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*O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou hoje que "o poder militar norte-americano é insuperável"
*John Heard, estrela de vários filmes das décadas de 80 e 90 do século passado, morreu este sábado aos 72 anos. O actor, conhecido por ter interpretado o papel de pai nos filmes Sozinho em Casa
*Lista Oficial dos mortos em Pedrogão Grande exclui vítimas indirectas.
*O antigo deputado e dirigente socialista Henrique Neto vai abandonar o Partido Socialista
*O colapso do BES, é culpa do governador do Banco de Portugal e de Passos Coelho - afirmação de Ricardo Salgado
*A Monocle elegeu o restaurante Bistro 100 Maneiras, do chefe Ljubomir Stanisic, em Lisboa, como o melhor numa lista de restaurantes de várias cidades.
*Empresa com seis dias ganhou concurso dos outdoors em Lisboa. Agora, é contestada
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sábado, 22 de julho de 2017
A Apóstola Dos Apóstolos: Maria Madalena
Com data de 3 de Junho de 2016, o Papa Francisco, através de um dos seus mais próximos e valiosos colaboradores, o Cardeal Robert Sarah, decretou que a celebração litúrgica de Santa Maria Madalena passasse a ser festa, a realizar todos os anos no dia 22 de Julho, que era já o da sua memória.Esta promoção litúrgica da santa de Magdala ocorre por exigência de vários critérios pastorais que, no referido decreto, sumariamente se referem: “Na actualidade, quando a Igreja é chamada a reflectir mais profundamente sobre a dignidade da mulher, a nova evangelização e a grandeza do mistério da misericórdia divina, pareceu conveniente que o exemplo de Santa Maria Madalena fosse também proposto aos fiéis de uma forma mais adequada. Com efeito, esta mulher conhecida por ter amado Cristo e por ter sido muito amada por Cristo, chamada por São Gregório Magno ‘testemunha da divina misericórdia’ e por São Tomás de Aquino ‘a apóstola dos apóstolos’, pode ser hoje proposta aos fiéis como paradigma do serviço das mulheres na Igreja”.
A este propósito, o secretário da Congregação para o Culto Divino, arcebispo Arthur Roche, muito justamente recordou que “foi João Paulo II quem dedicou uma grande atenção, não só à importância das mulheres na missão do próprio Cristo e da Igreja, mas também, em particular, ao especial papel de Maria de Magdala, como sendo a primeira testemunha que viu o ressuscitado, e a primeira mensageira que anunciou a ressurreição do Senhor aos apóstolos (cfr. Mulieris dignitatem, n. 16)”.
Questão mais difícil é a de apurar quem foi, de facto, Maria Madalena. No passado, houve quem a identificasse com a pecadora que derramou o perfume em casa de Simão, o fariseu; mas a moderna exegese desmente essa identificação. Talvez essa confusão tenha originado a má fama que, desde então, persegue esta santa. Com efeito, a tradição popular imputa-lhe um passado luxurioso, que a Bíblia, contudo, não corrobora. (...)
Os santos não foram, ao contrário do que uma certa mentalidade puritana tende a crer, os que nunca pecaram, ou os que pecaram pouco, mas os que muito amaram, mesmo tendo pecado, alguns até muito. A santidade cristã não é a suprema sublimação do impoluto, mas a perfeição da caridade, sem a qual a fé, a pobreza, e mesmo a mais pura castidade nada valem (cfr. 1Cor 13, 1-3).
A elevação a festa da comemoração litúrgica de Maria Madalena expressa, em termos litúrgicos, o reconhecimento da sua qualidade de apóstola: “por isso – como disse o secretário da Congregação para o Culto Divino – é justo que a celebração litúrgica desta mulher adquira o mesmo grau de festa dado às celebrações dos apóstolos no Calendário Romano Geral e que se destaque a especial missão desta mulher, que é exemplo e modelo para todas as mulheres na Igreja”.
Os que pretendem a promoção das mulheres na Igreja por via da sua clericalização, talvez pensem que esta reforma litúrgica prenuncia a sua admissão ao sacerdócio ministerial, mas é mais lógico que queira dizer exactamente o contrário. Com efeito, se Maria Madalena, sem ter nunca recebido o diaconado, nem o presbiterado ou o episcopado, pôde ser e de facto foi apóstola. (ler artigo completo)
Fonte: P.Gonçalo Portocarrero de Almada
Boa Noite !
Que a sua noite seja
tranquila e o seu sono
seja suave, para que o
seu dia seja abençoado.
Boa noite!
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Notícias Soltas
*Demitiu-se Sean Spicer, o porta-voz da Casa Branca
*Quatro ex-quadros da TAP em esquema de branqueamento de milhões de Angola
*DBRS: Melhorar rating da CGD? Só com lucros e sem malparado
`*Autoeuropa disponível para procurar uma solução para o conflito laboral
*Como Trump pode estar a fintar a investigação sobre as ligações à Rússia
*Bigode de Salvador Dalí continua intacto, 28 anos após a morte
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Elegemos Representantes Cujos Primeiros Compromissos Não São Com Os Cidadãos Mas Com Os Caciques Dos Partidos ...
... Vista De Baixo, A Democracia Não É A Participação De Todos, Mas A Organização De Alguns.
Sim, sempre foi assim, e já todos sabíamos. Mas uma coisa é ter sido sempre assim, e todos sabermos, e outra coisa é sermos confrontados com as imagens, com os factos, como na reportagem do Observador sobre as eleições dos delegados da concelhia de Lisboa para a assembleia distrital do PSD. O trabalho de Vítor Matos, Pedro J. Castro e Miguel Pinheiro é, sem favor, um dos documentos mais elucidativos deste regime. Pela primeira vez, pudemos assistir à logística, às manobras, aos embarques e aos desembarques, que estão na raiz da vida política. Foi o PSD, como podia ter sido o PCP, o BE, o PS ou o CDS..
Para um historiador, tudo isto tem algo de arqueológico: tirando as carrinhas, era assim no século XIX. Ramalho Ortigão descreveu o sistema dos “influentes” e dos “caciques”, e José Malhoa pintou esse mundo em “A compra do voto” (1904). Na era do vídeo e do on-line, o velho “caciquismo” e o correlativo “voto de cabresto” estão vivos e recomendam-se: tal como há cem anos, uns quantos políticos profissionais, instalados em lugares públicos, usam o Estado para alargar clientelas, que depois mobilizam para votar.
Porque é assim? Há cem anos, até no Partido Social Democrata alemão, como demonstrou Robert Michels, vigorava a “lei de ferro da oligarquia” (em qualquer organização, por mais democrática, uma elite especializada acaba sempre por impor-se à maioria). O que é então característico do actual caso português? Talvez o papel do Estado na emergência e no funcionamento da oligarquia partidária. Os partidos agora existentes foram construídos de cima para baixo, sem excepção. (continuar a ler)
Nota: doa a quem doer, a reportagem do Observador baseia-se, não numa divagação qualquer, mas sim num jornalismo de investigação bem fundamentado. Há vícios nas sociedades que
se enrraizam e se propagam sem fim à vista. Lamentamos!
Sim, sempre foi assim, e já todos sabíamos. Mas uma coisa é ter sido sempre assim, e todos sabermos, e outra coisa é sermos confrontados com as imagens, com os factos, como na reportagem do Observador sobre as eleições dos delegados da concelhia de Lisboa para a assembleia distrital do PSD. O trabalho de Vítor Matos, Pedro J. Castro e Miguel Pinheiro é, sem favor, um dos documentos mais elucidativos deste regime. Pela primeira vez, pudemos assistir à logística, às manobras, aos embarques e aos desembarques, que estão na raiz da vida política. Foi o PSD, como podia ter sido o PCP, o BE, o PS ou o CDS..
Para um historiador, tudo isto tem algo de arqueológico: tirando as carrinhas, era assim no século XIX. Ramalho Ortigão descreveu o sistema dos “influentes” e dos “caciques”, e José Malhoa pintou esse mundo em “A compra do voto” (1904). Na era do vídeo e do on-line, o velho “caciquismo” e o correlativo “voto de cabresto” estão vivos e recomendam-se: tal como há cem anos, uns quantos políticos profissionais, instalados em lugares públicos, usam o Estado para alargar clientelas, que depois mobilizam para votar.
Porque é assim? Há cem anos, até no Partido Social Democrata alemão, como demonstrou Robert Michels, vigorava a “lei de ferro da oligarquia” (em qualquer organização, por mais democrática, uma elite especializada acaba sempre por impor-se à maioria). O que é então característico do actual caso português? Talvez o papel do Estado na emergência e no funcionamento da oligarquia partidária. Os partidos agora existentes foram construídos de cima para baixo, sem excepção. (continuar a ler)
Nota: doa a quem doer, a reportagem do Observador baseia-se, não numa divagação qualquer, mas sim num jornalismo de investigação bem fundamentado. Há vícios nas sociedades que
se enrraizam e se propagam sem fim à vista. Lamentamos!
Esta É A Frase
A Protecção Civil e o governo não querem que os bombeiros falem com os jornalistas. Percebe-se. Os bombeiros estão metidos no inferno dos fogos – e eles sabem, juntamente com as populações, o que custa a incompetência do Estado. Calados e obedientes, cumpre-lhes comunicar para a sede; depois, a sede comunica aos jornalistas a informação ‘relevante’.João Pereira Coutinho, CM
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Procura ...
A vida é como o oceano, aonde navegamos sempre à procura dos mais belos mistérios que existe nas suas profundezas. Procurando sempre navegar superando suas marés difíceis mas desafiando ainda mais suas profundezas.
FE
Um Primeiro Ministro Pouco Hábil, Com Decisões Directas E Indirectas Que Farão História
O ministro das Finanças Mário Centeno é aquele que pode dizer que tem umas merecidas férias, este ano. Começou muito mal, anunciando o fim da austeridade, aqui e em Bruxelas, e num inusitado ataque à CGD. Mas encerra o ano legislativo em grande, com o elogio do comissário francês Pierre Moscovici. Tirou Portugal do seu terceiro Procedimento por Défice Excessivo.
O que está por trás da grande vitória de Mário Centeno não se vê (ainda?) e pouco importa (por enquanto?) aos portugueses em geral e aos partidos que apoiam o Governo. A preocupação fica limitada ao universo dos que sabem que o Estado não passou a ter dinheiro de um dia para o outro e que, mais cedo ou mais tarde, este tipo de austeridade apresentará a sua factura. Resta-nos esperar que o custo não seja muito elevado, não seja feito de tragédias, que seja um caso em que “se arriscou e petiscou”.
O mês “horribilis” de Julho impediu até que se saboreasse devidamente as vitórias obtidas na economia e nas finanças. A horrível tragédia de Pedrogão Grande, a comédia dramática de Tancos, o preço do atrevimento do Galpgate e o mais recente caso da ausência de dois deputados do PS, que impediram a aprovação do relatório da primeira comissão parlamentar de inquérito à CGD, revelaram que os problemas de um Governo podem surgir de onde menos se espera.
Os mais graves, Pedrogão e Tancos, mostraram-nos ainda um primeiro-ministro menos hábil que o habitual, com decisões directas ou indirectas que farão história. Proibir bombeiros de falar aos jornalistas ou colocar as mais altas chefias das Forças Armadas a validarem uma nova história sobre o que se passou em Tancos é histórico, ainda que não seja uma História positiva.
Houve mais vida para além do défice e do crescimento da economia, para infelicidade do País.
Excertos do artigo de Helena Garrido, OBSR
Nota: Se fora outro o 1º ministro, outro e outros galos cantariam - e como cantariam!
O que está por trás da grande vitória de Mário Centeno não se vê (ainda?) e pouco importa (por enquanto?) aos portugueses em geral e aos partidos que apoiam o Governo. A preocupação fica limitada ao universo dos que sabem que o Estado não passou a ter dinheiro de um dia para o outro e que, mais cedo ou mais tarde, este tipo de austeridade apresentará a sua factura. Resta-nos esperar que o custo não seja muito elevado, não seja feito de tragédias, que seja um caso em que “se arriscou e petiscou”.
O mês “horribilis” de Julho impediu até que se saboreasse devidamente as vitórias obtidas na economia e nas finanças. A horrível tragédia de Pedrogão Grande, a comédia dramática de Tancos, o preço do atrevimento do Galpgate e o mais recente caso da ausência de dois deputados do PS, que impediram a aprovação do relatório da primeira comissão parlamentar de inquérito à CGD, revelaram que os problemas de um Governo podem surgir de onde menos se espera.
Os mais graves, Pedrogão e Tancos, mostraram-nos ainda um primeiro-ministro menos hábil que o habitual, com decisões directas ou indirectas que farão história. Proibir bombeiros de falar aos jornalistas ou colocar as mais altas chefias das Forças Armadas a validarem uma nova história sobre o que se passou em Tancos é histórico, ainda que não seja uma História positiva.
Houve mais vida para além do défice e do crescimento da economia, para infelicidade do País.
Excertos do artigo de Helena Garrido, OBSR
Nota: Se fora outro o 1º ministro, outro e outros galos cantariam - e como cantariam!
Decisão ...
"Toda decisão que você toma - toda decisão - não é uma decisão sobre o que você faz. É uma decisão sobre Quem Você É. Quando você vê isso, quando você entende isso, tudo muda. Você começa a ver a vida de um modo novo. Todos eventos, ocorrências, e situações se transformam em oportunidades para fazer o que você veio fazer aqui."
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