tem poder, onde a classe política não consegue na prosperidade como na austeridade romper com os poderes instalados que inviabilizam o desenvolvimento.

Helena Garrido, J.Negócios

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Colhe O Dia Porque És Ele ...

Uns, com os olhos postos no passado,
Vêem o que não vêem: outros, fitos
Os mesmos olhos no futuro, vêem
O que não pode ver-se.

Por que tão longe ir pôr o que está perto —
A segurança nossa? Este é o dia,
Esta é a hora, este o momento, isto
É quem somos, e é tudo.

Perene flui a interminável hora
Que nos confessa nulos. No mesmo hausto
Em que vivemos, morreremos. Colhe
O dia, porque és ele.

Ricardo Reis 

Esta é a frase: «Estou firmemente convencido que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza.»
Gandhi 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Porque Não Nos Ensinam A Envelhecer Bem ?

Olivier de Ladoucette autor do livro novo manual de envelhecer bem, fornece conselhos contra os efeitos do envelhecimento.

Diz ele: - que sim, há um envelhecimento psicológico. A personalidade, que é o resultado do temperamento inato, e do carácter adquirido, a partir dos 50 anos começa a sofrer pequenas mudanças . Há  uma pequena ênfase sobre algumas características pré-existentes.
Algumas pessoas mudam de carácter e tornam-se difíceis, e não é tanto devido ao envelhecimento da psique ou à acumulação de luto (a aparência, status social, familiar, integridade física ...), que saturará os seus recursos de enfrentamento [ ou discernimento ], resultará mais da instalação de mecanismos de defesa inadequados: retirada, hostilidade, ligações ao passado ...  

Miguel Portas


Hoje partiu um homem de esquerda, um homem culto que respeitava os valores fundamentais  da sociedade e que se preocupava com o próximo.

Opiniões ...


Na opinião do chefe do gabinete de estudos económicos do FMI, o problema que têm enfrentado alguns países da moeda única, nomeadamente Portugal, quando os investidores exigem mais juros para que se possam refinanciar, é que os Estados entram num círculo vicioso, porque não podem pagar o que lhes exigem.

"Os 'eurobonds' evitariam que isso acontecesse", sublinhou Blanchard, explicando que não se pretende que "passe a haver subitamente" um mercado único de títulos conjunto da dívida pública.

O que o FMI propõe é um recurso gradual aos 'eurobonds', "um início cuidadoso, em que se comece por emitir títulos conjuntos com prazos inferiores a um ano".
Para que os países participantes respeitem a necessária disciplina orçamental, "podia estabelecer-se que os que violarem o Tratado Orçamental serão excluídos do processo".

Assim, "na pior das hipóteses, um país poderia ter uma política financeira errada durante um ano", mas depois seria afastado de futuras emissões de 'eurobonds'.
Blanchard exigiu também, na entrevista ao FTD, que a Alemanha aceite uma inflação superior a dois por cento, enquanto durar a crise das dívidas soberanas, para corrigir desequilíbrios entre as economias da moeda única.
"Os alemães têm de saber se pretendem manter os seus elevados saldos positivos da balança comercial, mas se quiserem reduzi-los, têm de aceitar um nível de preços superior aos da restante zona euro", referiu.

Neste contexto, o economista do FMI lembrou que o Banco Central Europeu preconiza uma inflação máxima de dois por cento para toda a zona euro, e não para cada um dos países membros.

Assim, na actual crise, em que existe uma forte necessidade de harmonização na zona euro, "a taxa de inflação pode ser de dois por cento num dado país, e noutro país estar nos seis por cento", sobretudo para evitar que os Estados muito endividados sejam afectados por uma deflação, explicou Blanchard.(aqui)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

De Tombo Em Tombo ...

Depois dos dados mostraram que a produção reduziu na zona do euro e na China, a preocupação cresceu sobre a crise da dívida soberana da Europa.


O Bank of America Corp e Citigroup Inc. (C) caiu mais de 2,9 por cento, na sequência de uma queda nos credores europeus , na Holanda houve um aumento no custo do seguro contra o default da dívida soberana europeia. Alcoa Inc. e Halliburton Co (HAL) caiu pelo menos 1,9 por cento com as transacções a diminuírem após a produção na Europa e na China baixarem. KelloggCo.(K)  caiu 4,8 por cento depois de um corte na estimativa para os lucros deste ano. Se quiser conhecer outros tombos atrás destes leia aqui.


Na verdade como diz o outro, isto anda tudo ligado. 
E cá continuamos todos nós a viver este período inusitado, (bicicletas para um lado, condutores para o outro) sem termos a menor ideia como isto vai acabar.

Os Números

De acordo com a primeira notificação do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE) sobre o défice e dívidas gerais dos Estados-membros em 2011, o défice público da zona euro situou-se em 4,1 por cento do PIB, ao passo que no conjunto dos 27 o indicador foi ligeiramente superior (4,5 por cento). O défice de Portugal ficou nos 4,2 por cento em 2011, com a dívida pública a atingir os 107,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), confirmou hoje o Eurostat  (continuar a ler)

 Os maiores défices públicos no espaço europeu registaram-se na Irlanda (13,1% do PIB), Grécia (9,1%) e Espanha (8,5%) – este país confirma assim o valor anunciado no final de Fevereiro, quando da segunda revisão em alta pelo Governo espanhol do valor de 6% anunciado ainda pelo executivo do PSOE.

O défice da Itália foi de 3,9%, o de França de 5,2% e o da Alemanha 1%. No caso da Itália e da França as dívidas públicas subiram para 120,1% e 85,1% do PIB, enquanto a da Alemanha desceu para 81,1%.

Já fora da zona euro, o Reino Unido registou um défice de 8,4%, enquanto a sua dívida pública disparava de 80,3% do PIB de 2010 para 86,8% no ano passado. (Público)

Agora pode retirar as respectivas ilações.