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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Portugal Continua A Arder

As povoações do Carriçal, Moinho da Rocha e Tabual e o hotel Pestana junto ao Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, foram hoje evacuados devido ao incêndio florestal que teve início em Monchique, disse à Lusa fonte da Protecção Civil.

O incêndio está a ser combatido por 520 operacionais de vários pontos do país, apoiados por 179 veículos, nove meios aéreos e 12 máquinas de rasto. Por precaução, foram deslocadas das suas casas 16 pessoas idosas e com mobilidade reduzida. Estas foram encaminhadas para casas de familiares, centros de dia e para um pavilhão desportivo.
A estrada entre os Casais, no concelho de Monchique, e a Senhora do Verde, no concelho de Portimão, está fechada ao trânsito.

Outro incêndio que preocupa é o de Paços de Ferreira, no Porto.

Fonte:OBSR

Às Vezes Convinha Que A Política E A Economia Fossem Temperadas Por Um Bocadinho De História


Porque até parece que Portugal era o motor da Europa e um país economicamente pujante até ao malfadado dia em que se lembrou de aderir à moeda única. Vou contar-vos um segredo: não era. Estávamos impreparados para o euro? Sim, estávamos. Mas o euro não é a causa da nossa impreparação. Tenho imensas dificuldades em aceitar que todos os nossos problemas económicos sejam hoje atribuídos ao terrível euro e às imposições alemãs. Por uma razão muito simples e facilmente comprovável: a História de Portugal é um vasto estendal de crises e de falências, que vão muito para além do tetra-tetravô do senhor Jean Monnet e da tetra-tetravó da senhora Angela Merkel.
Alguém me indique, por favor, quando é que Portugal foi um país com finanças sãs, orçamentos equilibrados e com um superavit na balança comercial desde que D. Pedro derrotou D. Miguel, para não ir mais atrás. A resposta é: nunca. O único que pôs as contas em ordem foi António de Oliveira Salazar, cujo regresso eu dispenso, e pagando o preço do país “pobrete mas alegrete”. Não sei se alguém está interessado em transformar Portugal na Venezuela da Europa, para podermos voltar a competir internacionalmente com baixos salários e endireitar as contas do Estado através da impressão de moeda e da promoção de uma inflação de dois dígitos. Lembrem-se: cortar salários em 10% é inconstitucional, mas desvalorizar salários em 20 ou 30% já não é. (...)
Aquilo que o euro não nos permite, de facto, é mascarar as nossas fragilidades como antigamente – o euro exige a adopção de políticas mais corajosas do que telefonar para a Casa da Moeda a mandar ligar as rotativas. A afirmação de Portugal na Europa é um sonho antigo, que demorou e custou a concretizar. E é um sonho que vai muito para além da sua dimensão económica. Sair do projecto europeu é assumir a nossa absoluta menoridade. Antes outra década perdida dentro do euro do que uma década supostamente ganha fora dele. 
  Excertos do artigo de João Miguel Tavares, hoje no Público

Os Sinais E Os Símbolos Exteriores ...

Sei que, frequentemente, os sinais e os símbolos exteriores, visíveis e tangíveis da sorte e da ascensão, só aparecem quando, na realidade, tudo já se põe de novo a declinar.

Thomas Mann 


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Barbosa de Melo (1932 -2016)

O antigo presidente da Assembleia da República António Barbosa de Melo morreu, esta quarta-feira, aos 83 anos, no Centro Hospital e Universitário de Coimbra.

Barbosa de Melo nasceu em 1932 e foi presidente da Assembleia da República entre Novembro de 1991 a Novembro de 1995.

Investigador e professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, António Moreira Barbosa de Melo foi um dos fundadores do PSD, no qual exerceu diversos cargos nos órgãos nacionais.

Integrou a Comissão para a elaboração da lei eleitoral para a Assembleia Constituinte em 1974, da qual foi também Deputado. Exerceu novamente o mandato de Deputado na Assembleia da República nos anos de 1976-1977 e 1991-1999.

Foi Presidente da Assembleia da República durante a VI Legislatura (1991-1995) e foi membro do Conselho de Estado.

Fonte: JN 

Incêndios Sem Fim

As aldeias do Casalinho e do Braçal foram evacuadas devido ao incêndio que deflagrou às 14h00 de hoje em Proença-a-Nova.
As chamas estão ainda a ameaçar a aldeia da Atalaia, avança a TVI24, e já atingiram várias casas da aldeia de Vale do Urso.
De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o incêndio tem um "frente activa" e está a ser combatido por 247 operacionais, apoiados por 84 meios terrestres e seis meios aéreos.

Às 21h15, a Proteção Civil destacava na sua página na Internet seis incêndios, nomeadamente em Viseu, Castelo Branco, Guarda, Viana do Castelo, Bragança e Vila Real.

Incêndios Sem Fim

As aldeias do Casalinho e do Braçal foram evacuadas devido ao incêndio que deflagrou às 14h00 de hoje em Proença-a-Nova.
As chamas estão ainda a ameaçar a aldeia da Atalaia, avança a TVI24, e já atingiram várias casas da aldeia de Vale do Urso.
De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o incêndio tem um "frente activa" e está a ser combatido por 247 operacionais, apoiados por 84 meios terrestres e seis meios aéreos.

Esta É A Frase ...

Há a incompetência da perversão: promete-se uma alternativa ao que é recomendado, leva-se a execução da alternativa até ao absurdo e conclui-se que, afinal, era impossível.

Joaquim Aguiar, J Negócios

A Palavra ...

A palavra é metade de quem a pronuncia e metade de quem a escuta.

Montaigne 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Setúbal Vai-se Modificando

Uns falam outros fazem e assim vamos de vela
A JOPIBAR era uma das mais antigas sapatarias setubalenses, localizada no topo da Rua Álvaro Castelões, em plena baixa setubalense.
A idade não perdoa e o simpático proprietário deste emblemático estabelecimento, o Sr. Honorato Coelho, há poucos meses fechou as portas para não mais abrir.
Neste momento as instalações encontram-se a sofrer obras de remodelação interior e embora não seja visível qualquer tipo de informação, nem tal tenha sido disponibilizada publicamente, segundo julgo saber, o espaço está a ser adaptado a restauração, podendo vir a sair dali um moderno estabelecimento da credenciada marca “Vela Latina” de grande sucesso em Lisboa, junto à Torre de Belém.
Setúbal vai-se modificando, modernizando e enquanto uns falam outros fazem, pena é que muitos dos setubalenses que falam não sejam um pouco mais dinâmicos, deixando passar-lhe ao lado as oportunidades de negócio.

Fonte: Rui Canas Gaspar, Coisas de Setúbal 

Fogos Como Nunca Vimos

O Governo, os associados, a oposição - ignoram. Quem os viu noutras ocasiões e quem agora os vê ...
Que importa - pessoas, animais, floresta culturas? - só a propaganda interessa.

As aldeias de Paradela e de Várzea no concelho de Arcos de Valdevez foram evacuadas devido a um incêndio de "grandes dimensões" que colocou alguns habitantes "em risco de vida".

 O incêndio em Soure que começou na segunda-feira e que tinha sido dominado às 09h30 desta terça-feira estava novamente ac
tivo às 14h00, na sequência de um reacendimento, disse à agência Lusa o presidente da Câmara.
Mário Jorge Nunes explicou que há duas frentes “muito fortes” e que a “situação é complicada”.

Cerca de duas dezenas de habitantes do lugar de Várzea, Soajo, Arcos de Valdevez, e militares da GNR estão retidos naquele povoado devido a um incêndio florestal, disse o vereador da Proteção Civil.
Esta terça-feira, seis fogos no norte mobilizam mais de 900 bombeiros.