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sábado, 24 de outubro de 2009
Tutela Única das Polícias

O deputado social-democrata, Fernando Negrão pretende que seja criada uma tutela única para as forças de segurança e apontou o Ministério da Administração Interna (MAI) como o único «vocacionado» para coordenar todas as polícias, incluindo a Polícia Judiciária, avança a Lusa.
Fernando Negrão destaca que «é preciso mudar o paradigma e ponho como possibilidade criar uma única tutela para as forças de segurança. Isso seria uma das vias para a mudança do paradigma e para começarmos a atacar o problema da coordenação de uma forma mais sólida».
Para combater a descoordenação entre a polícia, o deputado do PSD propõe a criação de «novos mecanismos», nomeadamente, atribuir a um único Ministério - e não a dois, como acontece actualmente (Administração Interna e Justiça) - a tutela da segurança.
Seja como for, é urgente que haja coordenação entre as polícias. A insegurança que nestes últimos anos se tem sentido no país e que tem vindo sempre em crescendo, tem de ser alterada , sob pena, como já tem acontecido, das pessoas tentarem fazer justiça pelas próprias mão.
As Regras Para Estar na Moda Out/Inv
Abre o armário e não sabe o que vestir? Siga as nossas sugestões com as tendências da moda para esta estação. Eis 7 regras essenciais:
1 - Reviva os fabulosos anos 80 e aposte em força nos ombros largos.
2 - Use e abuse do vermelho. Neste Inverno revele o seu lado mais atrevido. Dos vestidos aos sapatos, vista-se de paixão.
3 - Solte o seu lado selvagem! Esta estação arrisque com a sedução das peles e padrões animais.
4 - Botas querem-se extra-longas, quanto mais altas, melhor! Inspire-se nos looks de personalidades como Kate Moss ou Brigitte Bardot e use e abuse da peça chave desta estação. Não terá onde enganar se as conjugar com acessórios em pêlo.
5 - Mostre o seu lado romântico e escolha os tons pastéis, ideais para o Inverno.
6 - O xadrez é de uso obrigatório este Inverno. Conjugue-o sempre com cores clássicas como o preto e o cinza.
7 - O preto é clássico, intemporal e de uma elegância eterna. Não esqueça as aplicações como lantejoulas, strass e tachas. Pormenores que prometem fazê-la brilhar esta estação.
Entre a Infância e a Velhice

Sem o amor dos nossos pais, na alvorada da nossa vida, que teria sido de nós?
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A Culpa é do Governo que Iludiu e da Oposição que Desiludiu
Acederam ao Programa de Software e ...
... E a Polícia Judiciária (PJ) apreendeu os dispositivos electrónicos, dados informáticos e software de cifra e encriptação, e constituiu dois arguidos.
Em comunicado hoje divulgado, a PJ refere que a investigação em curso teve por base notícias sobre fragilidades de segurança em redes informáticas do Estado e o relatório de uma empresa que fazia referência à obtenção e posse de informação sensível de diversos organismos, entre os quais o Ministério da Justiça, e empresas privadas.
A operação "Ghostbuster" pretendia "recolher elementos probatórios da eventual prática organizada de crimes informáticos de natureza transnacional, designadamente acesso ilegítimo, acesso indevido e dano informático, tendo sido constituídos dois arguidos, que cooperaram com a acção da justiça".
Fonte: Lusa
Esta é a Frase
“"O governo é novo e também não é governo. É um 'bunker' onde o primeiro-ministro reúne com os seus generais, preparando-se para uma guerra que ele não pode causar nem perder".
João Pereira Coutinho, "Correio da Manhã", 23-10-2009
Dúvida? Crença?

A dúvida é um estado de insatisfação e inquietude do qual lutamos para nos desvencilhar e passar para um estado de crença, ao passo que este é um estado calmo e satisfatório que não desejamos evitar ou transformar numa crença em outra coisa. Pelo contrário, nós agarramo-nos tenazmente não só ao acreditar, mas a acreditar precisamente naquilo em que acreditamos. Tanto a dúvida como a crença têm efeitos positivos sobre nós, ainda que bem distintos. A crença não nos faz agir prontamente, mas predispõe-nos a agir de uma certa maneira quando surge a ocasião. A dúvida é desprovida desse efeito activo, mas estimula-nos a investigar até que ela própria seja aniquilada. (...) A irritação da dúvida provoca uma luta para alcançar um estado de crença.
Charles Peirce, in 'A Fixação da Crença'
