- Caixa lucrou 776 milhões em 2019. É o melhor resultado em 12 anos
- Contestação social atingiu máximo em 2019. Pré-avisos de greve passaram os mil pela primeira vez na era Costa
- PCP contra proposta “inaceitável” de aumento de 0,3% para Função Pública
- Fitch: “Portugal tem espaço orçamental para lidar com o Novo Banco”
- Hard Club no Porto diz que não se revê em posições de extrema direita
- Venda do EuroBic atrai cinco interessados
- Bye bye Britain: e depois do adeus?
- Banco de Portugal arrisca pagar a todos os lesados do BES após derrota no Supremo
- “Transmite imagem de instabilidade ao estrangeiro”. Empresas criticam proposta do PS para os vistos gold
- Retirada dos portugueses de Wuhan adiada para sábado. Ingleses já chegaram
- Ivo Rosa perde pela 12.ª vez na Relação num caso que envolve a Sonangol
- Antes e depois: veja como será o centro de Lisboa sem carros
- Livre: "A partir deste momento tudo o que Joacine disser ou fizer na ação política não nos representa"
- Greve. Saúde e educação são as mais afetadas, com cerca de 90% de adesão
- Prestação da casa sobe em fevereiro para Euribor a seis e a três meses
- Donos de cães, gatos e furões podem ter que vir a pagar duas taxas
- Homem internado com suspeitas de coronavírus no hospital de São João no Porto
Pesquisar neste blogue
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)
A Direita Em Portugal Está Numa Encruzilhada
A direita em Portugal está numa encruzilhada. Bastou a eleição de um deputado eloquente do Chega (partido que mal sabemos o que é, pois só nos deu a conhecer André Ventura) para abanar todo o setor. O CDS, com medo de desaparecer “engolido” pelo radicalismo populista, elegeu um jovem líder, aparentemente, para ressuscitar o lado mais velho e conservador do partido. Uma espécie de estratégia de “ou vai o racha” que é compreensível à luz da realidade atual e que, ainda assim, parece mais moderada que a do Chega. O PSD – dentro da sua diversidade habitual – ao contrário do que talvez fosse expetável, reelegeu Rui Rio e, por ora, conteve-se no centro. No entanto, todos estes partidos revelam medo de nunca mais chegar ao poder se descartarem alianças com esta nova direita por ora de representação diminuta, mas muito ruidosa.
Francisco Proença de Carvalho, ECO
Não Sei Se Os Astros Mandam Neste Mundo
Não sei se os astros mandam neste mundo,
Nem se as cartas —
As de jogar ou as do Tarot —
Podem revelar qualquer coisa.
Não sei se deitando dados
Se chega a qualquer conclusão.
Mas também não sei
Se vivendo como o comum dos homens
Se atinge qualquer coisa.
Sim, não sei
Se hei-de acreditar neste sol de todos os dias,
Cuja autenticidade ninguém me garante.
Ou se não será melhor, por melhor ou por mais cómodo,
Acreditar em qualquer outro sol —
Outro que ilumine até de noite. —
Qualquer profundidade luminosa das coisas
De que não percebo nada...
Por enquanto
(Vamos devagar)
Por enquanto
Tenho o corrimão da escada absolutamente seguro.
Seguro com a mão —
O corrimão que me não pertence
E apoiado ao qual ascendo...
Sim... Ascendo
Ascendo até isto:
Não sei se os astros mandam neste mundo...
Álvaro de Campos (5-1-1935)
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)
- IVA pesa assim tanto na fatura da luz?
- Partidos querem luz mais barata. Mas quem vai pagar a fatura?
- Mourinho Félix avisa que “corte de impostos hoje, através de dívida, são mais impostos amanhã”
- É oficial. Berlim vai mesmo congelar o preço das rendas durante cinco anos
- Pedro Ribeiro junta-se a Nuno Santos na direção da TVI
- Banca deve ser “diligente na prevenção do branqueamento de capitais”, diz o governador Carlos Costa
- Estamos ou não a viver outra bolha em Wall Street?
- Advogados quase nunca relatam suspeitas de branqueamento de capitais
- Sonangol não reclamou das transferências no EuroBic
- Escolas esperam “maior greve de sempre” e pedem aos pais que tenham um plano B
- Sondagem. Chega iguala PCP nas intenções de voto
- Deputados desistem de voto de condenação a Ventura para apoiar declaração de Ferro Rodrigues
- Asilo a migrantes que desembarcaram em Monte Gordo negado pelo SEF
- Bombeiros portugueses sem instruções sobre como reagir a casos de coronavírus
- Rui Pinto volta ao Twitter: "Há ainda muita coisa que os portugueses merecem saber"
- OMS declara emergência de saúde pública mundial devido a coronavírus
A Vertigem !

Resignado, Peter Sloterdijk defende que “a mediocridade salvará a Europa”. Pelo contrário, só o bom uso da vertigem pode salvar a Europa.
Carlos Gaspar, Público
No dia 8 de Novembro de 2016, o Embaixador da França em Washington, Gérard Araud, não resistiu a enviar um tweet que resume melhor do que qualquer despacho diplomático o significado dessa data fatídica: “Depois do ‘Brexit’, depois de Trump, tudo é possível: um mundo está a desmoronar-se diante dos nossos olhos. Vertigem!”
Coronavírus: Novos Casos De Infecção Na Índia E Filipinas. A Organização Mundial De Saúde Reúne-se Esta Tarde Para Determinar Se Este Surto É Uma Emergência Global De Saúde
- “A maioria dos Estados-membros está muito bem preparada para enfrentar o caso na Europa”, declarou Stella Kyriakidou, falando num debate sobre este vírus na mini sessão plenária do Parlamento Europeu, em Bruxelas.
- Mundiais de atletismo de pista coberta adiados por um ano
A Esperança Abre Horizontes
Cada esperança abre horizontes infinitos e possibilidades imprevistas.
O futuro é absolutamente aberto. Sempre.
Construído pelas mãos dos que o sabem esperar.
(JLNunes Martins)
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Joacine exonera assessora jurídica no parlamento
- Costa critica proposta do PSD para a eletricidade. “Não há um IVA para uns e um IVA
- para outros”
- Após venda da Unitel, Oi deposita garantia de 34 milhões em benefício da Pharol
- Bloco diz que vai votar ao lado da direita para aprovar redução do IVA da eletricidade
- Governo quer transpor estatuto do denunciante para legislação nacional
- “Mantenho o que disse sobre Joacine”, reage Ventura
- Comissão Europeia garante que não quer “apontar o dedo” à Huawei
- Frente Comum espera grande manifestação “com milhares de trabalhadores”
- Ministra condena “discurso xenófobo” de Ventura
- Sporting oficializa transferência de Bruno Fernandes
- Pais fecham a cadeado escola em Barcelos
- Parlamento Europeu já aprovou novo acordo do Brexit
- “Ou aumentamos a oferta de casas para a classe média, ou voltamos ao regime de
- condicionar os preços das rendas”, lamenta Fernando Medina
- Jornal britânico The Guardian recusa publicidade de empresas de combustíveis fósseis
- BBC foca-se no digital. Vai eliminar 450 empregos na redação
- Vendas de casas chegaram aos 25 mil milhões. Travão aos vistos gold vai ter “impacto enorme”
- Coronavírus. Organização Mundial de Saúde convoca novamente Comité de Emergência para
- reunião na quinta-feira
- Livre convoca Joacine para Assembleia, mas deputada nega, garantem fontes do partido
- Joalheira do marido de Isabel dos Santos anuncia falência
- Carrilhões do Palácio Nacional de Mafra voltam a ouvir-se no dia 1 de fevereiro
Iam Erradicar Os Sem-abrigo ? ...
... Ou A Paixão Do Prof. Macelo... E Os Planos De Medina
Em quatro anos, número de pessoas em situação sem-abrigo em Portugal aumentou 157%.
O número de pessoas em situação sem-abrigo em Portugal aumentou 157%, num período de quatro anos - entre 2014 e 2018, ano que registaram 3396 pessoas sem um teto. Os dados constam do último relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo foi criada pelo Governo português em 2009, mas muitas medidas não saíram do papel e há cada vez mais gente nas ruas.
Habitualmente Os Problemas De Gestão Pública Resolvem-se Utilizando Para Tal O Bolso Dos Contribuintes
A responsabilização individual não se resume ao crime de peculato. Tem também a ver com a qualidade da administração pública e esta, em Portugal, é praticamente inimputável.Sempre que o Estado português é condenado judicialmente em algum tribunal, situação que acontece com frequência, há uma questão que fica sistematicamente por responder: E quem se responsabiliza pelos erros e omissões dos administradores públicos?
Em Portugal, sucessivos governos, uns mais do que outros, habituaram-se a resolver problemas de gestão pública utilizando para tal o bolso dos contribuintes, que na óptica do administrador público tende a ser apenas dinheiro do Estado. São os tais incentivos políticos que antes destaquei. Assim, sempre que há um problema, adia-se, bloqueia-se, obstaculiza-se, reverte-se ou faz-se qualquer outra coisa que, na prática, permite ao administrador público – aqui entendido como todo aquele agente político com poder executivo – ganhar tempo, livrar-se do problema e desresponsabilizar-se.
A resolução é, pois, artificial. Ele ou ela não resolvem verdadeiramente o problema, simplesmente livram-se dele ou empurram-no para o próximo. Quem vier a seguir que pague a conta, sendo que aquele que vier a seguir tenderá a fazer o mesmo até a conta chegar ao contribuinte final.
Como podemos então alterar este estado de coisas?
Desde logo, reduzindo a presença do Estado na economia, retirando as entidades públicas do lugar de árbitro-jogador, circunstância na qual o Estado, que se pretende árbitro, dificilmente será isento. Depois, ao reduzir-se o número de entidades públicas com intervenção na economia, levando as que permanecessem activas ao escrutínio do Parlamento para que nele fossem apreciados de forma individualizada os orçamentos e relatórios de fiscalização.
Por fim, estabelecendo no Orçamento do Estado uma rubrica autónoma, referente aos custos de casos como aqueles que são citados neste artigo, e criando um imposto específico para os pagar, de preferência, um imposto cuja nota de pagamento fosse enviada mensalmente aos contribuintes com a discriminação da factura. Talvez assim as coisas mudassem.
(Excertos do texto de Ricardo Arroja, no ECO)
Subscrever:
Mensagens (Atom)





