Paul Coelho
Pesquisar neste blogue
sexta-feira, 1 de abril de 2016
É Tempo De Dar Tempo Ao Tempo ...
Paul Coelho
Portugal Precisa De "Plano B" Para Cumprir O Défice - Afirma FMI
Considerando que existem "riscos significativos para a execução" do Orçamento do Estado para 2016 (OE 2016), nomeadamente com a receita prevista com os impostos indirectos, o FMI urge o executivo liderado por António Costa a formular um "plano de contingência".
"O Governo precisa de preparar um conjunto específico de medidas de contingência que devem ser activadas assim que houver evidências de que a meta de 2,2% para o défice orçamental não será cumprida", afirma a instituição liderada por Christine Lagarde.
Para o FMI, esse plano deve "implicar a reversão de algumas medidas tomadas com o OE 2016", nomeadamente a redução trimestral (até à sua extinção em Outubro) do corte aplicado aos salários da Função Pública, que "precisariam de reconsideração".
Também a redução da sobretaxa em sede de Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS) e a descida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) na restauração "deveriam ser adiadas até que fosse encontrada margem orçamental".
Além disso, a instituição sediada em Washington defende que devem ser definidas "outras propostas concretas de redução de despesa".
O FMI defende ainda que são necessárias reformas para "conter as pressões" dos salários e pensões da Administração Pública, nomeadamente se o Governo avançar com a reposição das 35 horas de trabalho no sector público.( Fonte:DN)
Andar à nora é o que este governo tem feito, mas a geringonça continua lenta e por vezes em retrocesso. Vamos ver no que vai dar este quixotismo. Uma certeza - vamos continuar a pagar pelo descalabro do S e pela utopia do C.
Para Quê Complicar Tanto?
Se estás com saudade, procura. Se estás chateado, fala - com cautela. Se amas, não escondas. Se não amas, não maltrates. Se estás triste, abraça. Para quê complicar tanto ?!
quinta-feira, 31 de março de 2016
Afinal O Que É Então O PNR De Costa?

Esta É A Frase:
Uma coisa desengonçada, a condizer com a geringonça, a fazer lembrar um manifesto eleitoral de candidatura a uma associação de estudantes (...). O PNR de Costa é um amontoado de proclamações que contradizem de modo flagrante quase tudo o que tem sido a gestão deste governo. Não tem um módico mínimo de coerência, mas para Costa isso será o menos importante.
Raul Almeida, Negócios
Um Sonho De Amor ...
Orgulho, vaidade, despeito, rancor, tudo passa, se verdadeiramente o homem tem dentro de si um autêntico sonho de amor. Essas pequenas misérias são fatais apenas no começo, na puberdade, quando se olha uma janela e se desflora quem está lá dentro. Depois, não. Depois, sofre-se é pelo homem, é pela estupidez colectiva, é por não se poder continuar alegremente num mundo povoado, e se desejar um deserto de asceta. O ascetismo é a desumanização, é o adeus à vida, e é duro ser uma espécie de fantasma da cultura cercado de areias. Miguel Torga
quarta-feira, 30 de março de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
Orçamento Do Estado Vai Entrar Em Vigor Amanhã
O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta terça-feira, durante a sessão de lançamento do Programa Nacional de Reformas, no Centro de Congressos de Lisboa, que o Orçamento do Estado para 2016 vai entrar vigor na quarta-feira.Até às 17 horas, o Orçamento do Estado para 2016 ainda não tinha sido publicado em Diário da República.
Fonte: JN
Acha Que O Seu DNA É Inteiramente Humano? Não Tenha Tanta Certeza. Ora Leia ...

Uma nova descoberta sugere que nosso DNA é ainda "menos humano" do que se acreditava até agora.
Dezenove novos pedaços de DNA não-humano - deixados por vírus que infectaram nossos antepassados centenas de milhares de anos atrás - foram encontrados escondidos entre os nossos próprios genes
Cientistas já sabiam há algum tempo que parte do genoma humano não era nosso de verdade, mas de invasores – vírus, que haviam inserido seu código em nossas células, marcas de um passado de infecções de milhões de anos atrás, de nossos ancestrais.
Embora o mecanismo que o vírus use para inserir-se no nosso genoma já seja conhecido, a pergunta que os cientistas queriam responder é como é que eles conseguiram ter tanto sucesso nesta empreitada, a ponto de cerca de 8% do nosso código genético ser viral.
Como o genoma humano ficou repleto de DNA viral
Retrovírus, como o HIV, conseguem replicar seu código genético ao inserir o mesmo no DNA de um hospedeiro. Toda vez que a célula se replicar, ela vai replicar o código do vírus também. São chamados Retrovírus Endógenos ou ERVs.
Para entrar na célula, o vírus precisa de uma capa de proteínas, que é codificada por um gene chamado de “env”. Quando o vírus perde sua capa, ele fica preso na célula. Ele pode se replicar indefinidamente, mas não pode infectar outras células.
Entretanto, os cientistas descobriram que, ao perder o env, os vírus se tornaram superreplicadores, e, ao mesmo tempo que não conseguem conquistar novas células, podem se tornar os “senhores” da célula que infectaram.
A pesquisa foi feita em um tipo especial de ERVs, os assim chamados IAPs. Alguns tem o gene “env”, outros têm o gene degenerado, e outros não têm o gene. Esta perda não é o resultado da degeneração que ocorre com o tempo, por que em alguns casos o gene “env” foi perdido e o resto do código genético permaneceu intacto.
A análise dos IAPs de 18 diferentes espécies de animais descobriu que os que perderam o “env” são os mais abundantes. Mas esta tendência não se resume aos vírus IAPs: ao expandir a pesquisa para o genoma de 38 mamíferos, incluindo ratos, morcegos, elefantes e outros, foi descoberto que outras famílias de vírus apresentam o mesmo perfil. Os vírus invadem o genoma, perdem a capacidade de se espalhar para outros genomas, e passam a se espalhar dentro daquele genoma.
É como uma epidemia em um único genoma. E prossegue por milhões de anos. E esta não é só uma metáfora, já que as 20 famílias mais comuns respondem por 80% das sequências totais. Esta é uma distribuição notável, por que a regra dos 20/80 é conhecida da epidemiologia, onde os 20% mais infecciosos indivíduos respondem por 80% das transmissões.
Mas por que a simples perda de um gene faria tanta diferença? Talvez o “env” prejudique a saúde do hospedeiro, e, ao perder o gene, o vírus ganhe um hospedeiro com maior longevidade, e mais chances de ser passado para as próximas gerações.
Ou talvez a disseminação dentro de um genoma seja uma forma mais eficiente do vírus se copiar. Ele não vai precisar de adaptações para sobreviver fora das células ou evitar as defesas naturais.
Seja lá o que for, deu ao vírus uma capacidade muito maior de disseminação, e permitiu causar uma infecção que já dura 100 milhões de anos, é passada de uma geração a outra, e que talvez o hospedeiro nunca desenvolva uma resistência . [ScienceDaily PNAS]
segunda-feira, 28 de março de 2016
Estas São As Frases ...
[A propósito de TV Marcelo no país estúdio]
Já tivemos o Portugal profundo, o país real, o país a duas velocidades, o país europeu, o país ultramarino… agora temos o país estúdio. Entretanto a vida corre nos bastidores e nas ruas. Um dia o cenário do país estúdio virá abaixo.
Helena Matos, OBS
Marcelo quer evitar ser mais um elemento de fricção. É um papel que desempenha como ninguém quando quando as decisões são pacíficas, como acontece com esta a promulgação do Orçamento. O verdadeiro teste virá quando tiver que tomar posição a sério sobre um assunto. Aí, esta leveza poderá ser insustentável.
Paulo Ferreira OBS
Subscrever:
Mensagens (Atom)




