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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Para A Mente Poesia E Música Equivalem-se

Uma nova tecnologia de imageamento cerebral está a ajudar os investigadores a preencher a lacuna entre a arte e a ciência.

Os estudos sobre os efeitos da música sobre o cérebro já são bastante numerosos - já se sabe, por exemplo, que ouvir música faz iluminar todo o cérebro.

Agora, para reforçar essa ponte entre ciências e arte, acaba de ser mapeado as diferentes formas com que o cérebro responde à leitura de textos escritos em poesia e em prosa.

Os cientistas usaram a última palavra em tecnologia de ressonância magnética funcional (fMRI), que lhes permite visualizar quais partes do cérebro são activadas para processar diferentes actividades.
A equipe identificou actividades no que eles chamaram de "rede de leitura" do cérebro, uma região que é activada em resposta à leitura de qualquer material escrito.
Mas também descobriram que a escrita mais carregada emocionalmente desperta várias regiões do cérebro fora dessa rede, que normalmente são activadas quando a pessoa ouve música.
Estas áreas, predominantemente no lado direito do cérebro, já foram previamente responsabilizadas pelos "arrepios na coluna" causados por uma reacção emocional à música.

Quando voluntários leram uma de suas passagens favoritas de poesia, as áreas do cérebro associadas com a memória foram estimuladas mais fortemente do que a "rede de leitura", indicando que a leitura de uma poesia de que se gosta é uma espécie de lembrança.

Em uma comparação específica entre poesia e prosa, a equipe encontrou evidências de que a poesia activa áreas do cérebro - como o córtex cingulado posterior e lobos temporais mediais - associadas com a introspecção.

"Algumas pessoas dizem que é impossível conciliar ciência e arte, mas as novas tecnologias de imagens do cérebro estão a dar um crescente corpo de evidências sobre como o cérebro responde à experiência da arte," disse o professor Adam Zeman, da Universidade de Exeter (Inglaterra).
"Este foi um estudo preliminar, mas é parte de um trabalho que está ajudando a ter um sentido psicológico, biológico e anatómico da arte," concluiu.

O Que Há Para Além Do Sonhar ?


Céu baixo, grosso, cinzento 
e uma luz vaga pelo ar 
chama-me ao gosto de estar 
reduzido ao fermento 
do que em mim a levedar 
é este estranho tormento 
de me estar tudo a contento, 
em todo o meu pensamento 
ser pensar a dormitar. 

Mas que há para lá do sonhar? 

Vergílio Ferreira

domingo, 10 de novembro de 2013

Em Que Ficamos? Não Será Melhor Começarem A Fazer As Malas?

A Deriva Governativa.

Esta É A Frase ...

O "guião" para a reforma do Estado é o produto típico de quem nunca sonhou reformar coisa nenhuma. Veja-se a RTP, cujo destino anunciado era a privatização e cujo destino verdadeiro será qualquer "solução" excepto a privatização.

Fonte: Alberto Gonçalves, 'O irrealismo mágico'

sábado, 9 de novembro de 2013

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Perspectivas Da Moody's Para Portugal (esta sexta-feira)

A agência de notação financeira Moody's reviu, esta sexta-feira, em alta as perspectivas para Portugal, passando-as de «negativas» para «estáveis».

Entre os factores que levaram esta agência a tomar esta atitude, estão o aumento das exportações e a descida da taxa de desemprego que, para a Moody's, indicam alguma estabilização da economia portuguesa.

A Moody's considera ainda que o menor risco de reestruturação da dívida torna mais credível a possibilidade de Portugal regressar em pleno aos mercados depois de terminado o programa de assistência financeira em Junho de 2014.

Apesar desta revisão, a Moody's adiantou ainda não ter encontrado motivos para mexer no rating da República, que se mantém em «negativa» (TSF)

Seja lá como for é melhor que nada, sempre dá algum ânimo.

Para Reflectir ...

Nós e os outros.


Que É Dela A Resposta ?

"Pergunto a Seguro se ele fosse primeiro-ministro, o que é que faria?"

Foi a pergunta que Ferreira Leite fez mas que também a maioria dos cidadãos deste país há muito faz.
A resposta até agora:  ZERO

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Gerações À Deriva: Tristeza

Um estudo feito pelo INE sobre os jovens no mercado de trabalho revela que em 2012 Portugal atingiu um novo recorde de jovens que não trabalham nem estudam: 434 mil com idades entre os 15 e os 34 anos.

Este fenómeno é mais forte entre o grupo dos chamados jovens adultos, dos 25 aos 34 anos, com uma taxa 18,9%. Para a geração mais nova, dos 15 aos 24 anos, a taxa desce para 14,1%.

O estudo sublinha que esta população jovem que não trabalha nem estuda é particularmente vulnerável. Como não estuda nem entra no mercado de trabalho, vai acumulando desvantagens como a falta de experiência.

Dos mais de 430 mil jovens parados, quase 130 mil não são considerados desempregados pelo INE pois não fizeram nada nos tempos mais recentes para encontrar trabalho.

São gerações direccionadas para um único caminho que fechou. 
Poucos são os que conseguem arriscar, dar a volta e lutarem por uma nova vida nunca antes experimentada e  muito menos alguma vez perspectivada.
Também é uma enorme frustração para os pais. Tudo investiram numa  melhor formação para os seus filhos na esperança de uma vida melhor e a sentença é -  sem futuro. - UMA TRISTEZA