- Nuno Sá: “António Costa deve ouvir António José Seguro”
- José Lello defende “qualquer tipo de acordo com a coligação”
- Contrato de venda do Efisa já foi assinado
- António Galamba: “Costa não tem mandato para negociar com a coligação”
- Manuel Alegre: "É fundamental que António Costa se mantenha firme à frente do PS"
Pesquisar neste blogue
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Notícias Soltas ...
Eleições 2015, Setúbal
Setúbal: Distrito:
| Partidos | % Votos % | Votantes Vot. | Deputados Dept. | |
|---|---|---|---|---|
| 7 | ||||
| 5 | ||||
| 4 | ||||
| 2 | ||||
Setúbal: Concelho
| Partidos | % Votos % | |||
|---|---|---|---|---|
Setúbal, Freguesia: São Julião, Anunciada, Stª Maria | ||||
| Partido | % Votos % | |||
|---|---|---|---|---|
O Que Os Portugueses Procuram Acima De Tudo Quando Votam (Nestes Tempos Conturbados) ...
CONFIANÇA, Coragem e Força
Por Isso a Coligação ganhou, por isso Marcelo se se candidatar ganhará.
Força, coragem e confiança encarando o medo de frente, é o que neste momento é necessário para continuar a enfrentar e corrigir os erros do passado. Com 'dor' - sim, mas com a possibilidade de enfrentar um futuro embora contido, mais límpido e confiável.
Por Isso a Coligação ganhou, por isso Marcelo se se candidatar ganhará.
Força, coragem e confiança encarando o medo de frente, é o que neste momento é necessário para continuar a enfrentar e corrigir os erros do passado. Com 'dor' - sim, mas com a possibilidade de enfrentar um futuro embora contido, mais límpido e confiável.
domingo, 4 de outubro de 2015
Esta É A frase ...
Claro que a esquerda tem uma hipótese: unir-se toda, o que nunca aconteceu, e fazer um Governo onde Costa, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa nos levem, estrada fora, para um local qualquer que passará por um segundo resgate ou algo pior.Falando a sério, a grande derrota do PS – que começou na forma como Costa retirou o poder interno a Seguro (coisa que alegrou muito os socialistas e simpatizantes, mas não parece ter alegrado mais ninguém) e terminou numa campanha de ziguezague que não se percebeu se o PS queria ir para a esquerda ou para o centro – tem consequências naquele partido. Não sei se Costa retirará para ele a conclusão que retirou para Seguro, mas se não o fizer, agora que teve um resultado semelhante em percentagem, mas pior, uma vez que perdeu, não será algo excelente de se ver.
Henrique Monteiro,Expresso, via Povo
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Acabou. O Que Está Feito Está Feito
Acabou. O que está feito, está feito, o que não foi feito, já não será feito hoje, último dia de campanha para umas eleições legislativas em que Passos Coelho fez quase tudo bem e António Costa fez quase tudo mal. As sondagens, todas, uma a seguir à outra, dão a vitória à coligação, veremos o que dirão os eleitores no domingo, mas o que se sabe hoje não pode surpreender ninguém, Passos tirou o país da bancarrota, Costa mostrou que não sabe sequer o que quer fazer dele.
É evidente para todos, menos para Costa, que vendeu uma estratégia cor-de-rosa, de promessas, até contraditória com as críticas que fez ao estado do país. Se está assim tão mal, como é que é possível tanta abastança? Se o consumo está a disparar e a poupança a cair, é mesmo necessário ir mais longe, incentivar ainda mais o consumo? Se a economia continua na mesma, queremos mesmo mais empregos na construção e restauração?
A coligação não sonha, nem nos faz sonhar, mas os portugueses, hoje, não querem sonhar, querem apenas sair do pesadelo. E não se esqueceram de quem nos levou até lá. Querem previsibilidade. São pragmáticos, eventualmente cínicos? Sim, e nesta fase do país, ainda bem. Por mais que nos vendam sonhos. Porque os sonhos não pagam dívidas.
(Excertos do artigo # Passos Bem, # Costa Mal de) António Costa, Económico
É evidente para todos, menos para Costa, que vendeu uma estratégia cor-de-rosa, de promessas, até contraditória com as críticas que fez ao estado do país. Se está assim tão mal, como é que é possível tanta abastança? Se o consumo está a disparar e a poupança a cair, é mesmo necessário ir mais longe, incentivar ainda mais o consumo? Se a economia continua na mesma, queremos mesmo mais empregos na construção e restauração?
A coligação não sonha, nem nos faz sonhar, mas os portugueses, hoje, não querem sonhar, querem apenas sair do pesadelo. E não se esqueceram de quem nos levou até lá. Querem previsibilidade. São pragmáticos, eventualmente cínicos? Sim, e nesta fase do país, ainda bem. Por mais que nos vendam sonhos. Porque os sonhos não pagam dívidas.
(Excertos do artigo # Passos Bem, # Costa Mal de) António Costa, Económico
Paz ...
Calado ao pé de ti, depois de tudo,
Justificado
Como o instinto mandou,
Ouço, nesta mudez,
A força que te dobrou,
Serena, dizer quem és
E quem sou.
Miguel Torga
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Esta É A Frase ...
É verdade que boa parte dos portugueses que vão votar na coligação não estão satisfeitos com a governação de Passos Coelho e Paulo Portas. Eu próprio, no próximo domingo, vou votar PàF mais ou menos com a mesma convicção com que os comunistas votaram em Mário Soares em 1986. Trata-se de engolir, não direi um sapo, mas, pelo menos, uma rã. Só que não tenho alternativa à rã – não há um único partido que esteja a criticar a coligação por aquilo que ela merece ser criticada. Todos os políticos batem na tecla da austeridade, quando todos os não-políticos têm a perfeita consciência de que a austeridade era inevitável; toda a esquerda acusa o governo de ter ido além da troika, quando o maior erro do governo foi ter ficado aquém da troika. João Miguel Tavares, Público
O Extremo Poder Dos Símbolos
O extremo poder dos símbolos reside em que eles, além de concentrarem maior energia que o espectáculo difuso do acontecimento real, possuem a força expansiva suficiente para captar tão vasto espaço da realidade que a significação a extrair deles ganha a riqueza múltipla e multiplicadora da ambiguidade. Mover-se nos terrenos dos símbolos, com a devida atenção à subtileza e a certo rigor que pertence à imaginação de qualidade alta, é o que distingue o grande intérprete do pequeno movimentador de correntes de ar. Herberto Helder
Subscrever:
Mensagens (Atom)


