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quarta-feira, 21 de maio de 2025

A Culpa ...


A culpa é um sentimento que surge quando percebemos que violamos normas morais internas ou causamos dano a outras pessoas.

É uma emoção complexa que experimentamos quando acreditamos ter feito algo errado ou falhado em cumprir nossos próprios padrões morais. Esse sentimento pode surgir tanto como resultado de ações específicas que realizamos quanto de omissões ou decisões que consideramos inadequadas. A culpa lembra-nos da nossa consciência moral e pode ser um sinal de que precisamos corrigir o nosso comportamento ou reparar danos.

O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum, aos outros. ...

Se alguém trai você uma vez, a culpa é dele. ...

Estou firmemente convencida que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza. ...

A principal e mais grave punição para quem cometeu uma culpa está em sentir-se culpado.

terça-feira, 20 de maio de 2025

Saiba Como Vai Este País

Sendo verdade que a subida do Chega acompanha o que está a acontecer nas democracias ocidentais, o seu sucesso deve-se também aos oito anos de António Costa. Foi nesse tempo que o PS alimentou o Chega nos debates e no que não fez para melhorar a vida das pessoas, usando as finanças públicas para se manter no poder enquanto deixou os serviços públicos degradarem-se.

Desconfiemos, pois, das juras de amor ao SNS e à escola pública, dois serviços que os governos de António Costa degradaram com o beneplácito do PCP e do BE.

O PS, numa primeira fase, deve ter pensado que seria divertido isolar o Chega, alimentando-o, para impedir o PSD de chegar ao poder. Até ser agora vítima da tática que se ia identificando na era de António Costa.

É por isso que este desastre que aconteceu ao PS tem como responsável António Costa. [Agravada pela posição esquerdista agressiva e acusatória de Pedro Nuno Santos]

(excertos do texto de Helena Garrido, OBSR)

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (126)

Agora é o momento de os partidos, todos os partidos sem exceção, fazerem a sua parte: serem os adultos da sala. O tempo dos moderados é hoje. Mais do que nunca, numa época pautada pelas disrupções, pelas deliberações unilaterais, pelos movimentos populistas, pelas guerras comerciais e pelas políticas protecionistas, Portugal precisa que as forças políticas moderadas, responsáveis e patriotas assumam as suas responsabilidades.    (Armindo Monteiro, JEconómico)

Pois são esses partidos que melhor devem separar o seu interesse partidário daquilo que é o basilar, fundamental preponderante interesse nacional. A governabilidade do país é um imperativo. A economia não espera, os nossos concorrentes avançam, as pessoas precisam de respostas imediatas aos seus problemas.

Coloquemos a economia no centro da discussão política, num reforço claro da necessidade de as empresas assumirem um papel ativo na definição de uma Agenda Económica que se sobreponha a qualquer desígnio político-partidário. As empresas não vão a eleições, mas garantem o crescimento, o emprego e a criação de riqueza.

A nossa responsabilidade é recentrar a discussão e assegurar que a economia está no centro do debate político, e não o contrário. Portugal necessita urgentemente de mais investimento. Sem um choque de produtividade, não conseguiremos transformar o nosso modelo económico e garantir um crescimento sustentável.

A Vontade Levada Até A Estupidez


Quando se toma a resolução de tapar os ouvidos mesmo aos mais válidos
argumentos contrários, dá-se indícios de caráter forte.
Embora isso também signifique eventualmente a vontade levada
até a estupidez 

(Friedrich Wilhelm Nietzsche)

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Freguesias Do Concelho De Setúbal 2 Ganhas Pela AD , 3 Pelo Chega

 



Ver  (CNN)

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (125)

Os desafios de Montenegro, a imaturidade democrática de Pedro Nuno Santos e a tática da avestruz da esquerda. - Montenegro tem de ser reformista e deve pensar sobre o que deve fazer com a maioria constitucional. - A derrocada do PS obriga socialistas a viabilizarem Governo. E a esquerda avestruz não aprende.

Luís Montenegro foi claramente legitimado nas urnas. Tendo em conta o que está na origem destas eleições, isso é algo muito relevante do ponto de vista político. (...) Os portugueses discordaram do secretário-geral do PS. Montenegro quis, desde o início, fazer destas eleições um referendo à sua integridade e ganhou esse referendo.

O sistema político português mudou este domingo. O bipartidarismo acabou e a partilha de poder entre PSD e PS está realmente ameaçada pelo Chega — que provavelmente deverá ser o segundo grupo parlamentar. (...)

A (...)  AD reforçou claramente a sua votação face há um ano. Para já, teve mais 140 mil votos, mais 10 deputados, ganhou em mais mais quatro distritos (no total, 13 no continente e nos Açores e na Madeira) e em mais 56 concelhos, venceu claramente em todo o litoral de Viana do Castelo até Lisboa e nas principais cidades do país. (...)

Os portugueses discordaram do secretário-geral do PS. Montenegro quis, desde o início, fazer destas eleições um referendo à sua integridade e ganhou esse referendo.

Ora bem, os portugueses não deram razão a Pedro Nuno Santos. Pelo contrário, reforçaram a votação em Montenegro e disseram claramente que confiam no primeiro-ministro. (...)

Pior: o secretário-geral ainda teve o desplante de dizer que o PS não deve suportar o Governo — poucos minutos antes de apresentar a sua demissão de líder do PS e pedir a convocação de eleições internas.

Mas que legitimidade política tem Pedro Nuno Santos para fazer um discursos destes e condicionar o seu sucessor? Neste momento, zero. Foi o discurso mais irresponsável, mais maturo e mais anti-democrático que ouvi até hoje de um líder partidário clamorosamente derrotado. (...)

Outra ironia extraordinária foi ouvir na CNN Alexandra Leitão, líder parlamentar do PS, a defender que o tema da Spinumviva beneficiou o Chega durante a campanha. Mas querem foram os partidos que fizeram do caso Spinumviva o seu eixo de campanha? Mais o PS do que o Chega.

É esta esquerda avestruz que não percebe que o Chega rouba votos diretamente ao PCP e ao Bloco — votos que o Livre não consegue ganhar.

Luís Rosa, OBSR (ler texto íntegral)

O Candidato Almirante

O Almirante sempre teve uma certa ideia de Portugal.

Para o candidato Almirante, o silêncio é a maior arma do poder – a clássica dicotomia entre ser prisioneiro das palavras e dono dos silêncios. O Almirante assume-se como um patriota porque coloca acima de todos os valores o amor ao seu país. O Almirante não se entende como um nacionalista porque não pensa que o valor supremo seja o ódio aos outros países. O Almirante veste a Bandeira e respira o Hino. (...) 

Em momentos de incerteza e de crise, os “grandes homens” assumem a resolução da crise como a extensão de um dever nacional, impõem o seu critério de acção e fazem da crise a marca de um carisma pessoal na forma de uma solução política. O Almirante tem a ambição própria de configurar o perfil do “grande homem” providencial. (...)

O Presidente da República está completamente desmoralizado neste final do segundo mandato. Subitamente, o excesso e a política das palavras cansaram o próprio Presidente. 

Percebe-se agora que a carreira política de Marcelo tenha sido uma eterna esperança sempre por concretizar. Uma carreira feita de derrota em derrota até à vitória final para Belém. Não disfarçando a desilusão, irá Marcelo sair derrotado também da Presidência da República? 

Depois de dez anos em Belém, Marcelo precisa de uma peregrinação interior para reflectir sobre o seu futuro na conjugação da República. (...)

(excertos do texto de (Carlos Marques de Almeida, ECO)

domingo, 18 de maio de 2025

Eleições (2)

 AD tem mais votos que a esquerda. PS e Chega empatam.

PS conseguiu mais votos, mas elegeu os mesmos deputados que o Chega. IL conseguiu mais um mandato e o Livre foram mais dois. Bloco fica só com Mortágua e PAN reelege Sousa Real.