Pesquisar neste blogue

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Costa /Seguro

Tudo isto existe e é triste.

Será fado?

Se é fado é um fado que rejeito.


Esta É A frase ...

Quanto mais depressa falarem os que enganaram, mais cedo nos libertaremos da prisão da memória das suas promessas e das suas ilusões.
A FRASE...

"Segundo o dr. Mário Soares, o país (leia-se: o Governo) vai tremer quando Ricardo Salgado falar. O desejo do antigo Presidente da República deve ser satisfeito. Fale dr. Ricardo Salgado, fale depressa. O país do dr. Mário Soares precisa de um abalo telúrico!"

Luís Marques,Expresso (via Joaquim Aguiar, JNegócios)

A Sacudir A Água Do Capote?

Imagem TVI
A Autoridade Nacional de Protecção Civil alertou todos Comandos Distritais de Operações de Socorro, inclusive o de Lisboa, bem como os sapadores de bombeiros para a ocorrência de chuva intensa na segunda-feira, garantiu o adjunto de operações nacional.

Quem está a sacudir a água do capote?

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A Inventona ?!

.. Ou a verdade da mentira?

A entrega ao Sábado começa a sair furada vezes de mais?

Passou A Diligência Pela Estrada ...

Passou a diligência pela estrada, e foi-se;
E a estrada não ficou mais bela, nem sequer mais feia.
Assim é a acção humana pelo mundo fora.
Nada tiramos e nada pomos; passamos e esquecemos;
E o sol é sempre pontual todos os dias.

Alberto Caeiro



domingo, 21 de setembro de 2014

Os Discursos Políticos Do Centro Esquerda E De Direita Mal Se Distinguem Entre Si ...

... Eles Não Se Distinguem Porque Não Existem

O que pode destruir a vida de um político já não é a traição ao seu país mas sim a fuga ao fisco. Todos os crimes que não os fiscais são alegados. Até os homicídios são alegados crimes praticados alegadamente por um alegado homicida. Já no domínio fiscal todos somos culpados à partida. Diante da fita negra da estrada o óbvio torna-se evidente.

Tão esquecidos andamos dos cidadãos que fomos que, como percebo ao longo dessa viagem de regresso, muitos ao ouvir o discurso de Gordon Brown tiveram um sobressalto. Não era apenas o que ele dizia mas sim o eco que ele despertava em quem o ouvia, esse eco que vinha do tempo em que se fora cidadão antes de contribuinte, em que não se estava reduzido a um NIF cuja relação com o Estado é quase só uma questão de escalão de IRS, benefício fiscal e pagamento da respectiva taxa.

Ao ouvir o antigo primeiro-ministro britânico apetecia perguntar porque não terá aquele homem falado assim quando era primeiro-ministro? Será que já ninguém se lembra da última campanha eleitoral que protagonizou? Desastre é um termo doce para a descrever. Na verdade Gordon Brown não o fez porque não podia. Tal como Hollande não pode. Tal como Passos, Rajoy ou Cameron não podem. Eles não podem porque, a não ser em momentos excepcionais, como foi o referendo da Escócia, eles já não falam para os cidadãos que fomos, mas também não sabem o que dizer aos contribuintes que somos.

Não é por acaso que os discursos políticos do centro esquerda e direita mal se distinguem entre si – eles não se distinguem porque não existem – e que vemos a luta pela liderança do PS português ou dos gaulistas em França transformadas em combates de personalidades: não há discurso. Os actuais líderes políticos são a gera
ção que ficou sem discurso e a quem uma multidão de analistas, assessores e jornalistas garante que não podem dizer o que sabem ser inevitável – o que chamamos direitos adquiridos não estão garantidos e vão deixar de ser direitos – sob risco de desiludir o eleitorado.

 Helena Matos,(excertos) 'O paraíso mudou de reino' 

sábado, 20 de setembro de 2014

Esta É A Frase ...

“Matar em nome da fé é inaceitável. A `jihad´, ou guerra santa, deve ser uma luta para combater as nossas emoções destrutivas. A `jihad´ não significa prejudicar outras pessoas. As pessoas espirituais devem mostrar ao mundo que podemos ser uma família feliz, com diferentes crenças”.

Dalai Lama

Fonte: Observador

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Esta É A Frase ...

A lei da cópia privada, que a maioria promete ‘melhorar’ antes da aprovação. Deixa-me rir. O propósito da lei, ao taxar agora tablets e outros brinquedos, continua o mesmo: sacar um pouco mais aos contribuintes, olhando para todos eles como delinquentes prontos a piratear o que já compraram legalmente.
Isto protege os ‘artistas’ de crimes ‘eventuais’? Errado. Não existem crimes ‘eventuais’ num Estado de Direito. Só crimes factuais. Como, por exemplo, o de assaltar quem passa no meio da estrada.

João Pereira Coutinho.CM

quinta-feira, 18 de setembro de 2014