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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Proposta Do Partido Que Integra A Coligação De Angela Merkel ... Expulsão

 Proposta: Partido que integra coligação de Angela Merkel (SPD) propõe que os imigrantes sejam repatriado depois de um período de desemprego entre três e seis meses, o que afectaria pelo menos 4,4% ( cerca de  5600) dos portugueses na Alemanha.

Fonte: DN   

terça-feira, 20 de maio de 2014

Francisco Assis Parte 'Coxo' ...

Em 5 anos de mandato, Francisco Assis fez apenas 9 perguntas escritas à Comissão Europeia, teve 25 participações entre intervenções e declarações de voto e fez 0 (ZERO) relatórios. Até António Costa, que só esteve no Parlamento Europeu durante cerca de um ano e ficou conhecido pelas suas dificuldades linguísticas, fez mais do que Assis que cumpriu o mandato de 5 anos. É lamentável que em 5 anos, com staff próprio pago pelo Parlamento Europeu, todas as condições necessárias, não tenha produzido praticamente nada. A estatística não nos diz tudo, mas neste caso, nem estatística o salva. Foi mesmo zero. Aliás, até nas presenças foi pouco assíduo (só esteve em 65% das reuniões) como se poderá  ver neste relatório oficial.

Francisco Assis até pode merecer uma segunda oportunidade no Parlamento Europeu, mas parte coxo para a maratona. É nesse aspecto o mais fraco dos cabeças de lista.

Podemos questionar - então e os outros deputados que trabalho produziram? - Os outros deputados foram em geral bons. Quer saber mais, leia Duarte Marques aqui. 

BCE: Desilusão

A ‘yield' da dívida a dez anos voltou ontem a subir, marcando agora 3,862%. Nos dias seguintes ao anúncio da saída limpa, marcava 3,45%. O agravamento do risco é extensível a toda a periferia: até a Irlanda, que há umas semanas registava ‘yields' mais baixas que o Reino Unido, tem a taxa de juro a dez anos no mercado secundário a subir para 2,722%. No caso de Espanha e Itália, ambas voltaram a passar a barreira dos 3%.

Os analistas explicam que os investidores também estão desapontados com a actuação do BCE no combate à deflação. Apesar de ter sinalizado um corte nos juros, a autoridade monetária não deverá levar avante o programa de ‘quantitative easing' que os mercados esperavam.

Fonte: Observador 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sr.Seguro Se Pretende Mesmo Um Caminho Seguro Convem ...

"Verifica[r] se o que prometes é justo e possível, pois promessa é dívida." (Confúcio)

Ter em conta :

"Contrabalançai promessas com promessas e estareis a pesar o nada." (Shakespeare)

'Cautela e muitos caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém':

Quando se fazem promessas e não se mostra as contas.

Na Economia E Na Política, Como Em Quase Todos Os aspectos Da Vida ...

 ...  O Que Não Se Vê É Frequentemente Tão Ou Mais Importante Do Que O Que Se Consegue Ver.

Este fenómeno é particularmente importante em política, campo onde os efeitos visíveis e de curto prazo assumem um protagonismo difícil de disputar. O facto de os benefícios – reais ou aparentes – de algumas medidas políticas serem imediatamente visíveis, enquanto os respectivos custos são menos claramente percepcionáveis, gera uma atracção fatal por políticas orientadas para o curto prazo em prejuízo do futuro.

Fonte: André Azevedo Alves, O que não se vê, Observador

domingo, 18 de maio de 2014

Esta É A Frase: O Velho País Onde O Preto É A Cor Regressa Ao Seu Eterno Fado ...

A troika vai-se embora e não se tuge nem muge porque para a generalidade dos portugueses isso é indiferente. Ganhe o governo ou o PS, eles são todos iguais. Corte-se nas pensões ou nos salários, vêm outros e fazem o mesmo. A Europa muda de natureza, Portugal torna-se um peão no jogo dos grandes interesses, o que tenho eu a ver com isso? Numa altura em que mais precisávamos de determinação, garra e convicção para os desafios que o país enfrenta, revelamos pelo contrário apatia, desinteresse e ensimesmamento. O velho país onde o preto é cor regressa no seu fado eterno. Esta “malaise” que a troika acentuou é uma das suas piores heranças.

Manuel Carvalho, Público

sábado, 17 de maio de 2014

Não É Coisa De Somenos ...

Há ainda uma semana para ouvir os principais partidos portugueses fazerem um interregno nesta campanha fratricida habitual e dizerem aos portugueses, com toda a clareza, o que pensam - eles próprios - da União Europeia. Não é uma coisa de somenos.

JM,DN

Daqui a uma semana deveria votar-se em função de ideias para a União Europeia. No limite, por uma ideia da União Europeia. Mas, parece ainda não ser desta. E não, não é coisa de somenos e nós não andamos a dormir, embora às vezes pareça.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Retomo Ao Ponto De Partida ...


Retomo, pois, ao ponto de partida 
como um presente, o ponto de chegada. 
Entre um começo e outro não há nada 
Excepto o nada da vida vivida. 

Desgaste, corrosão do que de novo 
em velho se mudou antes de o ser, 
etc. 


Vergílio Ferreira 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Mornidão ...

Na tentativa de agradar aos eleitores a campanha eleitoral serve para tudo menos para conhecermos as propostas do trabalho dos candidatos caso sejam eleitos. Parece que há uma letargia do pensamento, um vazio de ideias. Tudo o que dizem é repetitivo. A indiferença está instalada, poucos os escutam . Há uma letargia, uma mornidão, um desinteresse que conduz há inconfiabilidade. A campanha anda em contracíclo em relação ao resto da população onde as ideias fervilham, onde muitos procuram encontrar um novo modo de vida ao contrário destes políticos que nos massacram e desesperam pela manifesta falta de imaginação e percepção do que vai na alma dos seus concidadãos.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A História Das Jóias De Ouro da Antiga Índia Que Estiveram Encaixotadas Durante 50 Anos

Conjunto de cerca de 250 Jóias de Ouro da Antiga Goa, agora exposto no Museu Nacional de Arte Antiga (até 7 de Setembro). 
Pode ler aqui a interessante reconstituição dos passos de Jorge Anastácio a 12 de Dezembro de 1961 foi feita a partir do seu relato Como Eu Vivi as Últimas Semanas do Banco Nacional Ultramarino em Goa: 1961-1962.

Não fosse o rigor exemplar do gerente do BNU em Goa nas vésperas da invasão das tropas indianas, em 1961, e, muito provavelmente, esta singular colecção de jóias não estaria hoje exposta no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. Durante 50 anos, as jóias estiveram em caixotes. Agora, fornecem pistas sobre como em Goa se trabalhava — e usava — o ouro.