Prevenia-se sempre com uma dúvida.
Entre o pavor de um desengano e a
necessidade de acreditar
– interpunha a dúvida.
Era essa, talvez, a raiz da sua solidão.
Fernando Namora
«O PSD precisa de um líder e não de um patrão. Até pode ser Rui Rio, não digo que não, quando nem o conheço proximamente, mas isso obrigava-o a transmitir a ideia de que está confortável no cargo. Rui Rio, com a sua postura de defesa baseada no ataque para dentro, acaba por nos fazer acreditar que ainda não está seguro enquanto líder do maior partido português. Ora, se nem no seu partido se sente seguro, como vai convencer a população a votar nele para primeiro-ministro?»
A vida está cada vez mais difícil, na saúde, para quem não tem dinheiro para recorrer a unidades e serviços privados. Neste ponto justifica-se a preocupação da ministra Marta Temido.