O alarme soou às 4h.30 da madrugada. A polícia e os militares cercaram o bairro de St Dennis, nos arredores a norte de Paris, onde creem está escondido o "cérebro" dos ataques de sexta-feira, Abdelhamid Abaaoud, e que se pensava estar na Síria. Três mortos até ao momento em que escrevo, uma mulher ter-se-á feito explodir. Até à hora em que ler este Expresso, seguramente já terá havido mais explicações, por enquanto as informações surgerm a conta-gotas. Há uma barricada de ambulâncias, polícias feridos, a elite das unidades de intervenção está ali reunida. Haverá ainda um nono homem, a somar aos oito já conhecidos que participaram nos atentados. Siga a operação em directo aqui.
Fonte: Expresso
Quando algum político promete facilidades e quer distribuir o dinheiro que ainda não existe, há razões para ficarmos preocupados.Como já descobrimos no terrível ajustamento forçado pelo resgate da troika em 2011, o terceiro deste regime democrático, todas as contas acabam por ser pagas amargamente.
O défice não deve ser uma questão ideológica. É bom senso, porque toda a gente sabe que os saldos negativos são sempre pagos com mais impostos, imediatamente, ou a longo prazo com a subida da dívida pública.
Com este caminho voltará brevemente outro inquilino das Finanças a explicar aos portugueses uma frase sinistra com três palavras: "não há dinheiro".






