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domingo, 31 de janeiro de 2016

Praia Do Malhão 2016

Vila Nova de Milfontes


Opinião ...

De: Paulo Baldaia
Nos primeiros meses de vida de um novo governo, tanta gente finge não ver os disparates. É o estado de graça, em que o governo anterior ainda é culpado por tudo o que de mau nos acontece. Mas não é preciso ser antipatriota para criticar os malabarismos contabilísticos de Mário Centeno e António Costa. Nem ser de direita nem a favor das agências de rating ou do directório de Bruxelas. Basta ser pelo bem comum.

Negociar não é tentar convencer alguém a aceitar artificialidades, como se elas não tivessem peso na contabilidade final, como se um eventual erro do passado pudesse ser resolvido com outro no presente. Isto não é sério.

Excertos, 'Quem se lixa é sempre o mexilhão', Paulo Baldeia DN

Incerteza ...

Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.

Seneca 

sábado, 30 de janeiro de 2016

Esta É A Frase ...

De: Helena Garrido
Tendo conquistado o poder com uma aliança inédita e sem ter ganho as eleições, Costa está a governar em modo de campanha eleitoral, preparado para ter eleições a qualquer momento. Mas a frente externa começa a arder. O primeiro teste está em andamento com a troika por cá.

Helena Garrido, Sábado  

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Se Você Não Se Atrasar Demais ..

Se você não consegue entender o meu silêncio de nada irá adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos.

Se você não se atrasar demais, posso te esperar por toda a minha vida.

Oscar Wilde

São Tecnicalidades Orçamentais Diz O Primeiro-ministro ...

De: Helena Garrido (CM)
... Sobre o conflito a que assistimos entre Lisboa e Bruxelas no Orçamento do Estado. Na sua perspectiva nada se passa ao nível político, embora reconhecendo que o entendimento político depende da aproximação técnica.

Ou a Zona Euro mudou muito nos últimos meses, sem termos dado conta, ou a abordagem de António Costa ameaça irritar ainda mais os credores. O que aconteceu com Paulo Portas no governo anterior é um exemplo. O ex-vice-primeiro-ministro tratou as negociações com os credores como se fossem "tecnicalidades" e acabou a disfarçar o seu recuo.

Concordemos ou não, a Zona Euro tem hoje uma forte componente técnica na sua governação. É uma escolha em si política, de governar com menos discricionariedade e mais regras. É nesse contexto que o Eurogrupo constitui o coração da gestão do euro. É do passado o tempo em que se governava a Europa pelo conselho dos Assuntos Gerais, com poucas regras e muita discricionariedade.

António Costa, como Portas, já começou a corrigir a declaração inicial que relegava para a irrelevância política a carta de dois comissários europeus. Carlos César corrigiu ainda mais a mão.

No Atlântico

A sudoeste da costa portuguesa : A Ilha da Madeira
Autora: Carla FM

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A Sequência Previsível ...

Assim Vai O País ...

Quais adolescentes que ficaram com a casa a seu cargo enquanto os pais foram de férias, eis que hoje recebemos a troika de volta, para tentarmos mostrar que as coisas, por cá, continuam em ordem. E será que estão? Os sinais não são os melhores.

Como se fosse um termómetro, os juros da dívida oscilam, nervosos perante todos os sinais de recaída de uma doença endémica: o Estado deficitário, viciado em dívida.

O paciente português ainda não voltou à cama, mas já não se passeia pela rua com a mesma saúde. Ao fundo do túnel, a reversão da austeridade continua a mostrar a sua luz. Esperemos todos que não seja a locomotiva da falência a caminho de nos destruir outra vez.

Carlos Rodrigues, CM

Saber Zangar-se ...

O que me parece é que as pessoas, em geral, como que deixaram de saber zangar-se. Deixaram de saber zangar-se com aquilo que consideram errado – e, pior ainda, deixaram de saber dizê-lo na cara umas das outras. A não ser, naturalmente, que haja uma agenda.

Joel Neto