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terça-feira, 3 de dezembro de 2019
Esta É A Frase
O ensino profissional "é uma das melhores formas de qualificação num futuro incerto"
O 25 de Abril trouxe uma revolução em vários campos da sociedade em Portugal e a educação não foi exceção. Após esta data, o ensino técnico-profissional desapareceu, para depois regressar com a lei de bases dos anos de 1980, como uma alternativa para alunos que queriam definir o seu percurso com base na vocação e não nos seus resultados escolares. Contudo, no início do milénio, tudo mudou, com a inclusão deste tipo de ensino nas escolas secundárias - além das escolas profissionais -, onde imperava o modelo liceal. O ensino profissional começou a ser uma alternativa para os alunos com piores resultados e o preconceito intensificou-se.
Quando um aluno do profissional "ingressa no ensino superior, regra geral, revela melhores resultados do que os outros alunos"
Pensava-se que só ia para este tipo de ensino quem não tinha tido sucesso no científico-humanístico. E não foi para isso que o ensino profissional nasceu. Surgiu como uma necessidade que os Estados encontraram de ter pessoas devidamente qualificadas para profissões. E por isso é que, nos países escandinavos, o profissional tem uma cooperação tão grande com o mundo empresarial. E é cada vez mais visto pela Organização Internacional do Trabalho, pela OCDE e pela UNICEF como uma das melhores formas de qualificação dos jovens no tal futuro incerto, em que não sabemos quais serão as profissões que vão existir. Temos alunos mais felizes e o ensino profissional é promotor do sucesso.
Fonte: DN
Nesta Vida , Adiar É Perder
Quem não sabe viver, adia o instante e perde esse dom. Nesta vida, adiar é perder. Aqui e agora temos o dever de pedir e de agradecer, também o de abraçar e o de deixar ir... o de aprender a viver nesta tempestade de razões e emoções.
Dar é viver e reter é morrer. Mas nem todos são capazes de viver de forma plena, porque muitos são os que não compreendem que a vida se vive em marés de apego e desapego. Mantendo os braços bem abertos... para abraçar, mas também para deixar ir... como se o peito fosse uma janela... por onde importa que a luz, o ar e os outros encontrem caminho...
Viver é apenas amar muito.
José Luis Nunes Martins
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
Paz De Espírito
Dias perfeitos,
Românticos, nublados.
Dias frios,
Quietos, Sossegados.
Românticos, nublados.
Dias frios,
Quietos, Sossegados.
Uma taça,
Um vinho,
Branco,
Tinto,
Doce,
Suave.
Perfume,
Somente das flores.
À alma,
Paz de espírito.
Aos ouvidos,
Um pouco de Chopin...
(Ana Clara Cabral)
(Ana Clara Cabral)
domingo, 1 de dezembro de 2019
Nada Se Passa E Tudo Deve Continuar. Eternamente
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| De : António Barreto |
A liberdade de expressão e o pluralismo têm vindo a conhecer o condicionamento. A publicidade privada e pública domina grande parte da liberdade. Os empregos públicos, a vontade de os ter e o receio de os perder, também. As agências de comunicação, de meios e de publicidade são hoje os verdadeiros executivos do domínio da comunicação, sendo que a última instância do poder reside nas grandes centrais: o Governo, os partidos e os grandes grupos económicos. Entre todos estes, não tenhamos dúvida, o Governo é hoje o grande timoneiro da comunicação social, isto é, o mais feroz condicionamento da liberdade de expressão.
Como nunca antes, o Governo “marca as agendas”, selecciona as notícias e os estudos, escolhe os órgãos de imprensa que fazem jeitos, paga publicidade institucional, não responde a quem procura e investiga, alimenta a maior parte das agências de comunicação que, sem o governo, pouco teriam para fazer. Os noticiários das televisões parecem feitos nos gabinetes dos ministros.
Os órgãos de informação vivem tempos difíceis, dramáticos mesmo. Não só a Internet, os telemóveis e as redes sociais os ameaçam, como a sua dependência é cada vez maior. Uns por vontade e doutrina: alguns jornalistas de esquerda silenciam quase tudo o que não convém aos seus amigos, condenam o que lhes cheira a direita ou a incomodidade.
A verdade, todavia, é que existe uma espécie de ambiente geral, de clima cultural ou de moda e espírito sempre disponíveis para agradar à esquerda, calar os defeitos, inventar conveniências e fabricar verdades, mas sobretudo condicionar e definir as agendas. Os mesmos lapsos, os mesmos erros, os mesmos defeitos, as mesmas medidas políticas, as mesmas iniciativas, as mesmas mentiras, as mesmas aldrabices e os mesmos roubos cometidos pelas direitas e pelas esquerdas têm tratamentos absolutamente diferentes.
Condescendência, desculpa ou silêncio para a esquerda, crítica, intransigência e investigação para a direita. Esquecimento para a esquerda, memória para a direita. Nos tempos dos governos de Cavaco Silva não era muito diferente, só que os jornalistas se comportavam então com um pouco mais de liberdade e havia menos agências de comunicação. Os governos de Sócrates eram parecidos, só que mais brutos. Os de Costa refinam.
As ridículas campanhas anti-racistas mobilizam a imprensa e a televisão, até o Parlamento e as autarquias.
Alguns dos protagonistas e muitos dos principais dirigentes políticos actuais, no governo, no partido e em muitas instituições públicas já o eram com José Sócrates. Não é fácil esquecer esses tempos. Não é fácil mudar de pensamento, corrigir os defeitos, olvidar ligações, omitir medidas e esconder decisões. Não é simples fazer o mesmo por outros meios ou tentar fazer legalmente o que sempre se fez na ilegalidade. A única maneira de manter a impunidade de quem serviu Sócrates e agora serve Costa, de quem se serviu e agora pretende que tal não se veja, consiste em condicionar a liberdade de expressão. Pena é que haja tanta gente disponível para esta ingrata missão. E pena é que não haja oposição. Nem de direita, nem de esquerda. (ler artigo aqui texto completo)
Folha Em Branco
É dificil traduzir certas emoções, a sensação parece como uma folha em papel branco,
antes estava colorida, com cores bem vibrantes. Hoje a folha está em branco, sem cor.
Mas perceba, que o branco é o novo, é a mudança. Uma folha em branco é uma nova folha
para que novas cores pintem novas emoções.
sábado, 30 de novembro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
- >PS quer explicações de candidatos à liderança do PSD sobre redução do IVA da eletricidade
- >Atrasos na execução do PT2020 podem levar Portugal a perder fundos de Coesão, alerta Almeida Henriques
- >Avançar já com regionalização é “colocar carro à frente dos bois”, diz Marcelo
- >A Associação Sindical dos Profissionais da PSP marcou uma concentração em frente ao Comando
- >Metropolitano de Lisboa para ter horário de trabalho de oito horas diárias.
- >Morreu Domingos Piedade, o "senhor Fórmula 1" que era amigo de Senna e lançou Schumacher
- >Quem é Usman Khan, o atacante da Ponte de Londres?
- >Bastonário da Ordem dos Médicos lamenta perda de médicos que "colocam em causa a capacidade formativa" de Portugal
- >Greve dos funcionários encerrou 90% das escolas
- >Comemorações do 1º. de Dezembro fecham Avenida da Liberdade ao trânsito
- >Guilherme Figueiredo e Menezes Leitão na segunda volta para bastonário dos advogados
- >Rio faz campanha q.b. mas adversários rodam o país
- >Greve dos funcionários encerrou 90% das escolas
Isto É Inaceitável: Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, (SPMS) Vão Desligar Totalmente Os Sistemas Informáticos De Suporte Às Receitas Eletrónicas
Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, (SPMS) vão desligar totalmente os sistemas informáticos de suporte às receitas eletrónicas entre as entre as 14 horas deste sábado e as 08 horas de amanhã, domingo. Assim, a Associação Nacional de Farmácias (ANF) apela para que os utentes tentem aviar as suas receitas antes deste período.(saber mais aqui)“É inaceitável que um distúrbio desta magnitude no sistema de suporte às receitas médicas seja comunicado subitamente, de véspera, impedindo as farmácias e os próprios doentes de planificarem alternativas”, acrescentou Miguel Lança.
A ANF considera que “este lamentável episódio mostra que o doente ainda está muito longe de ser o centro do sistema de saúde em Portugal, existindo empresas públicas que tomam decisões como se estivessem sozinhas no mundo”.
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